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IGP-DI acelera alta a 1,13% em maio com atacado e varejo

Cliente em supermercado em São Paulo aprecia os preços com inflação

 

 

O Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) acelerou a alta a 1,13% em maio depois de avançar 0,36% em abril, diante da maior pressão dos preços tanto no atacado quanto no varejo, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta terça-feira.

Os dados da FGV mostraram que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-DI) subiu 1,49% em maio, contra alta de 0,29% em abril. O índice responde por 60% do IGP-DI.

No IPA, somente os produtos agropecuários registraram alta de 3,31% em maio, contra 1,14% no mês anterior.

Os preços no varejo também mostraram aceleração da alta, uma vez que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-DI) subiu 0,64%, contra avanço de 0,49% no mês anterior. O IPC-DI mede a evolução dos preços às famílias com renda entre um e 33 salários mínimos mensais e corresponde a 30% do IGP-DI.

A maior contribuição para o resultado no varejo foi exercida pelo grupo Habitação, cujos preços subiram 0,77% depois de terem recuado 0,29% em abril, sob a pressão de tarifa de eletricidade residencial.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-DI) registrou alta de 0,08% no período, depois de subir 0,55% em abril. O índice representa 10% do IGP-DI.

O IGP-DI é usado como referência para correções de preços e valores contratuais. Também é diretamente empregado no cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) e das contas nacionais em geral.

Fonte: Exame

Sistema Fecomércio/Sesc/Senac comemora o dia Mundial do Meio Ambiente com semana de atividades

Sustentabilidade e preservação ambiental são temas atuais e extremamente importantes. No dia 05 de junho foi comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente e, para marcar a data, o Sistema Fecomércio/Sesc/Senac realiza uma semana inteira de atividades gratuitas voltadas ao tema. Trata-se da Semana do Meio Ambiente que acontecerá de 6 a 10 de junho, em algumas unidades do Sesc e do Senac em Pernambuco.

 

A programação traz diversas atividades, como oficinas sobre reaproveitamento de alimentos, produção de repelente natural e detergente caseiro; palestras sobre  o uso consciente da água e alimentos orgânicos; bazares solidários; feiras de agroecologia, economia solidária e orgânicos; exibição de documentários, vídeos educativos e filmes; show de talentos com apresentações de dança, poesias e músicas; além de contação de histórias sobre a temática do meio ambiente.

 

 

As ações acontecerão nas unidades do  Senac nas cidades de em Petrolina, Buíque, Garanhuns, Belo Jardim, Caruaru, Surubim, Vitória de Santo Antão, Recife (em vários bairros) e também nas unidades do Sesc de Araripina, Buíque, Surubim, Belo Jardim e Recife (em vários bairros). A Semana do Meio Ambiente é aberta ao público e a entrada é gratuita. Confira a programação completa no site do Senac (http://www.pe.senac.br/ascom/meio-ambiente/index.shtml).

Inflação sobe mais para quem ganha até 2,5 salários

A inflação de maio, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC), do Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu mais para as famílias com menor renda: até 2,5 salários mínimos.

Dados divulgados nesta segunda-feira (6) pela FGV indicam que os preços dos grupos Habitação, Despesas Diversas e Comunicação dispararam e o Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) fechou maio com alta de 0,84%.

O resultado, que apura a alta de preços junto às famílias de menor renda, chegou a ser 0,15 ponto percentual superior a do mês de abril (0,69%) e 0,2 ponto percentual superior ao IPC-BR (que abrange a totalidade das famílias) que encerrou maio em 0,64%.

Enquanto o indicador para as famílias de menor renda acusou, nos últimos doze meses, alta acumulada de 8,82%, o que mede a variação de preços para a totalidade das famílias variou nos últimos doze meses 9,15% - número 0,67 ponto percentual menor. No ano, o IPC-C1 apresentou variação acumulada de 4,69%.

egundo a FGV, a alta de 0,84% do IPC-C1 em maio reflete elevação de preços em três das oito classes de despesa componentes do índice, com destaque para Habitação (que passou de uma deflação de 0,46% para uma alta de 1,18%); Despesas Diversas (de 0,29% para 4,31%); e Comunicação (0,04% para 0,22%).

Em contrapartida, os grupos Transportes (1,12% para -0,40%), Saúde e Cuidados Pessoais (3,49% para 1,71%), Alimentação (0,62% para 0,53%), Vestuário (0,82% para 0,48%) e Educação, Leitura e Recreação (0,52% para 0,16%) apresentaram desaceleração em suas taxas de variação em relação a abril.

