Fecomércio-PE

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Pedido de CNPJ será feito somente online a partir de novembro


Contribuinte deverá usar aplicativo de Coleta Online do CNPJ (Coleta Web). Não haverá mais necessidade de fazer download e instalação de programa.

A Secretaria da Receita Federal informou nesta terça-feira (21) que, a partir do dia 3 de novembro, os contribuintes deverão utilizar exclusivamente o aplicativo de Coleta Online do CNPJ (Coleta Web) para preenchimento de solicitações cadastrais de inscrição, alteração ou baixa.

 

Pelo sistema atual, os contribuintes têm de utilizar o aplicativo de Coleta Offline do Programa Gerador de Documentos do CNPJ (PGD CNPJ 4.0), que é o programa utilizado para preenchimento de solicitações (inscrição, alteração e baixa) relativa aos dados cadastrais das pessoas jurídicas e equiparadas no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ).

 

Com a mudança, não haverá mais a necessidade, a partir de 3 de novembro próximo, de fazer o download e instalação de qualquer programa para efetuar as solicitações do CNPJ, informou a Receita Federal.

 



Fonte: G1

 

Conselho de Turismo aborda impactos da indústria de eventos no Brasil

O Conselho de Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) vai debater amanhã, dia 29 de outubro, os impactos do setor de eventos na economia brasileira, com a apresentação do II Dimensionamento Econômico da Indústria de Eventos no Brasil. O mercado brasileiro de eventos movimentou, em 2013, R$ 209,2 bilhões, em um total de  590 mil eventos realizados. A pesquisa, da Associação Brasileira da Indústria de Eventos (Abeoc Brasil) e do Sebrae Nacional, foi realizada pelo Observatório do Turismo da Universidade Federal Fluminense e teve o apoio da CNC.

 

   

 

O Conselho de Turismo recebe a presidente da Abeoc Brasil e vice-presidente do Conselho, Anita Pires, o coordenador do Observatório do Turismo, Osíris Marques, e o diretor da LCB Consultoria Organizacional, Luis Carlos Barbosa, que vão apresentar as conclusões do estudo.  A reunião será realizada às 17h30, na CNC, à Avenida General Justo, 307 - 4º andar, Castelo, Rio de Janeiro.  

 

 

Lojistas esperam alta de 3% em vendas a prazo no Natal

O consumidor está ponderando mais as compras parceladas. Pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) apontou que apenas 3% deles pretendem fazer dívidas de médio prazo nas compras de Natal.

Se as expectativas dos lojistas se confirmarem, as vendas devem praticamente repetir o crescimento do ano passado quando a alta verificada foi de 2,97%. Nos anos anteriores, o incremento das vendas parceladas foi de 2,37% em 2012, de 2,33% em 2011 e de 10,89% em 2010.

Também vale ressaltar que neste período a economia brasileira vivia um período de crescimento acelerados, após momentos de estagnação.

Desaceleração

Como em 2014 o varejo apresentou desempenho modesto na maior parte das datas comemorativas - Dia das Mães, Dia dos Namorados, Dia dos Pais, Dia da Criança - e sofreu com as vendas no período da Copa do Mundo, os lojistas esperam alavancar as vendas no Natal para recuperar o prejuízo sofrido no primeiro semestre.

"A inflação tem pesado no bolso dos consumidores. Os juros se encontram num patamar elevado e a massa salarial já não cresce com tanto vigor como nos últimos anos, o que desaquece as vendas", explicou em nota o presidente da CNDL, Roque Pellizaro Junior.

 Ainda segundo o especialista, o décimo terceiro salário pode incrementar as vendas. "Em virtude da injeção extra de capital com o pagamento do abono de Natal e com as tradicionais compras de última hora, as vendas para o fim do ano devem ser melhores do que nas demais datas festivas de 2014. A expectativa dos lojistas é de que as perdas acumuladas ao longo do ano sejam recuperadas no período natalino", afirmou.

