Fecomércio-PE

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Hora de retomar o equilíbrio

A partir de 2015, o momento será mais que opotuno para a promoção de mudanças indispensáveis. A opinião é de Ernane Galvêas, ex-ministro da Fazenda e consultor Econômico da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Para Galvêas o cenário a economia está inserida em um ambiente de incerteza e falta de confiança, com exaustão do modelo macroeconômico da prioridade do consumismo e da excessiva intervenção do Estado, seja na inflação ou na política de crédito.

“É chegada a hora de retomar o equilíbrio fiscal, extinguir malabarismos contábeis e promover o saneamento das contas públicas, visando à redução dos gastos de custeio e a promoção dos investimentos nos setores essenciais da infraestrutura”, afirma o ex-ministro. Ainda no campo econômico, Ernane Galvêas aponta que se impõe a fixação de limites rígidos para a carga tributária e para a dívida pública, de modo a conciliar o exercício das políticas fiscal e monetária, viabilizando crescimento econômico com estabilidade monetária e nível de emprego elevado.

Para Galvêas, é importante integrar a ação efetiva do Banco Central à política econômica, evitando-se a prática de uma dupla política monetária, como ocorre atualmente. “Pelo visto, a partir de 2015 já não mais será possível promover qualquer ajuste fiscal via aumento de carga tributária, tornando-se inadiável iniciar um programa de cortes de gastos”, contextualiza.

Política

Quanto ao quadro político, duas reformas do sistema atual se apresentam como fundamentais para o ministro Ernane Galvêas: primeira, a redução do número de partidos políticos, através da aprovação de uma cláusula de “barreira”; segunda, a revogação da lei que permitiu a reeleição dos cargos executivos da Presidência da República, governos estaduais e municipais, mantendo-se no exercício de suas atividades.

 

Fonte: CNC

Serasa Experian calcula que a atividade comercial cresceu em setembro

A atividade do comércio voltou a crescer (0,9%) em setembro depois de recuo em agosto, de acordo com o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio. Na comparação com setembro de 2013, a alta foi 5,2%. Com os resultados, o movimento dos consumidores no comércio acumulou, no período de janeiro a setembro de 2014, alta de 4,1% em relação ao mesmo período do ano passado.

 

A alta da atividade no comércio, em setembro, foi concentrada em dois segmentos: 0,9% no ramo de tecidos, vestuário, calçados e acessórios; e expansão de 0,8% nas lojas de móveis, eletroeletrônicos e equipamentos de informática. Já os demais setores acusaram queda em suas movimentações: recuo de 0,7% em supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas; queda de 2,1% em combustíveis e lubrificantes; recuo de 1,3% em veículos, motos e peças; e queda de 1% nas lojas de material de construção.

 

No período acumulado de janeiro a setembro deste ano, a atividade varejista cresceu 4,1%, liderada pelo setor de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas (expansão de 4,3%) e combustíveis e lubrificantes, com alta de 2,2%. O segmento de móveis, eletroeletrônicos e equipamentos de informática expandiu 1,2% e o de veículos, motos e peças acumulou crescimento de 0,8%, no mesmo período. O setor de tecidos, vestuário, calçados e acessórios subiu 0,7%, de janeiro a setembro. As vendas de lojas de material de construção retraíram 3,1%.

 

Segundo os economistas da Serasa Experian, medidas de estímulo ao crédito anunciadas pelo governo, no final de agosto, e o período sazonal propício a inflação estão entre os fatores que impulsionaram o movimento dos consumidores nas lojas em setembro deste ano.

 

 

Crescem as vendas no setor, mostra índice da Apas

 As vendas reais de supermercados no Estado de São Paulo cresceram de janeiro a agosto 4,49% no conceito mesmas lojas, ante o mesmo período de 2013, de acordo com a Associação Paulista de Supermercados (Apas). O indicador acima diz respeito às lojas abertas há mais de um ano. Já no conceito todas lojas, que inclui estabelecimentos inaugurados ao longo do ano, houve elevação de 5,03% de janeiro a agosto em relação aos mesmos meses de 2013. Considerando apenas o resultado de agosto, a alta foi de 2,46% em relação ao mesmo mês de 2013.