Fonte: Agência Brasil 

CNC: Confiança do empresário do comércio volta a subir em maio


02 de junho de 2016


Para os comerciantes, avaliação das condições atuais e as expectativas para os próximos meses melhoraram, segundo a pesquisa. 


O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), voltou a subir em maio, considerando o ajuste sazonal, e atingiu 81,04 pontos, um aumento de 0,3% em relação ao mês passado. Este resultado foi influenciado pela melhora da avaliação das condições correntes (+0,8%) e das expectativas para os próximos meses (+0,4%). Descontada a sazonalidade, o Icec de maio ficou em 79,2 pontos. . Em relação a maio de 2015, o índice apresenta queda de 7,2%.

“Ainda é precipitado afirmar que há sinais de recuperação plena da confiança do comércio, uma vez que a demanda predomina em nível historicamente baixo, sobretudo em função da deterioração do mercado de trabalho e do encarecimento do crédito. A própria atividade do comércio vem sofrendo perdas consecutivas.”, avalia Izis Ferreira, economista da Confederação .

Com uma queda de 16,2% em relação a maio do ano passado, o subíndice que mede as condições correntes (Icaec) chegou a 40,8 pontos. Apesar de ter um aumento de 0,8% em relação a abril, o índice se encontra bem abaixo da zona de indiferença, de 100 pontos. Na comparação mensal, a percepção do comércio varejista está mais otimista tanto em relação à economia (+7,2%) quanto em relação ao desempenho do setor (+0,4%). Já no que diz respeito à própria empresa, no entanto, a avaliação apresentou retração (-1,3%). Além disso, para 93% dos varejistas, a economia piorou no fim de maio, mesmo percentual observado em abril. 

Expectativas futuras melhoram

O subíndice ligado às expectativas em relação aos próximos meses alcançou 122,3 pontos em maio, com aumento de 0,4% na comparação mensal. O resultado positivo e acima da zona de indiferença é a soma do aumento das expectativas do desempenho econômico para os próximos meses (+0,1), do desempenho do comércio (+0,3) e o da empresa (+0,6%). Apesar de 54,9% dos entrevistados acreditarem que a economia vai melhorar nos próximos meses, o subíndice caiu 0,1% em relação a maio do ano passado.


Estoques ainda cheios

O componente que mede as condições de investimentos caiu 0,8% na comparação com abril e 12,2% ante maio do ano passado, alcançando 74,6 pontos. O comparativo mensal foi influenciado por reduções na intenção de contratação de funcionários (-1,0%) e na intenção de investir (-2,0%). Apenas a avaliação do nível dos estoques diante da programação de vendas subiu/melhorou (+0,4%). Dos empresários varejistas, 33,8% acreditam que os estoques ainda estão acima do adequado (em abril este total foi de 34,4%, o maior percentual da série histórica, iniciada em janeiro de 2011).


Na comparação anual, a retração em todos os componentes do subíndice (-12,1% para funcionários; -20,4% para investimentos; e -5,0% para estoques) reflete a queda observada no volume de vendas no varejo e a perspectiva negativa para o setor durante este ano. A CNC estima que o volume de vendas no comércio de 2016 caia em 4,8% no conceito restrito e 8,8% no conceito ampliado, que inclui os setores de automóveis e materiais de construção.

Para 75,6% dos empresários consultados, as intenções de investimento no capital social da empresa estão menores, especialmente devido às altas taxas de juros. 

Acesse aqui a análise completa, os gráficos e a série histórica do Icec.

Queda do PIB indica condições de recuperação do país, diz economista

O resultado do Produto Interno Bruto (PIB), divulgado ontem (1/06 ) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), indica que a economia do país pode ter atingido o “fundo do poço” e agora começa a gerar condições iniciais para uma recuperação econômica. A avaliação é do economista Rafael Cagnin, do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI).


Segundo ele, o resultado é um sinal de estabilização do ritmo de desaceleração, mas “não dá para falar em recuperação ainda”. “Grande parte do resultado está relacionada à própria dinâmica da crise. Depois de um tempo longo e de quedas muito agudas, é natural que se estabilize o ritmo de queda. Isso faz com que, no fundo, vá se gerando condições iniciais para recuperação”, afirmou Cagnin.


O Produto Interno Bruto (PIB – soma de todos os bens e serviços produzidos no país) fechou o primeiro trimestre do ano em queda de 0,3% na série sem ajuste sazonal, somando R$ 1,47 trilhão em valores correntes. O resultado é a quinta queda consecutiva nesta base de comparação. Em relação aos quatro últimos trimestres, encerrados em março, a queda acumulada foi de 4,7%, a maior retração para o acumulado em 12 meses desde 1996.