 Otimismo

Para o líder do movimento lojista, o período natalino é conhecido por beneficiar praticamente todos os segmentos da economia, de maneira homogênea. "No Natal, é comum que o consumidor direcione seus gastos aos mais variados bens e serviços. Ele pode comprar uma roupa nova, quitar dívidas, revisar o carro que está na garagem, dar um vinho de presente e até começar uma reforma em casa. Dessa forma, todas as engrenagens giram para fazer a máquina econômica funcionar", explicou Pellizzaro Junior.

Fonte: DCI 

Inadimplência de empresas do Brasil sobe 13,4% em setembro, aponta Serasa

 

A inadimplência das empresas no Brasil cresceu 13,4 por cento em setembro ante igual mês do ano passado, a maior alta na comparação anual desde outubro de 2012, informou nesta terça-feira a Serasa Experian. Na comparação com agosto, no entanto, o índice caiu 0,5 por cento. Já no acumulado de janeiro a setembro, a inadimplência das empresas no país subiu 7,4 por cento.

 

Economistas da Serasa Experian disseram em nota que o fraco desempenho da atividade econômica, prejudicando a geração de caixa das empresas, e a elevação dos custos favoreceram o avanço da inadimplência no ano.

 

Em setembro, apenas, as dívidas das empresas junto aos bancos avançaram levemente sobre agosto, com alta de 0,1 por cento, enquanto os títulos protestados cresceram 6,8 por cento. Os cheques sem fundo e as dívidas não bancárias caíram 11,9 por cento e 0,2 por cento, respectivamente, em setembro ante agosto, informou a Serasa Experian.

 

Fonte: Reuters



Estão abertas as inscrições para o Prêmio Nacional de Inovação

Seguem  até 7 de dezembro as inscrições para o Prêmio Nacional de Inovação Edição 2014/2015. Podem concorrer empresas de micro, pequeno, médio e grande portes de todo o Brasil que disputarão R$ 900 mil pré-aprovados no Edital SENAI SESI de Inovação, além de missão técnica internacional e cursos de educação executiva.

 Os projetos devem ser inscritos exclusivamente pela internet, no site do Prêmio. Os vencedores serão anunciados em cerimônia em maio de 2015, em São Paulo.

 


O Prêmio Nacional de Inovação é uma iniciativa da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e o Movimento Brasil Competitivo (MBC).   “A capacidade de inovar é fundamental para mostrar como a inovação eleva os lucros e se converte em crescimento econômico e mais oportunidades para o país”, destaca a diretora de Inovação da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Gianna Sagázio.
Para o presidente do Conselho Superior do MBC, Elcio Anibal de Lucca, o Prêmio consolida um movimento em busca da inovação, ativo chave para gerar competitividade. “As empresas que desejam se manter competitivas no mercado devem ser capazes de se reinventar à velocidade demandada pelos novos anseios e necessidades da população. Por isso a importância de reconhecer iniciativas que valorizam ideias e soluções criativas no setor industrial brasileiro”, afirma Lucca. “Até pouco tempo, havia o mito de que investir em tecnologia era algo caro e restrito a grandes empreendimentos.
Buscamos desmistificar a concepção que alguns empreendedores têm de que inovação exige altos recursos ou que se limita a equipamentos tecnológicos. A inovação em processos de gestão ou controle de desperdício pode levar, por exemplo, a uma maior produtividade e redução de custos”, completa o presidente do Sebrae, Luiz Barretto. Nas três últimas edições de Prêmio, houve expressivo crescimento do número de projetos inscritos – prova de que a inovação se consolida como principal instrumento de conquista de novos mercados. Em 2011, foram 427. Em 2012, 981. Já no ano passado, foi registrado um recorde: 2022 inscrições.

Categorias – O Prêmio Nacional de Inovação  tem o apoio do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). As empresas podem concorrer em quatro categorias.

•    Gestão da Inovação – busca reconhecer métodos, técnicas e ferramentas de gestão da inovação que estabeleçam um ambiente propício ao desenvolvimento de projetos inovadores.
•    Inovação Tecnológica – valoriza projetos de produtos ou processos que contribuem para o aumento dos níveis de competitividade da empresa.
•    Inovação em Modelo de Negócio – premia a forma como projetos são levados ao mercado a fim de aprimoramento de modelos de negócio capazes de gerar impactos na empresa.
•    Agente Local de Inovação – direcionada às micro e pequenas empresas atendidas pelo Programa Agentes Locais de Inovação (ALI) do Sebrae nos setores de indústria, comércio e serviço.

