Fecomércio-PE

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De janeiro a abril, superávit primário do governo caiu 50,9%, para R$ 14,59 bi

Entre janeiro e abril o governo central registrou superávit primário 50,9% menor em relação a igual período de 2014, somando R$ 14,592 bilhões. O valor corresponde a 0,78% do Produto Interno Bruto (PIB) e é o menor para o período desde 2001.

De acordo com números divulgados nesta quinta-feira (28), pelo Tesouro, o déficit acumulado em 12 meses pelo governo central é de R$ 35,4 bilhões (0,63% do PIB). O valor está ainda muito distante da meta do governo central prevista para 2015, de R$ 55 2 bilhões.

De janeiro a abril, as receitas somaram R$ 432,192, crescimento nominal de 3,3% e queda real de 3,3%. Já as despesas totalizaram R$ 89,111 bilhões, avanço real de 3,7% e nominal de 12,2%. Em abril, o governo registrou superávit primário de R$ 10,085 bilhões.

Fonte: Estadão Conteúdo

 

Percentual de famílias endividadas sobe para 62,4% em maio, aponta Peic

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostra que, em maio, o percentual de famílias endividadas alcançou 62,4%, o que representa uma alta em relação aos 61,6% observados em abril, mas uma queda em relação aos 62,7% de maio de 2014. É a quarta alta consecutiva este ano.


 

   

Dentre as famílias brasileiras, 12,5% se consideram muito endividadas – um aumento de meio ponto percentual em relação ao mês de abril –, e 21,9% afirmaram ter mais da metade de sua renda mensal comprometida com pagamento de dívidas. O cartão de crédito foi apontado como um dos principais tipos de dívida por 76,9% das famílias endividadas, seguido por carnês (15,6%) e, em terceiro, por financiamento de carro (13,6%).


   

Segundo a CNC, apesar do crescimento mais moderado do crédito as condições menos favoráveis de contratação de novos empréstimos e de renegociação de dívida, somadas ao recuo dos rendimentos dos trabalhadores, levaram a uma piora na percepção das famílias em relação ao seu endividamento.


Acompanhando a alta do percentual de famílias endividadas, a proporção daquelas com dívidas ou contas em atraso também aumentou na comparação mensal, passando de 19,7%, em abril de 2015, para 21,1% do total este mês. Também houve alta no comparativo anual, quando esse indicador alcançou 20,9%, em maio de 2014. O percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes também aumentou em ambas as bases de comparação, atingindo 7,4% em maio de 2015, ante 6,9% em abril e 6,8% em maio de 2014. É o maior patamar desde julho de 2013. 

 

Fonte: CNC

Vendas dos supermercados cresceram 0,65% de janeiro a abril

As vendas dos supermercados cresceram 0,65% no acumulado de janeiro a abril, em comparação com o mesmo período de 2014. Segundo balanço divulgado hoje (27) pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), o movimento do setor teve alta de 0,57% em abril na comparação com março. Em relação abril do ano passado, as vendas no mês caíram 1,64%.

Para o presidente da Abras, Fernando Yamada, a pequena expansão está relacionada à conjuntura econômica difícil. “O setor se ressente da elevação do desemprego e da consequente queda da massa salarial”, destacou.

Porém, os supermercados esperam terminar o ano com um resultado positivo. “Apesar de o primeiro quadrimestre ter sido bastante difícil, esperamos encerrar o ano com resultado positivo, com expectativas de melhora da economia para o segundo semestre”, acrescentou Yamada.

Com 84 mil lojas, o setor emprega 1,75 milhão de pessoas. Em 2014, os supermercados faturaram R$ 294,9 bilhões.

Fonte: Agência Brasil 

 

Governo reduz de 1,3% para 1% previsão de crescimento do PIB em 2016

O Ministério do Planejamento reviu as previsões do Produto Interno Bruto (PIB) e salário mínimo para o próximo ano. De acordo com a apresentação do ministro Nelson Barbosa desta quarta-feira (27), na Comissão do Orçamento, no Congresso Nacional, o PIB do Brasil em 2016 crescerá 1% e não 1,3%, como projetado anteriormente na Lei de Diretrizes Orçamentárias apresentada em abril.

Já o salário mínimo, subiu R$ 1 na previsão do Governo, passando para R$ 855. O valor anterior era de R$ 854. O ministro do Planejamento participou da Comissão Mista de Orçamento no Congresso para discutir as diretrizes para a elaboração e execução da Lei Orçamentária de 2016.


Juro do cheque especial é o maior desde 95 e do cartão beira 350%

Os juros do cheque especial e do cartão de crédito, duas das modalidades mais caras do mercado, voltaram a subir em abril deste ano, segundo informações divulgadas pelo Banco Central nesta quarta-feira (27).

