Fecomercio-PE

Fecomércio-PE

Nota da CNC

Em relação ao momento político e econômico que o País está atravessando, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo manifesta a firme convicção de que as atuais adversidades só poderão ser superadas com a preservação da capacidade de diálogo responsável e lúcido dos diversos atores envolvidos, entre eles o empresariado.

 

   

Para a CNC, é fundamental que, quaisquer que sejam as posições a serem assumidas, elas estejam respaldadas no respeito irrestrito aos ritos constitucionais, aos princípios democráticos e às garantias do Estado de Direito, mesmo que contemplem mudanças na estrutura do governo.

 

Fonte: CNC

 

O assessor legislativo da Fecomércio-PE, César Souza, participou, no dia 15 de março, do 26º Encontro da Rede Nacional de Assessorias Legislativas do Sistema CNC-Sesc-Senac (Renalegis), realizado em Brasília. Durante o encontro, foram discutidos 26 Projetos de Lei em tramitação na Câmara dos Deputados e no Senado Federal que impactam de forma direta ou indireta o segmento empresarial do Comércio de Bens, Serviços e Turismo em nível nacional. 

A Fecomércio-PE levou para o debate com os representantes das outras federações três proposições atualmente em apreciação no Congresso Nacional. Em sua abordagem, César Souza demonstrou o posicionamento contrário da entidade ao mérito desses Projetos de Lei e buscou orientação dos demais participantes para a adoção de uma estratégia em conjunto com o intuito de sustar o das proposições elencadas. São elas:

 

 

1) PL 153/2015

 

Autoria: Deputado Federal Félix Mendonça Júnior (PDT/BA)

Ementa: Tipifica a conduta de deixar de repassar as contribuições ao FGTS recolhidas dos contribuintes à Caixa Econômica Federal, no prazo e forma legal ou convencional como crime de apropriação indébita do depósito de FGTS e dá outras providências.

Explicação da Ementa: O Projeto de Lei nº 153/2015, de autoria do deputado federal Félix Mendonça Júnior (PDT/MA), visa aumentar o percentual da multa por não depósito do FGTS para 50% no mês do vencimento da obrigação e 100% a partir do mês seguinte ao do vencimento da obrigação. Hoje a multa é de 5%, caso recolhido no mês da obrigação, e de 10% a partir do mês seguinte ao vencimento.

Estabelece também pena de reclusão de um a dois anos aos diretores, sócios, gerentes, membros de órgãos fiscais ou consultivos, titulares de firma individual ou quaisquer outros dirigentes de empresa que desrespeitarem a questão do pagamento e da distribuição ao FGTS.

 

Posicionamento FECOMÉRCIO-PE: Contrária ao PL.

A Fecomércio-PE é contrária a matéria contida no PL 153/2015 e a emenda recebida na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP), uma vez que entende que o não recolhimento do FGTS não pode ser tipificado como crime de apropriação indébita.

Diferentemente do recolhimento previdenciário e da contribuição sindical, que existe a retenção na verba salarial do empregado; neste caso, apenas a empresa deixou de recolher o FGTS, principalmente quando levados em consideração o momento econômico atual, onde cada vez mais as empresas alegam incapacidade financeira para cumprir com todas as suas obrigações sociais e tributárias.

Ao nosso ver, o não recolhimento do FGTS deve ser objeto de processo administrativo, ou seja, se a empresa está inadimplente, o correto é realizar uma composição com o fisco em caráter administrativo, não justificando, portanto, a aplicação de uma pena no âmbito criminal e a caracterização do ato do não-recolhimento como uma ilicitude penal.

Por fim, outro ponto que prejudica as empresas no aspecto financeiro é o aumento da multa por atraso nos recolhimentos, que, atualmente é de 5% no mês de competência e 10% nos meses subsequentes, sofrendo, na proposta apresentada pelo deputado Félix Júnior, uma majoração para 10% e 100%, respectivamente.

 

2) PL 226/2015


Autoria:  Deputado Federal Rômulo Gouveia (PSD/PB)

Ementa:Dá nova redação ao § 5º do artigo 33 da Lei nº 12.305, de 2 de agosto de 2010, para obrigar os comerciantes e distribuidores a receber dos consumidores os produtos sujeitos à logística reversa.

Explicação da Ementa: A proposta do PL em questão diz respeito a forma como se deverá proceder na operacionalização da logística reversa de determinados resíduos sólidos – resíduos e embalagens de agrotóxicos e óleos lubrificantes, pilhas, lâmpadas, pneus e produtos eletroeletrônicos.

 

Posicionamento FECOMÉRCIO-PE: Contrária ao PL.