 

Fórum empresarial aborda o potencial para o turismo de negócios em Arcoverde

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Arcoverde é um dos polos comerciais e de serviços mais importantes do interior do Estado, sendo hoje a 5° cidade de Pernambuco, segundo dados do IBGE. Com uma localização privilegiada, na entrada do Sertão pernambucano, o município é um centro de lazer, cultura, comércio e importante reduto de serviços médicos especializados. Para discutir as potencialidades de negócios da região criadas pelo turismo, o Sistema Fecomércio-PE, por meio do Instituto Fecomércio-PE, em parceria com a Associação Comercial de Arcoverde, realizou no dia 22 de outubro, o I Fórum Empresarial  de Arcoverde - Impactos e perspectivas do turismo para o comércio local, no Sesc Arcoverde.

 

O comércio de Arcoverde possui estabelecimentos dos mais variados setores e supre um mercado de cerca de 26 municípios próximos, chegando a receber por dia 4 mil visitantes, que vem à cidade, exclusivamente, para comprar. Essa característica de Arcoverde foi destacada, durante o I Fórum Empresarial de Arcoverde - Impactos e perspectivas do turismo para o comércio local, pelo consultor em Estratégia, Marketing & Comercialização Steven Albuquerque. “Essas pessoas que vem para Arcoverde são turistas, não em busca de lazer, mas com o objetivo de consumir ou fazer negócios. A cidade precisa oferecer serviços e negócios para atrair esse tipo de visitante”, destacou.

 

Albuquerque enfatiza ainda a sustentabilidade do turismo de negócios como mola propulsora no desenvolvimento local. “Vocês precisam escolher qual a imagem que querem passar para essas pessoas vem para fazer negócios ou consumir na cidade. E para isso é necessário se colocar no lugar do turista e entender a necessidade dele e traçar estratégias de mercado para atraí-lo. Arcoverde precisa pensar no turismo não apenas fruto de festas e eventos, mas compreender a potencialidade que tem para a geração de novos negócios”, disse.

 

De acordo com  Eduardo Costa, vice-presidente para assuntos do Comércio de Turismo e Hospitalidade da Fecomércio-PE e Presidente da  Associação Brasileira de Indústria de Hotéis seção Pernambuco (ABIH-PE), o Turismo em Arcoverde movimenta 54 segmentos da economia da cidade. “O potencial turístico de Arcoverde é evidente. É preciso implantar boas práticas de hospitalidade, atualizar o inventário turístico e cultural, oferecendo de forma permanente ao visitante que vem comprar ou fazer negócios na cidade, alternativas de roteiros turísticos, restaurantes regionais e atrações que faça com que esse turista volte para o lazer e para os negócios”, afirmou. De acordo com dados da ABIH-PE, Arcoverde possui 13 unidades de hotelaria, 1.112 leitos e o setor hoteleiro gera mais de 2 mil empregos diretos na cidade.

 

Ainda durante o encontro, o secretário de Cultura Turismo e Juventude de Agrestina, Josenildo Santos, apresentou aos participantes as ações do programa Desbravando Agrestina, que através de trabalhos conjuntos com escolas, jovens e a sociedade proporciona um roteiro turístico e fortalece a economia, o turismo e a cultura local.

 

Planejamento interno reduz os custos de pequenas empresas

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Especialistas afirmam que é possível a empresa conseguir melhorar sua condição financeira sem tomar medidas amargas, como demissão e pedidos de falência

Fernanda Bompan

SÃO PAULO - O cenário de desaceleração da economia tem provocado o aumento da inadimplência e a queda nas vendas neste ano, de modo que soluções amargas como demissão fossem vislumbradas. Mas não são as únicas alternativas, para especialistas consultados pelo DCI.

É possível, na opinião deles, reduzir custos internamente sem que seja necessário diminuir o quadro de funcionários, ou que os credores não vissem outro jeito a não ser pedir a falência da empresa. Contudo, cada negócio tem sua peculiaridade, além de que reivindicar um maior apoio do governo também não deve ser descartado.