 

Ainda na projeção da Apas, caso a inflação não mostre sinais mais evidentes de desaceleração, com reflexos na redução de preços, as vendas do setor supermercadista no acumulado deste ano devem crescer aproximadamente 2% em relação a 2013. Assim, caso haja redução da inflação e retomada do consumo das famílias, o setor tenderia a registrar crescimento próximo de 4% em relação a 2013, de acordo com a entidade.

 Vendas a prazo

Outro indicador do comércio varejista apresentado ontem foi o do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), que aponta no mês de setembro queda de 0,10% nas consultas para vendas a prazo no comércio, em comparação com o mesmo mês de 2013.

Em relação a agosto, o índice subiu 0,43%. No consolidado dos nove primeiros meses do ano, as vendas parceladas tiveram queda de 0,91% na comparação com o mesmo período de 2013. O maior rigor no processo de concessão de crédito pelos lojistas teria resultado na fraqueza do cenário econômico.

Fonte: DCI


Venda de brinquedos no Dia da Criança deve ter alta de 8%

A expectativa de vendas na semana do Dia da Criança é de R$ 3,5 bilhões, é o que revela a Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop). Com a alta do dólar, a venda de brinquedos nacionais deve ter alta e representará 55% do volume vendido, enquanto os importados ficarão em 45%. Os pedidos dos varejistas aos fabricantes ficaram em média 8% maiores que em 2013. E a contratação de temporários nas principais redes de brinquedos deve atingir cerca de cinco mil novas vagas com possibilidade de prorrogação para o Natal.

 

Fonte: DCI 

Oportunidades de negócios geradas pelo Turismo serão debatidas em Arcoverde

 

 

Ação faz parte dos fóruns de debates, promovidos pelo Sistema Fecomércio-PE

 

Pernambuco se destaca no Turismo pelas riquezas naturais, sua diversidade cultural, pela sua história e acima de tudo por sua forma de receber turistas. Com a intenção de discutir oportunidades de negócios no setor do comércio e de serviços em Arcoverde, o Sistema Fecomércio-PE, por meio do Instituto Fecomércio-PE, em parceria com a Associação Comercial de Arcoverde, realizará no dia 22 de outubro, o I Fórúm Empresarial  de Arcoverde - Impactos e perspectivas do turismo para o comércio local, das 18h às 21h30, no Sesc Arcoverde.

 

Durante o encontro, os palestrantes abordarão temas relacionados a importância de parcerias para o desenvolvimento do comércio da cidade, políticas de incentivo ao turismo, atreladas ao densenvolvimento econômico. Considerada a porta de entrada do Sertão pernambucano, Arcoverde, é berço de várias manifestações culturais e recebe diversos eventos durante o ano, com destaque para o São João, a Fenospe, a Exposição de Animais e a Festa do Comércio, que atraem milhares de visitantes. A cidade possui uma rede hoteleira bem estruturada, com equipamentos modernos e é importante centro de serviços e comércio da região.

 

 

O encontro conta com o apoio do Sebrae, Prefeitura de Arcoverde, ABIH-PE, Sesc-PE e Astur-PE. A inscrição é 1kg de alimento e pode ser feita pelo telefone (87) 3821-0776 ou pelo e-mail CLOAKING

 

Confira a Programação :

 

 

18h às 18h30 - Credenciamento

 

18h30 às 19h - Abertura - Presidente da Fecomércio-PE, Josias Albuquerque e o

Presidente da ACA, Jaime Espósito

 

 

 

19h às 19h40 - Palestra Temática - Como tornar o seu roteiro conhecido  e desejado pelos turistas com desenvolvimento de parcerias que gerem resultados para o comércio local - Steven Paul Smrekar, consultor da J&B Consultores

 

 

19h40 às 20h - Principais políticas de incentivo ao turismo fomentando o desenvolvimento econômico no município - Eduardo Costa Cavalcanti, vice-presidente para assuntos do Comércio de Turismo e Hospitalidade da Fecomércio-PE e Presidente da ABIH-PE

 

20h às 20h30 - Encaminhamento de perguntas aos palestrantes

 

 

 

 

 

 

Redes aceleram a expansão em outros países

Empresas brasileiras de prestação de serviços aceleram a expansão fora do Brasil. A América Latina e os EUA são o foco, e a ideia de internacionalizar as marcas segue os passos de sucesso de redes do varejo como O Boticário, Fábrica Di Chocolate, Via Uno, Hope, Havaianas e Arezzo. Hoje, cerca de 120 empresas de origem nacional têm operações fora do País. Levantamento da Associação Brasileira de Franchising (ABF) em parceria com a Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) revela que a presença de franquias brasileiras no exterior aumentou 41%.