Todo o processo de logística reversa está sendo objeto de estudos e debates no Ministério do Meio Ambiente para que seja firmado o Acordo Setorial entre todos os envolvidos na cadeia produtiva, conforme a Lei Federal nº 12.305/2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, e o Decreto nº 7.404/2010, que visa regulamentar tal legislação. Desde da promulgação da Lei da Política Nacional dos Resíduos Sólidos, e, mais especificamente, após o Decreto nº 7.404/2010, foram instalados cinco Grupos Técnicos de Trabalho (GTT) com o intuito de implementar este tipo de logística reversa sob coordenação do Ministério correlato ao produto pós-consumo.

Os Grupos de Trabalho instalados já estão estudando e definindo o modelo de logística reversa para cada cadeia prevista na Lei Federal (medicamentos, eletrônicos, embalagens, óleos lubrificantes e lâmpadas) através de estudos de viabilidade técnico-econômica para posterior publicação de edital onde o Governo Federal convocará os atores envolvidos para assinarem o Acordo Setorial.

Para a Fecomércio--PE, a aprovação do PL nº 226/2015 poderá trazer ainda um possível distanciamento e uma incompatibilidade das normas quando considerada a execução das políticas relacionadas ao Meio Ambiente e ao processo de descarte dos produtos pós-consumo. Isto posto, recomenda-se que não sejam criadas novas leis sobre esta matéria, para evitar distorções legais em relação ao Acordo Setorial que está sendo firmado com a participação dos principais envolvidos e que oferecerá a melhor solução para a questão da logística reversa.

 

3) PLS 294/2008


Autor: Senador Paulo Paim (PT/RS)

Ementa: Altera o art. 192 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, para dispor sobre a base de cálculo do adicional de insalubridade.

Explicação da Ementa: O Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 294/2008, de autoria do senador Paulo Paim (PT/RS), visa alterar o art. 192 da CLT para estabelecer que a base de cálculo do adicional de insalubridade incidirá, não mais sobre o salário mínimo, mas sobre o salário do trabalhador.

A proposição busca ainda elevar o percentual do cálculo desse adicional para assegurar ao empregado a percepção, respectivamente, de 50%, 30% e 20% (hoje são 40%, 20% e 10%), segundo se classifiquem nos graus máximo, médio e mínimo de insalubridade.

 

Posicionamento FECOMÉRCIO-PE: Contrária ao PLS.


A Fecomércio-PE é contrária ao PLS 294/2008, uma vez que defendemos que a base de cálculo do adicional de insalubridade seja aplicada sobre o piso salarial da categoria profissional e não sobre o salário percebido pelo empregado.

 

A proposta, caso aprovada da forma como foi apresentada, trará maiores custos aos empresários, notadamente no quesito do adicional de insalubridade.

Outro aspecto a ser levado em consideração é o aumento proposto da classificação por grau de insalubridade. Classificados de máximo, médio e mínimo, o grau de risco que o trabalhador está exposto seria alterado de 40%, 20% e 10% para 50%, 30% e 20%, respectivamente.

 

Quanto a emenda apresentada pelo ex-senador Roberto Cavalcanti (PRB/PB) na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), embora retorne aos percentuais do grau de risco previstos hoje na CLT, a proposta acompanha o autor do projeto quanto a aplicação do adicional de insalubridade sobre o salário nominal do empregado e não sobre o piso salarial da categoria, que, ao nosso ver, também deve ser rechaçado no Congresso Nacional.

A Câmara de Comércio Exterior (Camex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior decidiu estender a todos os países a cobertura de risco político e extraordinário do Seguro de Crédito à Exportação para operações com prazos inferiores a dois anos. Essa modalidade do seguro havia sido aprovada em 2014 somente para países da África, devido à necessidade de promoção das exportações para o continente.

 

Segundo o ministério, a ampliação está relacionada à “premissa estabelecida pelo Plano Nacional de Exportações de aprimorar e ampliar as coberturas oferecidas pelo sistema de garantia à exportação”. A Camex aprovou a medida em sua reunião de fevereiro, mas a informação foi divulgada nesta quinta-feira (17).

Diferentes dos riscos comerciais, relacionados à eventual falta de pagamento do devedor, os riscos políticos e extraordinários estão ligados a decisões governamentais e a fatos alheios à previsão dos contratantes, inclusive os decorrentes de fenômenos naturais.