"Muitos empresários acreditam que para sair da crise, a solução é o aumento das vendas e, se elas não ocorrem, não veem alternativas e acabam recorrendo às recuperações judiciais. Mas todas as reduções de custos podem ser revertidas diretamente em lucro", diz Fernando Macedo, especialista da Expense Reduction Analysts (ERA).

Medidas como reavaliar os planos de telefonia em celulares de diretores - se condiz com seu uso -, até realizar a compra cooperada de itens de materiais de escritório, como copos para tomar café, são ações consideradas mais simples.

"Há duas semanas, conseguimos mostrar que uma empresa, do ramo de alimentação poderia reduzir seus gastos gerais em 46%. E um dos motivos foi que havia contratos, feitos há muito tempo e eram renovados automaticamente, de itens os quais a empresa não utilizava mais. Por isso não é só trocar o fornecedor para reduzir custo."

Tributos

O especialista afirma que fazer esse planejamento sobre seus gastos também pode gerar indiretamente uma diminuição no pagamento de impostos. "Existem estados que o [recolhimento] de ICMS chega a ser 35% da telefonia da companhia. Ao otimizar essa despesa [rever planos, por exemplo], o custo irá cair. Otimizar os dispêndios com frete também é outra forma de ter um benefício intangível sobre aspecto tributário", entende.

O advogado Pedro Moreira, do Celso Cordeiro e Marco Aurelio de Carvalho Advogados, endossa a opinião de que não é só o governo que deve tomar medidas para elevar a competitividade das empresas brasileiras. "Dentro do direito tributário, no âmbito federal, a empresa deve avaliar se compensa optar pelo Simples Nacional, se estiver enquadrada [faturamento anual de até R$ 3,6 milhões]. Ou escolher entre os regimes de tributação Lucro Presumido e Real. Neste caso a questão a mais fácil", diz.

Por outro lado, a maior complexidade está no âmbito regional, segundo ele. "Principalmente para aqueles que estão sujeitos ao ICMS e ISS [como os prestadores de serviços] é necessário fazer um mapeamento, para ver, por exemplo, se vale a pena procurar regimes especiais, entre outras vantagens", aponta. "Mas tudo isso com avaliação de um especialista dos fundamentos do efetivo propósito negocial da empresa e evitar a evasão fiscal", acrescenta o advogado.

Evasão fiscal é uma forma ilegal para evitar o pagamento de taxas, impostos e outros tributos. Entre os métodos usados para isso estão a omissão de informações, declarações falsas, entre outras ações.

Além dessa questão que envolve o planejamento tributário - importante começar a ser feito a partir deste mês para ter mais tranquilidade -, Moreira sugere que a empresa faça uma avaliação sobre a idoneidade dos seus fornecedores e clientes, para evitar passivos no futuro. "Isso é importante ainda mais neste cenário econômico em que as fiscalizações aumentam", alerta.

De qualquer forma, Macedo adverte para que os empresários não esperem o final do ano ou início do próximo para iniciar medidas que podem ser cruciais na hora de fechar o balanço da empresa. "Estamos próximos dos pagamentos de 13º salários, bônus, férias e demais despesas normais de fim de ano, não é hora de cruzar os braços e esperar o próximo governo para tomar decisões, pode ser tarde demais", enfatiza.

Falências

Segundo o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, os sinais de que as empresas precisam fazer algo o quanto antes para reduzir seus custos, é de que o pedido de falências em setembro, quando se espera certa recuperação econômica, bateu recorde no ano.

Foram feitas 181 requisições em todo País no mês passado, representando alta de 21,5% a agosto (149). Na comparação com setembro de 2013, o número de pedidos de falência subiu 16%, com 156 pedidos.

Desse total no nono mês de 2014, 91 foram de micro e pequenas empresas, 39 de médias e 51 de grandes. "Os resultados da pesquisa mostram que até as grandes empresas estão passando por dificuldades", esclarece Luiz Rabi.