 

No ramo de serviços, companhias voltadas à área de manutenção e limpeza, controle de pragas e até salões de beleza começam a acelerar a abertura de unidades para atender a diferentes culturas em outros mercados, com empreendedores locais. "Fizemos uma análise inicial a respeito dos países da América Latina. Vimos 5% de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) na Colômbia este ano. No Panamá a expectativa é crescimento de 9%. São países com desenvolvimento interessante", afirmou o presidente do grupo Resolve Franchising, David Pinto. A empresa é especializada na gestão e comercialização de franquias com foco em soluções domésticas e formação profissional.


A marca tem mais de 600 franquias no Brasil e outras 200 entre cidades da Colômbia e do México. O Grupo detém no País as marcas Doutor Resolve, Instituto da Construção e Dona Resolve, que totalizaram faturamento de R$ 350 milhões registrado em 2013.Agora, a meta é inaugurar novas unidades em outros sete países da América Central. Entre as regiões que receberão máster franquias da Doutor Resolve estão Panamá, Costa Rica, Honduras, El Salvador, Nicarágua, Guatemala e República Dominicana. Nesses locais, o nome da empresa será Doctor Solución.


Segundo expectativa da empresa, deverão ser comercializadas mais de 80 franquias no primeiro ano de atuação nas novas regiões. "Não fomos atrás disso, da internacionalização. Ao contrário, os investidores de vários desses países nos procuraram e vimos similaridades de culturas e também de demandas", disse ele.

 

Controle de pragas

Outro segmento animado com o mercado externo é o de serviços de controle de pragas. Neste caso, a Astral Saúde Ambiental vai ampliar suas operações para os Estados Unidos. No mercado interno, a empresa atende a clientes como Petrobras, Vale, Accor e Carrefour, dentre outros.

O diretor de expansão da rede, Fábio Castelo Branco, esteve nos EUA e visitou a National Pest Management Association, entidade que licencia e capacita profissionais para atuarem no controle de vetores e pragas. Segundo ele, o potencial do negócio é grande e as primeiras operações devem ser inauguradas no primeiro semestre de 2015. "Já existem empreendedores interessados em abrir franquias na Flórida, Califórnia, Texas e Arizona".

 

Estética e beleza

O atraente mercado norte-americano chamou atenção também das redes Emagrecentro e Miss Hollywood, que acabam de abrir escritório em Miami, com vistas ao lançamento de unidades em metrópoles americanas e em vários países da América Latina.

Os primeiros passos internacionais do grupo foram com a abertura de uma unidade do Emagrecentro no Panamá. Agora, já está em negociação um máster franqueado na Colômbia, que responderá pelas duas franquias, com previsão de uma unidade em Bogotá. Investidores do México, Costa Rica, Guatemala e El Salvador também são analisados, disse o fundador e dono das marcas, o empresário Edson Ramuth.

Confiança do comércio recua em agosto, segundo a CNC

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) voltou a recuar em setembro. A taxa foi negativa em 0,7% ante o mês anterior, divulgou a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), nesta quinta-feira, 02, atribuindo a queda, principalmente, à variação negativa do subíndice que mede a percepção das condições correntes (- 4,7%). Em agosto, o Icec havia crescido 2%, interrompendo uma sequência de dez meses de queda.

Na comparação sazonal, também as intenções de investimento caíram, -0,9%. Já as expectativas, que haviam puxado a alta no mês passado, voltaram a subir (+1,8%), evitando uma queda ainda mais expressiva do Icec em setembro.

"Apesar da ligeira recuperação do otimismo nos últimos meses, tanto os investimentos quanto as expectativas seguem em níveis consideravelmente abaixo daqueles verificados em setembro de 2013", afirmou o economista da CNC Fabio Bentes, em nota.

Na comparação com setembro de 2013, o Icec registrou variação negativa de 9,0%, puxado pela deterioração na avaliação das condições correntes. Para 62,4% dos empresários, as condições atuais do setor estão piores do que há um ano, sendo que na opinião de 28,9% houve piora acentuada nos últimos 12 meses. Com isso, a avaliação das condições correntes do setor atingiu o seu patamar mais baixo desde o início da pesquisa, em 2011.