 

Fonte: Agência Brasil 

 

As empresas instaladas no Brasil diminuíram em 12,2% a busca por crédito, no último mês de fevereiro, comparado ao mesmo mês do ano passado, segundo mostra a pesquisa do Indicador Serasa Experian de Demanda das Empresas por Crédito. Na comparação com o mês anterior, no entanto, a demanda subiu 4,7%. No acumulado do ano em relação ao mesmo período de 2015, a procura recuou 11,7%.

 

Em fevereiro, as empresas de médio porte foram as que mais reduziram a procura (-21,8%), na comparação o mesmo período do ano passado. Em seguida, estão as grandes companhias (-18%) e micro e pequenas empresas (-11,6%). Já entre janeiro e fevereiro, as micro e pequenas empresas lideram com aumento de 4,9% na demanda; as empresas de médio porte indicaram alta de 0,7% e as grandes, uma redução de 0,4%.

 

Por setor, a maior queda na demanda anual foi na indústria (-13,9%), seguida pelo comércio (-12,2%) e serviços (-11,7%). O Centro-Oeste do país foi a região com o recuo mais expressivo (-13,9%). No Sudeste, a procura caiu em 13,2%; seguido do Nordeste (-10,6%); Norte (-10,4%) e Sul (-9,9%).

 

Na virada de janeiro para fevereiro, o segmento industrial apresentou crescimento de 4,1%; o comércio 6,3% e os serviços 3%. A região Norte foi a que mais buscou crédito (4,7%); no Sudeste e Sul a procura cresceu 4,5%; no Centro-Oeste (6,1%); e no Nordeste (6,2%).

 

Em nota, os economistas da Serasa Experian afirmaram que “o aprofundamento da recessão econômica, o elevado grau de incerteza e as taxas de juros dos empréstimos cada vez mais elevadas, tem impactado negativamente a procura das empresas por crédito”.

 

Fonte: Agência Brasil

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O Instituto Fecomércio-PE, em parceria com o Sebrae, realizou ontem (17/03), o Fórum Empresarial de Debates: Cenários Econômicos para 2016 e as iniciativas empresariais, em Ouricuri, no Sertão de Pernambuco. Durante o encontro, a economista Tania Bacelar ministrou palestra sobre a conjuntura econômica e a importância de iniciativas empresariais das ações dos empresários para driblar a crise.

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O encontro, que aconteceu no Salão Paroquial da Igreja Matriz de São Sebastião, no Centro da cidade, marcou o lançamento do lançamento da 7ª edição da Feira do Comércio de Ouricuri (FECOU). A abertura do encontro foi realizada pelo presidente do Sistema Fecomércio/Senac/Sesc-PE, Josias Silva Albuquerque.

 

 

A FECOU será realizada nos dias 26, 27 e 28 de maio, no Pátio de Eventos de Ouricuri,  na Praça Voluntários da Pátria. Com uma estrutura de 5.500 m², com 100 estandes de diversos segmentos comerciais a FECOU terá como tema em 2016: Eu Amo Ouricuri”. A feira pretende mostrar a importância da cultura, da história e do

comércio popular do município para o desenvolvimento da região.

 

 

O Fórum de Debates visa a capacitação e a atualização dos empresários pernambucanos sobre os principais cenários de negócios, inovação e tecnologia, assim como ao fortalecimento do segmento do comércio de bens, serviços e do turismo, por meio da difusão de informações empresariais relevantes.  O projeto busca ainda interiorizar suas ações, a fim de impulsionar o desenvolvimento regional, principalmente dos polos econômicos de grande importância para a economia do Estado.

O presidente do Sistema Fecomércio/Senac/Sesc-PE, Josias Silva de Albuquerque, visitou na tarde desta quinta-feira (17/03), as unidades do Sesc e do Senac Petrolina. Durante o encontro com os funcionários, Josias Albuquerque  pediu o apoio de todos neste momento de crise, no qual passa o Brasil. Em seu discurso de agradecimento ao empenho de todos que fazem o Sistema Fecomércio/Sesc/Senac-PE, afirmou que não haverá corte de pessoal e disse ainda que  "o grande desafio para  2016 é fazer uma gestão focada em resultados e na economicidade, lutando contra a crise."

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Confira dicas para inovar na conquista do cliente

Fonte: Shutter Stock

Especialista em live marketing conta quais são os passos a seguir para surpreender o consumidor

 

O objetivo de qualquer marca é: ser lembrada e comprada pelo consumidor. E entre as formas mais eficientes de se aproximar do cliente e fixar sua imagem de maneira positiva está a oferta de uma experiência inesquecível. Do outro lado, o consumidor está cansado de fórmulas repetitivas e mais seletivo quanto às ações promocionais das marcas.