Ele explica que esse aumento no número de pedidos pode ser devido, além do agravamento do cenário doméstico, pelos juros altos, principalmente cobrados pelos bancos - cujos riscos futuros de inadimplência pela atual situação econômica estão embutidos na tomada de crédito -, pela queda generalizada dos níveis de confiança empresariais e pela elevação dos custos trabalhistas, por conta da escassez de mão-de-obra qualificada.

Ainda de acordo com o levantamento da Serasa, divulgado recentemente, as recuperações judiciais requeridas apresentaram aumento de 38,5% em setembro deste ano, quando comparadas com o mês anterior. Foram 90 solicitações realizadas no nono mês deste ano, contra 65 em agosto. As micro e pequenas empresas lideraram os requerimentos de recuperação judicial com 49 pedidos, seguidos pelas médias (25), e pelas grandes empresas (16).

No acumulado do ano até o nono mês, foram feitos 1.263 pedidos de falência, e 556 decretadas. Com relação à recuperação judicial, foram requeridas 631, e 498 deferidas.

A diferença entre recuperação judicial e falência é que, no primeiro caso, a empresa, que passa por uma momentânea dificuldade financeira, busca a tutela do Estado, junto ao poder judiciário, para equilibrar suas contas e continuar a atuar no mercado. Já no segundo caso, é um processo que visa promover a arrecadação de todos os bens da empresa, a realização do ativo, isto é, transformação dos bens em dinheiro, e o pagamento dos credores.

Políticas públicas

Luiz Rabi afirma que mesmo com a possibilidade da própria empresa agir para reduzir seus custos, políticas públicas também são importantes e que deveriam ser feitas pelo próximo governo, a ser definido no domingo desta semana.

"O próximo governo deveria inverter a lógica vigente no mandato de Dilma Rousseff de política fiscal expansionista com política monetária restritiva. O ideal seria uma política fiscal austera, com corte de despesas, para que o Banco Central diminuísse os juros [taxa básica, a Selic]", cita.

O advogado Pedro Moreira aponta, ainda, que a ampliação da desoneração da folha de pagamento e novas alterações no Simples, como elevar o limite de faturamento para optar pelo regime são medidas que podem ser feitas no começo do mandato do próximo governo federal. "Mas uma simplificação tributária também deveria ser contemplada nesse cenário", avalia o especialista.

Fonte: DCI

Descontada a inflação, serviços completam seis meses de queda na receita real

 

Considerando-se a alta de 8,4% do IPCA dos últimos 12 meses como deflator, receita do setor de serviços teria acusado variação real de -3,9% em agosto  

 

 

Em agosto, a receita bruta de serviços cresceu 0,1% na comparação com o mês de julho, segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgados hoje (22) pelo IBGE. Em relação ao mesmo mês de 2013, houve expansão de 4,5%, o que representou uma ligeira desaceleração ante a variação anual ocorrida em julho (+4,6%). Com a perda de ritmo no comparativo anual, os serviços acumulam alta nominal de 6,7% nos oito primeiros meses deste ano, crescendo, portanto, a chance de que o segmento apure seu pior resultado ao final de 2014. Nos dois últimos anos a receita do setor cresceu 10,0% e 8,5%, respectivamente.  

 

Fabio Bentes, economista da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), afirma que a série divulgada pelo IBGE teve início em janeiro de 2012 e ainda não conta com um deflator próprio nem com ajustes sazonais. “Os serviços de educação, saúde e financeiros não são pesquisados. Ainda assim, os demais subsetores respondem por 36,5% de todo o valor adicionado bruto gerado pela economia e por 34,6% do pessoal ocupado no País. Valendo-se da variação dos preços dos serviços do IPCA referente aos últimos 12 meses – de +8,4% – como deflator da PMS, a receita do setor de serviços teria acusado variação real de -3,9% no período, seu pior resultado no comparativo anual real”, afirma Bentes.

 

Fonte: CNC

Serviços têm em agosto a menor alta histórica, diz IBGE

A receita bruta nominal do setor de serviços cresceu 4,5% em agosto, ante igual mês de 2013, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quarta-feira, 22. Foi o menor crescimento da série histórica iniciada em janeiro de 2011. A receita bruta do setor acumula alta de 6,7% no ano e elevação de 7,4% em 12 meses. A Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) foi inaugurada em agosto do ano passado, com série histórica desde janeiro de 2012.