Comparado a setembro de 2013, as expectativas recuaram 5,5%. Mas, em relação a agosto subiram 1,8%. Segundo a CNC, o principal responsável tanto pelo avanço mensal quanto pela retração no comparativo anual segue a expectativa média em relação ao desempenho da economia brasileira.

A pesquisa captou também que a maioria dos entrevistados (73,2%) projeta um cenário econômico melhor para os próximos meses. Há um ano esse percentual era de 83,0%. As intenções de investimento, no entanto, recuaram 0,9% em relação ao mês anterior e 7,1% contra o mesmo mês de 2013.

"Em ambos os casos, o principal responsável pelas retrações foi a menor propensão a investir capital nas empresas. O crédito mais caro neste ano tem desestimulado não somente a tomada de recursos por parte dos consumidores, mas também inibido os investimentos no setor, especialmente em um ano em que as vendas vêm perdendo fôlego", informou a CNC.

Alta do dólar afetará comércio de importados só em 2015

A disparada do dólar colocou os importadores em estado de alerta. Com a cotação próxima a R$ 2,50 e sem sinal de mudança nesse patamar, muitos já preveem um 2015 com queda nas vendas em até 30%.

Para reverter esse quadro as empresas devem repassar o aumento da taxa de câmbio no preço ao consumidor e procurar a indústria nacional para o fornecimento de algumas categorias de produtos.

"O consumidor é o primeiro a deixar de comprar importados quando ocorre uma alta excessiva do dólar", afirmou a proprietária da Di Vetro, Celi Silva. Mesmo atuando no promissor setor de cosméticos - que deve movimentar R$ 50 bilhões no ano que vem -, a empresária já começou a sentir reflexo nas vendas, enfraquecidas ao longo deste ano. "Setembro, por exemplo, foi um mês atípico. Vendemos 20% menos que no mesmo período de 2013."

Por estar com os estoques das 15 lojas (a empresa opera como franquia) abastecidos para a venda do último trimestre do ano, o reflexo de um câmbio mais alto será sentido mais para frente. "Se o dólar continuar a subir, as perdas podem ser de 15% a 20% no ano que se aproxima", disse a executiva.

Iniciativa

A estratégia da Di Vetro para evitar que 2015 comece com perspectiva de vendas fracas é procurar pela indústria nacional. Mas isso só ocorre em algumas categorias como a de sabonetes líquidos e hidratantes, por exemplo. "O cliente começa a procurar pelos produtos mais baratos, logo, compramos algumas categorias de fornecedores nacionais para atender essa demanda", explica Celi ao DCI.

Questionada sobre uma possível estocagem de produtos - caso o dólar volte ao patamar de R$ 2,20 -, a executiva afirma que isso só traria inflação ao setor e que a Di Vetro não fará. "Fazer estoque, além de aumentar os custos operacionais das lojas, faria com que os preços fossem impactados pela inflação", diz a executiva.

Um dos diferenciais da rede de franquias está em ser importadora direta, sem intermediários. "Sem um terceiro no processo, conseguimos descontos que variam de 7% a 18% que são revertidos ao consumidor", explicou, acrescentando que, mesmo quando negocia com os revendedores autorizados, como o da marca Carolina Herrera, a empresa consegue preços bem mais em conta, afirmou Celi.

A estratégia para "sobreviver" à flutuação do câmbio adotada pela importadora Latinex (alimentos) será engavetar alguns projetos e focar no fortalecimento da marca. "Algumas iniciativas serão adiadas com o dólar a esse preço, porque ao invés de crescer cerca de 50%, podemos chegar a apenas 15% no ano que vem", lamentou o empresário Eduardo Moraes.

Instabilidade

Na opinião dele, o que mais atrapalha não é quando o dólar está em alta e sim a instabilidade da moeda norte-americana. "Quando se tem uma estabilidade cambial conseguimos nos planejar. Quando a oscilação é constante, o repasse do preço na ponta da cadeia é inevitável", disse. Moraes explica que há dois anos a Latinex tem segurado o repasse, mas se não houver nenhuma medida que contenha essa ascensão da moeda estrangeira, o consumidor é quem arcará com isso. "Não conseguiremos mais segurar o repasse, mesmo sendo a nossa estratégia vender produtos de qualidade com preços competitivos", acrescenta o empresário.