 

 

Para Fabiana Schaeffer, sócia-diretora da Netza, agência de live marketing responsável pelo lançamento do Samsung Galaxy Gran Prime e da promoção de pré-venda do Fit 2015: “Por isso, temos sempre que surpreender e inovar na hora de conquistar o cliente.” Veja a seguir cinco dicas que ela compartilhou com exclusividade para surpreender e inovar na hora de conquistar o consumidor:

 

1. Conheça bem o seu público-alvo: Buscamos sempre saber sobre pesquisas, tendências, análise de comportamento de consumidor, no nosso mercado nacional e no que rola lá fora. É preciso também fazer o trabalho de casa com as marcas que trabalhamos, ou seja, precisamos entender sobre a marca, seu contexto corporativo, seu público e seus concorrentes.

 

2. Planeje bem as ações: O primeiro passo é ter um bom briefing com necessidades claras, objetivos definidos e qual a verba destinada pelo cliente para a ação. É com uma estrutura bem construída que desenvolvemos os melhores cases de sucesso.

 

 

3. Ouse sem receio: Sair da mesmice nas campanhas promocionais deve fazer parte das agências de live marketing. Inovação, tecnologia, performance, intervenções, interação com o público são super importantes para criar o diferente e dar uma nova “roupagem” às campanhas dos clientes.

 

4. Pesquise o resultado de suas ações: Medir resultados nos ajuda a ser mais assertivos junto ao cliente e ao seu público. Resulta em saber a percepção do público em relação a uma determinada campanha, efetivação de venda (dependendo do produto) e fidelização do cliente, além de gerar novas compras e novos negócios para as empresas.

 

5. Construa uma relação de proximidade com seu target: Trabalhar lado a lado de seus clientes, com objetivo de maior alinhamento, estratégia, criatividade e eficiência de execução, resulta em melhores projetos. Atuar como parceiros, não como simples “entregadores” e ser uma extensão criativa das estratégias das empresas, são necessários para alcançar resultados e ter entregas absolutas. É com a união com os parceiros que construímos e desenvolvemos os melhores projetos de marketing.

Fonte: Portal no Varejo

Solenidade ocorre nesta sexta-feira (18), com a presença do presidente do Sistema Fecomércio/Senac/Sesc-PE, Josias Albuquerque, e da prefeita Rorró Maniçoba

 

O Sesc Pernambuco lança, nesta sexta-feira (18), a pedra fundamental da construção do Centro Esportivo e de Lazer Empresário Arlindo Gomes de Sá, na cidade de Floresta, no Sertão do Pajeú, distante 430 quilômetros do Recife.

A iniciativa é realizada em parceria com a Prefeitura Municipal, que doou um terreno de 25 mil m². A solenidade será realizada às 10h e contará com a presença da prefeita Roró Maniçoba, do presidente do Sistema Fecomércio/Senac/Sesc-PE, Josias Albuquerque, e do diretor regional do Sesc Pernambuco, Antônio Inocêncio Lima, além de outras autoridades políticas de Floresta.

 

O Centro integra o programa Sesc Comunidade, criado pelo Departamento Nacional do Sesc. “Floresta é a primeira cidade de Pernambuco a receber o Projeto Sesc Comunidade. O Centro de Esporte e Lazer tem como patrono a figura histórica do comerciante Arlindo Gomes de Sá. Será um espaço destinado a melhorar as condições de vida das pessoas por meio de práticas poliesportivas”, defende o presidente do Sistema Fecomércio/Senac/Sesc-PE, Josias Albuquerque.

 

O espaço, que recebeu o nome de Empresário Arlindo Gomes de Sá, homenageia o comerciante natural do município que atuou por anos no segmento farmacêutico. No local, serão construídos quadra poliesportiva coberta, ?campo de futebol society?, pista de cooper e ciclovia?. Os equipamentos serão todos adequados para atividades de saúde preventiva e de lazer de crianças, jovens, adultos e com espaço para os idosos.

 

A Lei Municipal da doação do terreno para as obras do Centro de Esportes e Lazer Empresário Arlindo Gomes Sá foi sancionada pela prefeita de Floresta, Roró Maniçoba, no dia 11 de abril de 2012. "A construção tem um valor imensurável e é um enorme privilégio, levando em consideração o tamanho da nossa cidade.  A realização deste sonho florestano significa muito, pois mudará os padrões do nosso esporte. Será um espaço destinado à formação de atletas, ao lazer e à inclusão social. Floresta agradece ao presidente Josias Albuquerque por olhar com carinho para nossa gente, por enxergar o potencial do nosso município e trazer tão arrojado investimento", afirmou a prefeita.