 

A pesquisa produz índices nominais de receita bruta, desagregados por atividades e com detalhes para alguns Estados, divididos em três tipos principais: o índice do mês frente a igual mês do ano anterior; o índice acumulado no ano; e o índice acumulado em 12 meses.Ainda não há divulgação de dados com ajuste sazonal (mês contra mês imediatamente anterior), pois, segundo o IBGE, a dessazonalização requer a existência de uma série histórica de aproximadamente quatro anos.

 

Fonte:DCI

Brasil está entre os dez principais mercados para o setor de academias

O culto ao corpo saudável e a longevidade têm fomentado o segmento fitness de forma significativa no Brasil. Nos últimos cinco anos, o número de academias saltou de 15 mil para 30 mil e a expectativa é que essas operações movimentem R$ 2,5 bilhões este ano.


Como a concorrência é acirrada, para manter a rentabilidade do negócio os empresários do setor têm de estar atentos às tendências que vêm do exterior, em especial dos Estados Unidos, e adequá-las ao mercado brasileiro. "Há 10 anos trouxemos para o Brasil a rede Contours, que é uma bandeira norte-americana já consolidada, com atendimento apenas a mulheres. Foi uma inovação no setor", lembra a diretora executiva da marca no País, Patrícia Martins, ao DCI.


Hoje, a rede soma 42 unidades espalhadas pelo Brasil. Outras oito já estão em processo de implementação. "O segmento tem crescimento vigoroso no Brasil, mas ainda não estamos nem perto do que o setor de fitness representa nos EUA", disse a executiva. A estimativa é que enquanto 18% dos americanos se exercitam, no Brasil o índice é de apenas 3%.


"Hoje a procura tem sido maior, e como o brasileiro tem caracteristicas diferentes, nesses 10 anos algumas coisas foram sendo modificadas na Contours".

Além do circuito de treino, que pode ser feito em 30 minutos, a Contours oferece a suas clientes pilates, tratamentos estéticos e demais serviços relacionados ao bem-estar.


Gigante do setor

Outra rede mundialmente conhecida, o Grupo Bio Ritmo, há 15 anos em atuação, tem boas perspectivas para o futuro. Segundo o presidente do grupo, Edgard Corona, até 2016 a rede, que também tem a marca Smart Fit, quer chegar a um milhão de alunos matriculados, apenas na América Latina. "O plano de expansão da Smart Fit para 2015 prevê inaugurar 75 unidades no Brasil, 30 no México e 5 no Chile", disse o executivo.


Ainda segundo Corona, até 2016 a Bio Ritmo irá abrir cinco unidades fora de São Paulo. Serão três no Rio de Janeiro, com investimentos de R$ 18 milhões, além de duas academias em Brasília, com investimentos de R$ 16 milhões.


Desde 2010, o Grupo Bio Ritmo cresce 50% ao ano. Para 2014, a expectativa é R$ 420 milhões de faturamento. Hoje são 165 unidades da Smart Fit (Brasil, México e Chile), e 28 da Bio Ritmo (São Paulo e Belém).

 

Propulsor

Recentemente, o BNDES divulgou a possibilidade de empresários do setor comprarem equipamentos pelo Finame. Na opinião do presidente da Associação Brasileira de Franchising do Rio de Janeiro (ABF-Rio), Beto Filho, mais do que fomentar o setor, essa é uma forma de o governo diminuir o uso dos programas públicos de saúde.

"Isso é um caso de saúde pública. Ao liberar esse financiamento, o governo entende que a melhor forma de diminuir a procura pelo SUS é incentivando a prática de esportes e da alimentação saudável", disse o especialista.


Ainda segundo Beto Filho, o potencial de expansão das academias é comprovado pelos números, que por vezes ultrapassam o setor como um todo. "Esse setor cresce acima dos dois dígitos e supera o desempenho do franchising", concluiu o presidente da ABF-Rio.

Fonte: DCI