 

Recuperação

 

“Depois de tantas quedas, já é hora de você estabilizar. Do ponto de vista das empresas, o que elas contribuíram para a queda do PIB [no passado] foi praticamente cortar ou adiar projetos de investimento. Chega uma hora que você não é mais capaz de fazer isso”.

“O não investimento durante muito tempo implica uma obsolescência da estrutura produtiva, consequentemente uma perda de produtividade. Chega um momento em que você precisa realmente desengavetar projetos para garantir pelo menos a situação atual”, esclareceu o economista.

 

De acordo com Rafael Cagnin, o processo é similar com as famílias. “Você adia todos os projetos de aquisição de bens de consumo duráveis, mas, depois de muito tempo, essa necessidade de reposição vai aparecendo. É isso que estou falando que a crise abre caminho para a própria recuperação”.

 

Indústria


A queda do PIB no primeiro trimestre reflete retrações em praticamente todos os setores da economia, com destaque para Formação Bruta de Capital Fixo (investimento em bens de capital), com queda de 2,7% na comparação com o trimestre anterior.


Na sequência, a indústria registrou -1,2%. N agropecuária e serviços, a queda alcançou, respectivamente, -0,3 e 0,2%. O consumo das famílias fechou com retração de 1,7%. A exceção foi o consumo do governo, que fechou positivo em 1,1%.


Para Cagnin, o desempenho da indústria foi um destaque. “O elemento novo é que, desde 2015, a indústria de transformação sempre puxou para baixo o PIB. Nesse início de ano, foi a primeira vez que a queda da indústria se equivale à queda do PIB. Ela vai perdendo a força de deprimir a economia como um todo.”

 

Exportações


Conforme os dados divulgados hoje pelo IBGE, o comércio exterior teve forte influência no PIB. As exportações de bens e serviços tiveram expansão de 6,5%, enquanto as importações de bens e serviços recuaram 5,6%.


“A gente vê a importância que a taxa de câmbio tem para que as empresas consigam encontrar saídas para a depressão para o ritmo de atividade delas. As exportações contribuíram bastante. As importações continuam em queda, em um ritmo relativamente estabilizado, o que sugere algum processo de substituição de importações. A taxa de câmbio foi um fator bastante importante para esse desempenho um pouquinho melhor”, concluiu Cagnin.

CNC divulga amanhã resultados de maio do Icec

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, quinta-feira, dia 2 de junho, os resultados de MAIO do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec). A partir das 10 horas, a economista Izis Ferreira estará disponível para atender os jornalistas, e análises e gráficos serão enviados por e-mail. A pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

 


Sobre o Icec

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador antecedente, apurado exclusivamente entre os tomadores de decisão das empresas do varejo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente seis mil empresas situadas em todas as capitais do País, e os subíndices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a duzentos pontos. O Icec avalia as condições atuais, as expectativas e as intenções de investimento dos empresários do comércio.

 

 

Fonte: CNC

Presidente da Fecomércio-PE participa da 105ª CIT, em Genebra, na Suíça

O presidente do Sistema Fecomércio/Senac/Sesc-PE, Josias Albuquerque, está em Genebra, na Suíça, de 30 de maio a 11 de junho, participando da 105ª Conferência Internacional do Trabalho (CIT), discutindo temas como trabalho decente nas cadeias produtivas, trabalho decente para a paz, a segurança e a resiliência e impacto da declaração da OIT sobre justiça social para uma globalização justa. Josias integra comitiva da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Atual situação econômica foi tema de debate do Fórum Empresarial de Timbaúba

Promovido pela Fecomércio-PE, encontro aconteceu dia 24 de maio, na Faculdade de Ciências de Timbaúba, e reuniu empresários da região

 

Timbaúba recebeu, no dia 24 de maio, empresários e novos empreendedores para o Fórum de Debates “Cenários Econômicos para 2016”. Com a casa cheia, o objetivo do evento foi estimular os donos de negócios a enfrentarem os desafios e se renovarem para conseguirem se adequar às novas formas de mercado e a realidade atual da economia.

 

Na abertura, a diretora executiva do Instituto Fecomércio-PE, Brena Castelo Branco, conversou com o público sobre a importância de debater temas como os desafios que apareceram devido à conjuntura econômica do Brasil e Pernambuco. Dando continuidade, a economista da Ceplan e consultora da Fecomércio-PE, Tania Bacelar ministrou palestra sobre esse cenário atual e as oportunidades que os empresários terão na Mata Norte. Para contextualizar, a economista detalhou todo o histórico do país e do estado. Além disso, abordou ainda o desenvolvimento recente de Pernambuco e os avanços da região do entorno de Timbaúba. 