 

Sesc Comunidade – O programa é uma iniciativa do Departamento Nacional do Serviço Social do Comércio (Sesc) e visa democratizar o acesso ao esporte e lazer, promovendo o exercício da cidadania, da solidariedade e da inclusão social. O Sesc Comunidade amplia o acesso e promove qualificação dos indivíduos e organizações comunitárias, proporcionando espaço físico para atividades diferenciadas e integradas, que atendam diferentes interesses, pessoas e faixas etárias. No espaço serão promovidas atividades de esporte e lazer, além de ações socioeducativas e culturais para as comunidades circunvizinhas.

 

Serviço:

Lançamento da pedra fundamental do Centro Esportivo e de Lazer Empresário Arlindo Gomes de Sá

Data: dia 18 (nesta sexta-feira)

Horário: 10h

Endereço: Rua Projetada, Bairro de Três Marias, Floresta, PE.

 

 

 

 

A inflação medida pelo Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) ficou em 0,58% em março deste ano, taxa inferior às observadas em fevereiro de 2016 (1,55%) e em março de 2015 (0,83%). O IGP-10 acumula 2,84% no ano e 11,78% em 12 meses, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV).
A queda da taxa na passagem de fevereiro para março foi provocada por uma redução no ritmo da inflação no atacado e no varejo. A taxa do Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, recuou de 1,69% em fevereiro para 0,56% em março.

 

Consumidor


O Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, registrou uma taxa de 0,61% em março, ante 1,64% de fevereiro.  O Índice Nacional do Custo da Construção, terceiro subíndice que compõe o IGP-10, teve alta no período, já que subiu de 0,37% em fevereiro para 0,6% em março. O IGP-10 é calculado com base em preços coletados entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência.

 

Fonte: Agência Brasil

Pesquisa da CNC mostra queda de 1,6% em março, a primeira do ano. Componente Nível de Consumo Atual está na mínima histórica, com 53,3 pontos numa escala de 0 a 200


A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), registrou queda de 1,6% em março, na comparação com fevereiro, ficando em 77,5 pontos, numa escala de 0 a 200 – abaixo do nível de indiferença. Na comparação anual, o recuo foi de 29,9%. Todos os componentes do índice registraram queda em ambas as comparações, com destaque para o indicador Nível de Consumo Atual, que atingiu a mínima histórica de 53,3 pontos.

 

“A confiança do consumidor está diretamente ligada à estabilidade do quadro político e econômico. A contração nas vendas do varejo está em linha com o enfraquecimento da confiança observado na ICF”, ressalta Juliana Serapio, assessora Econômica da CNC.

 

Na base de comparação mensal, os dados regionais revelaram que a maior retração ocorreu na região Sul (-4,2%). Já a região Nordeste foi a que apresentou a avaliação menos desfavorável, com queda de 0,6%.

 

Menos Compras


O componente Nível de Consumo Atual registrou o menor valor da série, iniciada em 2010: 53,3 pontos. Em relação a fevereiro, a queda foi de 4,4%, enquanto que, na comparação anual, foi de 38,4%. A maior parte das famílias, 59,2%, declarou estar com o nível de consumo menor que o do ano passado.


Outro item que também apresentou o menor nível da série foi o de Compras a Prazo, com 73,2 pontos – uma retração de 2,1% na comparação mensal, e de 35,5% em relação a março de 2015. “O elevado custo do crédito, o alto nível de endividamento e o aumento do desemprego são os principais motivadores da deterioração na intenção de compras a prazo”, explica Juliana Serapio.

 

Impactado pela alta taxa de juros, o item Momento para Duráveis apresentou queda de 2,2% na comparação mensal. Em relação ao mesmo período de 2015, o componente recuou 46,2%. A maior parte das famílias, 72,1%, considera o momento atual desfavorável para a aquisição de duráveis.

A previsão da Divisão Econômica da CNC é que o volume de vendas do varejo apresente retração de 4,2% em 2016.

Empregos  

Os únicos dois componentes do índice que ficaram acima da zona de indiferença, de 100 pontos, foram os relativos ao emprego. Ainda assim, o Emprego Atual, com 105,7 pontos, registrou queda de 0,6% em relação ao mês anterior. Na comparação anual, a retração foi de 16,3%. O percentual de famílias que se sente mais segura em relação ao emprego é de 30,7%, ante 31,1% em fevereiro de 2016. Já a Perspectiva Profissional, com 103 pontos, caiu 0,2% em relação ao mês passado, e 15,7% na comparação com março de 2015.  

   

A análise, os gráficos e a série histórica da pesquisa seguem anexos ou 

podem ser acessados aqui.