De acordo com a autoridade monetária, os juros do cheque especial avançaram 5,6 pontos percentuais de março para abril, para 226% ao ano. Com isso, a taxa atingiu o maior patamar desde dezembro de 1995 – quando ficou em 242,2% ao ano – ou seja, em quase 20 anos.

Os juros cobrados pelos bancos nesta linha de crédito tiveram forte aumento nos últimos meses. No fim de 2013, estavam em 148,1% ao ano. O crescimento, portanto, foi de 77,9 pontos percentuais nos últimos 16 meses.

Cartão de crédito
Segundo o BC, os juros do cartão de crédito rotativo, que incidem quando os clientes não pagam a totalidade de sua fatura, atingiram expressivos 347,5% ao ano em abril – a mais alta de todas as modalidades de crédito. Em março, estavam em 345,8% ao ano. O patamar de abril é maior desde o início da série histórica, em março de 2011. O BC tem recomendado que os clientes bancários evitem essa linha de crédito.

'New York Times' e rentabilidade dos bancos brasileiros
Reportagem publicada recentemente pelo jornal norte-americano “The New York Times” diz que os juros praticados em algumas linhas de crédito no Brasil “fariam um agiota americano sentir vergonha”, citando os dos cartões de crédito em mais de 240% ao ano e de 100% cobrados pelos empréstimos bancários.

Economistas avaliam que o consumidor deve tentar evitar ao máximo o uso do cheque especial e do cartão de crédito rotativo por conta das altas taxas cobradas pelas instituições financeiras. Para eles, estas são linhas de crédito para momentos de extrema necessidade e devem ser utilizada por um período reduzido de tempo.

Segundo um levantamento feito pela consultoria Economatica para a BBC Brasil, apesar da desaceleração econômica, a rentabilidade sobre patrimônio dos grandes bancos de capital aberto no Brasil foi de 18,23% em 2014 – mais do que o dobro da rentabilidade dos bancos americanos (7,68%).

Consignado, crédito pessoal e veículos
No caso das operações de crédito pessoal para pessoas físicas (sem contar o consignado), de acordo com o Banco Central, a taxa média cobrada pelos bancos somou 113% ao ano em abril, contra 104,5% ao ano em março. Nesse caso, houve um aumento de 8,8 pontos percentuais. O nível de abril é o maior da série histórica, que começa em março de 2011.

Ainda segundo a autoridade monetária, a taxa média de juros cobrada pelas instituições financeiras nas operações do crédito consignado (com desconto em folha de pagamento) somou 26,9% ao ano em abril, contra 26,8% ao ano em março. É a taxa mais alta desde abril de 2012 (27,5% ao ano). Mesmo assim, essa permanece sendo uma das linhas de crédito com menor taxa de juros do mercado.

Segundo o BC, a taxa média de juros para aquisição de veículos por pessoas físicas, por sua vez, somou 24,6% ao ano em abril, contra 24,7% ao ano em março deste ano. Neste caso, é o menor patamar desde janeiro deste ano (23,9% ao ano).

Fonte: G1

'Inflação do aluguel' perde força em maio e sobe 4,11% em 12 meses

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), conhecido como a "inflação do aluguel", porque é usado para reajustar a maioria dos contratos imobiliários, perdeu força de abril para maio, passando de 1,17% para 0,41%. No ano, o indicador acumula alta de 3,64% e, em 12 meses, de 4,11%, segundo informou nesta quinta-feira (28) a Fundação Getulio Vargas (FGV).

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), usado do cálculo do IGP-M e também chamado de inflação do atacado, desacelerou de 1,41% para 0,30%.Também utilizado para caclular o IGP-M, a inflação do atacado (Índice de Preços ao Consumidor) registrou variação de 0,68% em maio, ante 0,75%, em abril, com maior influência do comportamento dos preços relativos a habitação (de 1,42% para 0,75%).

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), que mede os preços na construção e tem o menor peso no cálculo do IGP-M, variou de 0,65% em abril para 0,45% no mês seguinte.

Fonte: G1

CNC divulga amanhã resultados de maio da Peic

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgará amanhã, quinta-feira, dia 28, os resultados de maio da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic). A partir das 10 horas, a economista Marianne Hanson atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9414. Análises e gráficos serão enviados por e-mail aos jornalistas, e a pesquisa também estará disponível emwww.cnc.org.br.

 

 

Sobre a Peic

A Peic é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal com cerca de 18 mil consumidores. Das informações obtidas são apurados importantes indicadores: percentual de consumidores endividados, percentual de consumidores com contas em atraso, percentual de consumidores que não terão condições de pagar suas dívidas, tempo de endividamento e nível de comprometimento da renda.  