 

“É inegável que estamos em uma crise, mas quando olhamos os números, vemos que é possível tirar o Brasil dessa situação. Na década de 80, por exemplo, a situação econômica era muito mais grave, mas em paralelo, o ambiente político era favorável, o que não acontece nos dias de hoje. Então, essa crise econômica e política, juntas, geram uma instabilidade e faz com que os empresários não queiram investir”, destacou Tania. Apesar disso, para finalizar, a economista alertou a importância das empresas investirem, mesmo em uma conjuntura difícil.

 

Para debater com os empresários presentes, mesa comandada por Tania Bacelar, Raquel Tabatchnik, da DIP Consultoria e André Farias, da LIDE Futuro Pernambuco. No diálogo, assuntos como o comportamento do empresário, proatividade no mercado e a importância do protagonismo empresarial diante a crise foram os principais abordados. Segundo André, é importante desenvolver uma rede de relacionamento para o fortalecimento dos negócios. “A conjugação no plural é a única possível para a consolidação de projetos em longo prazo”, alertou.

Chuvas prejudicam comércio no Grande Recife

Os transtornos causados pelas fortes chuvas na Região Metropolitana do Recife (RMR) contribuíram para ampliar a desaceleração ao qual o setor do comércio de bens, serviços e turismo vem passando. Um dia atípico como este reduz de maneira significativa o fluxo de pessoas nos grandes centros comerciais, além de afetar a dinâmica das lojas com a grande parte dos funcionários chegando atrasado ou não conseguindo chegar ao trabalho. Sem a movimentação dos consumidores pelas ruas e shoppings devido às fortes chuvas, as vendas recuam ainda mais, e este não é o único prejuízo, os lojistas do comércio tradicional ainda são afetados com as lojas sendo invadidas pela água que torna o ambiente sujo e muitas vezes danificam produtos que seriam comercializados. Pós chuva, ainda tem a questão de contabilizar os prejuízos do tempo perdido para limpeza e reorganização do ambiente. Uma segunda-feira que começa com um verdadeiro caos na mobilidade pode ainda afetar uma das datas mais importantes para o setor: o Dia dos Namorados. Faltam praticamente duas semanas para a comemoração da data e a procura pelos presentes já iniciaria ontem.

Timbaúba recebe fórum da Fecomércio-PE para debater atual situação econômica

Promovido pela Fecomércio-PE, em parceria com o Sebrae, encontro acontece no próximo dia 24 e vai reunir empresários locais

 

Desde o ano passado, Pernambuco tem sentido as dificuldades do vigente momento econômico do país. O atual cenário faz com que municípios do estado sejam desafiados renovarem-se e adequarem-se às novas formas de mercado. Para debater este novo momento e as perspectivas para 2016, o Instituto Fecomércio-PE, em parceria com o Sebrae, irá realizar, no próximo dia 24, às 18h, na Faculdade de Ciências de Timbaúba, o Fórum de Debates Cenários Econômicos para 2016.

 

Na ocasião, a economista da Ceplan e consultora da Fecomércio-PE, Tania Bacelar ministrará palestra magna sobre o cenário atual e as oportunidades que os empresários terão na Mata Norte, além de discutir sobre o desenvolvimento recente de Pernambuco e os avanços da região. 

 

No decorrer da programação, haverá uma Mesa de Debates que terá como participantes, além de Tania Bacelar, Raquel Tabatchnik, da DIP Consultoria, que irá falar sobre o comportamento do empresário e a proatividade no mercado, e André Farias, da LIDE Futuro Pernambuco, que irá fazer um breve comentário sobre a importância do protagonismo empresarial diante a crise.  


O evento é promovido pela Fecomércio-PE, em parceria com o Sebrae em Pernambuco, CDL Timbaúba e a Prefeitura Municipal e é gratuito. As inscrições devem ser realizadas através do e-mail forumdedebates@fecomercio-pe.com.

 

Fórum de Debates: CENÁRIOS ECONÔMICOS PARA 2016

Local: Faculdade de Ciências de Timbaúba (Avenida Antônio Xavier de Moraes, nº 03/05 – Sapucaia – Timbaúba-PE

Data: 24.05.2016

Horário: 18h às 21h30

Informações e inscrições : CDL Timbaúba: (81) 3631-1003 /  Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.  

forumdedebates@fecomercio-pe.com