Em 2013, o País passou por situação similar e a experiência traumática, fez com que as importações apresentassem queda no acumulado desse ano.

Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) divulgados ontem apontou queda de 2,2% nas importações. "Até o momento não fomos impactados por esse dólar alto. Se ele tornar os preços proibitivos, as vendas aos varejistas [mais importantes] é que vão nos fazer crescer menos no período", concluiu o executivo em entrevista.

E-commerce

Com três anos de mercado, a loja virtual de artigos de decoração com design criativo (fun design) Fábrica 9 prefere não pensar no efeito dominó que o dólar acima de R$ 2,45 pode trazer às suas vendas. "Não tinha parado para pensar nisso", disse o sócio diretor do e-commerce, Vitor Gomes.

O executivo afirmou que esse ano tem sido muito complicado para o Fábrica 9 e que as vendas ficaram muito abaixo do esperado. "Tivemos Copa do Mundo que nos atrapalhou muito e desde o começo do ano sentimos a economia andar de lado", disse.

Com 50% do seu portfólio importado, a solução também será optar pela indústria nacional para abastecer os estoques. "Não deixaremos de comprar os importados, mas o estoque desses artigos será muito pequeno", explicou ele. Sem os produtos importados, Gomes estima que as vendas possam cair de 30% a 40%. "Os importados ajudam na venda de produtos nacionais", argumentou.

O que preocupa - mais que o dólar em índices assustadores - é a qualidade inferior e a pouca oferta de artigos de decoração de fun design ofertados pela indústria brasileira. "O produto brasileiro é nitidamente inferior aos importados. Além disso, aqui não se tem a cultura do design divertido, o que não nos ajuda a encontrar mercadorias que chamem a atenção do consumidor", enfatizou Gomes.

Para não perder o consumidor e recuperar as venda, a Fábrica 9 tem apostado em ações de marketing. "Estamos reinventando a forma de divulgação da nossa loja", concluiu.

Artigos esportivos

Na opinião do proprietário da importadora Froés - responsável pelas marcas Fila Skates, Divoks e Kryptonics, no Brasil - Márcio Fróes, só será possível dizer que o câmbio será um limitador de crescimento após as eleições, no próximo domingo. "Acredito que a oscilação ocorrida em setembro é reflexo da instabilidade no cenário eleitoral. Passado isso, o câmbio provavelmente voltará ao patamar de R$ 2,20", disse.

Froés explicou que os seus estoques estão 90% abastecidos, e os 10% restantes já estão embarcados e chegando ao País. "As compras são sempre antecipadas. Se houver impacto ainda este ano ele será mínimo".

Para o próximo ano, se não houver nenhuma intervenção do governo e a moeda norte-americana passar dos R$ 2,50 - ontem fechou cotada em R$ 2,48, o que representa alta de 1,5% -, a Froés terá de repassar o preço ao consumidor. "O repasse será inevitável no curto prazo. Sem ele, a margem, que já é apertada, será mais enxuta."

Fonte: DCI

CNC divulga amanhã resultados de setembro do Icec

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, quinta-feira, 2 de outubro, os resultados de setembro do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec). A partir das 10 horas o economista Fabio Bentes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9264. Análises e gráficos serão enviados por e-mail aos jornalistas, e a pesquisa também estará disponível emwww.cnc.org.br.  

 

Sobre o Icec


O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador antecedente apurado exclusivamente entre os tomadores de decisão das empresas do varejo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6 mil empresas situadas em todas as capitais do País, e os subíndices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a duzentos pontos. O Icec avalia as condições atuais, as expectativas e as intenções de investimento dos empresários do comércio.  

   

 

Assessoria de Comunicação CNC
Rio (21) 3804-9200, ramais 451, 277 e 416 – Brasília (61) 3329-9519/3329-9546

 

Endividamento é maior nas famílias com menor renda

Estudo da CNC mostra que quanto menor a renda das famílias brasileiras maior o endividamento. A pesquisa, realizada em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, revela que nas famílias com renda entre cinco e dez salários mínimos o endividamento chega a 60,1%. As famílias com renda até cinco salários mínimos são as que, além das dívidas, têm mais contas em atraso. A economista da CNC Marianne Hanson explica por que as famílias com essa faixa de renda sofrem mais com o endividamento e a inadimplência no Brasil.

 

 

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