   

 

Fonte: CNC

Desempregado terá de comprovar mais tempo de trabalho para pedir seguro-desemprego

As mudanças previstas no Projeto de Lei de Conversão 3/2015, decorrente da Medida Provisória 665/2014, afetam principalmente o seguro-desemprego. Criado pela Lei 7.998/1990, com intuito de oferecer assistência financeira temporária ao trabalhador que perdeu o emprego sem justa causa, o benefício é pago por um período máximo variável de três a cinco meses, de forma contínua ou alternada, por intervalo de tempo trabalhado. Seu valor é calculado a partir do salário médio recebido pelo trabalhador nos últimos três meses anteriores à dispensa, em três faixas salariais distintas.

As alterações aprovadas no Congresso obrigam o desempregado a comprovar mais tempo de trabalho para ter direito ao benefício. A lei anterior exigia apenas seis meses consecutivos empregados por pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada para se poder pedir o seguro-desemprego pela primeira vez. Agora, o seguro só poderá ser solicitado inicialmente após 12 meses de trabalho. Pela segunda vez, a partir de nove meses, e pela terceira vez, com seis meses de trabalho.

O projeto também mudou a forma como o benefício é pago. Antes, o trabalhador recebia três parcelas, se comprovasse vínculo empregatício de, no mínimo, seis meses e, no máximo, 11 meses. Já para receber quatro parcelas, era necessária comprovação de trabalho por no mínimo 12 meses e no máximo 23 meses. Agora o seguro de três parcelas não existirá mais no primeiro pedido. E para conseguir quatro parcelas na primeira vez, o desempregado terá de comprovar ter trabalhado um mínimo de 12 meses e um máximo de 23 meses nos 36 meses anteriores à demissão.

Na segunda solicitação, para conseguir três parcelas do seguro, o trabalhador terá de comprovar vínculo empregatício de nove a 11 meses nos 36 meses anteriores. Já as quatro parcelas serão concedidas a quem comprovar ter trabalhado de 12 a 23 meses. Somente a partir da terceira solicitação é que serão aplicadas as regras antigas: de seis a 11 meses para três parcelas e 12 a 23 meses para quatro parcelas. Em todos os casos, para receber cinco parcelas, o trabalhador terá de comprovar ter trabalhado 24 meses nos últimos 36 anteriores à demissão.

Qualificação

O texto ainda impõe ao trabalhador desempregado novo requisito para o recebimento do seguro: frequentar curso de qualificação profissional ofertado por meio do programa Bolsa-Formação Trabalhador, no âmbito do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), ou com vagas gratuitas na rede de educação profissional e tecnológica. Um regulamento definirá a frequência no curso.

As novas regras valem a partir da publicação da futura lei. Entretanto, o texto não disciplina benefícios concedidos entre a vigência da Medida Provisória (28 de fevereiro deste ano) e da futura norma.

Trabalhador rural

As mudanças da MP afetam também o trabalhador rural, que passa a ter regras específicas para sua atividade. Atualmente, a lei que regula o seguro-desemprego não diferencia trabalhadores rurais de urbanos e estabelece seis meses de trabalho para o empregado poder solicitar o benefício.

Pela nova regra, a primeira solicitação do seguro, para receber um máximo de quatro parcelas, o trabalhador rural terá de ter trabalhado pelo menos 15 meses nos últimos 24 meses. Para esse e para os demais pedidos, também é preciso ter recebido salários nos seis meses anteriores à dispensa.

Além disso, o trabalhador rural não poderá receber, ao mesmo tempo, benefício previdenciário ou assistencial de natureza continuada, exceto pensão por morte e auxílio-acidente, e não poderá ter renda suficiente para sua manutenção. Também não pode ter exercido atividade remunerada fora do âmbito rural no período aquisitivo de 16 meses.

Para contar o tempo em que o trabalhador rural receber o seguro-desemprego como carência para benefícios previdenciários, o texto aprovado determina o desconto da alíquota da contribuição previdenciária, de 8%. Isso permitirá, por exemplo, a contagem para aposentadoria.

Redução de benefício

Para amenizar o endurecimento nas regras de redução do benefício, o Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) poderá prolongar por mais dois meses o número máximo de parcelas para grupos específicos de segurados. O gasto adicional da medida, entretanto, não poderá passar, a cada semestre, de 10% da Reserva Mínima de Liquidez do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que é destinada a pagar o seguro e o abono salarial.

Em relação às categorias que poderão ser beneficiadas, o conselho deverá observar a evolução geográfica e setorial das taxas de desemprego e o tempo médio de desemprego de cada grupo.

O texto aprovado exige ainda que o Codefat recomende ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) políticas públicas para diminuir a rotatividade no emprego. Porém, uma nova hipótese de suspensão do pagamento do seguro-desemprego foi acrescentada ao texto. Estará sujeito a essa suspensão o desempregado que se recusar, sem justificativa, a participar de ações de recolocação, segundo regulamentação do Codefat.

Fonte: Agência Senado

 

Confiança da indústria é a menor desde 2005, aponta FGV

A confiança da indústria voltou a cair em maio, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), e atingiu o menor nível da série histórica mensal da entidade, iniciada em outubro de 2005. Considerando a série anterior, trimestral, o resultado é o pior desde outubro de 1998.

Na passagem de abril para maio, o indicador recuou de 72,8 para 71,6 pontos, atingindo dez dos 14 segmentos pesquisados. Taxas acima dos 100 pontos indicam otimismo, enquanto as abaixo desse patamar denotam pessimismo.

Ainda segundo a FGV, houve piora em maio tanto nas avaliações sobre o momento presente quanto das expectativas em relação aos meses seguintes. No primeiro item, a queda foi de 2%, enquanto no segundo o recuo foi de 1,3%.

"A confiança industrial mantém a trajetória de queda iniciada em 2014. Em maio, houve diminuição da satisfação com a situação presente dos negócios e queda do nível de utilização da capacidade, sinalizando um fraco desempenho produtivo do setor no segundo trimestre.  Embora a desvalorização do câmbio nos últimos meses traga algum alento ao setor, as expectativas de curtíssimo prazo continuam sem dar sinais de melhora”, afirma, em nota, Aloisio Campelo Jr., Superintendente Adjunto para Ciclos Econômicos da FGV/Ibre.

Fonte: G1

 

 

 

Confiança do consumidor cai 0,6% em maio ante abril, para 85,1 pontos, diz FGV

A confiança do consumidor recuou 0,6% em maio ante abril, na série com ajuste sazonal, informou na manhã desta terça-feira, 26, a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) fechou o mês em 85,1 pontos. Em abril, o indicador havia subido 3,3% ante março, a primeira alta do ano.

"O resultado positivo de abril não se sustentou e o ICC voltou a recuar em maio. O movimento foi determinado pela diminuição da satisfação com a situação presente principalmente no que se refere à situação financeira das famílias. A avaliação desfavorável da situação financeira familiar está relacionada à piora do mercado de trabalho, à aceleração da inflação e ao aumento do nível de endividamento dos consumidores", avaliou a economista Viviane Seda, coordenadora da Sondagem, em nota oficial.

O ICC, calculado dentro de uma escala de pontuação de até 200 pontos (quanto mais próximo de 200, maior o nível de confiança do consumidor), está desde novembro do ano passado abaixo dos 100 pontos, zona considerada desfavorável. A média histórica, que considera os últimos cinco anos, está em 112,9 pontos.

O resultado de maio foi influenciado principalmente pela avaliação sobre o momento atual. O Índice de Situação Atual (ISA) caiu 1,5%, ao passar de 80,3 pontos para 79,1 pontos. Já o Índice de Expectativas (IE) avançou 0,3%, de 88,1 pontos para 88 4 pontos.

Na comparação de maio contra igual mês de 2014, o ICC recuou 17 9%. De acordo com a FGV, o levantamento abrange amostra de mais de 2,1 mil domicílios em sete capitais, com entrevistas entre os dias 1º e 21 deste mês.

Percepção
As famílias estão com uma percepção menos favorável em relação à situação financeira no momento atual, o que contribuiu para o recuo no ICC de maio. Para o futuro, a perspectiva de compra de bens duráveis é a pior desde fevereiro de 2009.

O indicador que mede o grau de satisfação com a situação financeira caiu 2,1%, passando de 99,8 pontos para 97,7 pontos entre abril e maio. A proporção de consumidores que avaliaram a situação do momento como boa foi de 16,2% neste mês, ante 16,8% no mês passado. A parcela dos que a consideram ruim, por sua vez aumentou de 17,0% para 18,5% no período. 

Nas expectativas, o indicador que mede a intenção de compra de bens duráveis nos próximos seis meses manteve a trajetória de queda pelo terceiro mês consecutivo, atingindo o menor nível desde fevereiro de 2009 (71,4 pontos). A proporção de consumidores que pretendem comprar mais foi de 13,1% em maio, ante 12,6% em abril. Já a parcela dos que planejam comprar menos subiu de 39,5% para 40,8% na passagem do mês. 

Fonte: Estadão Conteúdo