Fecomércio-PE

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CNC realizará Seminário Sobre o Projeto do Novo Código de Processo Civil

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) realizará, nos dias 24 e 25 de novembro de 2014, no Rio de Janeiro, o Seminário Sobre o Projeto do Novo Código de Processo Civil. O evento é voltado exclusivamente à área jurídica da CNC e aos assessores jurídicos de federações do comércio.

O encontro, que vai abordar os princípios e inovações do novo diploma legal e promover debates sobre os temas levantados, é uma oportunidade de atualização sobre as futuras normas do Processo Civil que passarão a vigorar em nosso país.

Palestrantes

A abertura do Seminário será realizada pelo consultor da Presidência da CNC, senador Bernardo Cabral, seguindo-se à manifestação do consultor Jurídico da Presidência da entidade, Marcelo Barreto.

No primeiro dia do evento, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux apresentará a palestra Aspectos Gerais do Projeto do Novo Código de Processo Civil. Também no dia 24 de novembro será realizada palestra com o professor Paulo César Pinheiro Carneiro, que falará sobre o Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas - Jurisprudência e Precedente Judicial. Já o professor Leonardo Grecco vai abordar o temaTutela de Urgência e Tutela de Evidência.

No dia 25 de novembro, Paulo César Pinheiro Carneiro e Leonardo Grecco falarão sobre Simplificação do Sistema de Recursos Judiciais e Sistema Probatório, além de outras inovações contidas no Projeto do novo Código.

Os representantes das federações poderão apontar temas processuais que interessem particularmente ao comércio, os quais servirão como propostas para um grande painel de debates no dia 25, coordenado por Marcelo Barreto.

Fonte: CNC

IPC-S sobe 0,58% na 3ª quadrissemana do mês

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) acelerou 0,58% na terceira quadrissemana de novembro, informou nesta segunda-feira, 24, a Fundação Getulio Vargas (FGV). O resultado ficou 0,08 ponto porcentual acima do registrado na leitura imediatamente anterior, quando o indicador apresentou variação de 0,50%.

 

Das oito classes de despesas analisadas, cinco apresentaram acréscimo em suas taxas de variação. Nessa apuração, o maior avanço veio do grupo Alimentação (0,52% para 0,66%). Nesta classe de despesa, vale destacar o comportamento dos preços de hortaliças e legumes, cuja taxa de variação passou de 6,72% para 8,80%. Transportes (de 0,30% para 0,52%); Educação, Leitura e Recreação (de 0,63% para 0,85%); Habitação (0,63% para 0,67%), e Despesas Diversas (0,22% para 0,28%).

Em contrapartida, apresentaram decréscimo em suas taxas de variação os grupos: Vestuário (0,62% para 0,44%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,48% para 0,44%) e Comunicação (0,23% para 0 21%).



Fonte: Estadão

Confiança do consumidor é a menor desde 2008, diz FGV

A confiança do consumidor brasileiro teve nova queda em novembro, segundo pesquisa da Fundação Getulio Vargas (FGV) divulgada nesta segunda-feira (24). O indicador caiu 6,1% em relação a outubro, para 95,3 pontos – o menor patamar desde dezembro de 2008. Houve piora tanto na satisfação com a situação presente quanto nas expectativas em relação aos próximos meses.

 

A satisfação com a situação atual caiu 5,1%, para 96,6 pontos, o menor da série histórica da FGV, que tem início em setembro de 2005. Já o índice que mede as expectativas recuou 6,8%, para 94,7 pontos.

 

“A preocupação com a inflação, o mercado de trabalho e, mais recentemente, com a alta da taxa de juros, contribuiu, em novembro, para o aprofundamento da tendência de queda da confiança do consumidor observada ao longo dos últimos 12 meses”, afirma, em nota, Tabi Thuler Santos, economista da FGV/IBRE.

 

Indicadores
Todos os cinco indicadores que compõem o Índice de Confiança do Consumidor tiveram piora na passagem de outubro para novembro.

A maior queda foi no indicador sobre a situação econômica atual, que caiu 12,1%, para 53 pontos, o menor patamar da série da FGV. A proporção de consumidores que avaliam a situação como boa caiu de 10,7% em outubro para 9% este mês. Já a dos que consideram ruim aumento de 50,4% para 56%.


Já o indicador de otimismo com a economia nos próximos seis meses caiu 12%, para 84,5 pontos, o menor desde dezembro de 2008. A proporção de consumidores afirmando que a situação econômica vai melhorar nos próximos meses diminuiu de 23,8% para 22,2%, enquanto a fatia dos que acham que a situação vai piorar aumentou 9,9 pontos percentuais, de 27,8% para 37,7%.

 

Fonte: G1

Inflação prevista pelos brasileiros para 12 meses está em 7,5%

O Indicador de Expectativa de Inflação dos Consumidores mostra que a inflação mediana prevista pelos brasileiros para os 12 meses seguintes ficou em 7,5% em novembro, segundo pesquisa da Fundação Getulio Vargas (FGV), acima do teto da meta de inflação do Banco Central, de 6,5%.Com o resultado, o indicador manteve-se no intervalo entre 7,2% e 7,5% que vem sendo registrado desde abril deste ano, o patamar mais elevado desde 2008.

 

Em médias móveis trimestrais, o indicador passou de 7,3% para 7,4% entre outubro e novembro.Na avaliação do economista Pedro Costa Ferreira, da FGV/IBRE, “apesar de a mediana ter se mantido constante, o aumento das respostas na faixa de 7 % e 8%, indicam um viés de alta do indicador. Fato este preocupante, uma vez que o mesmo já se encontra em um patamar elevado”, disse, em nota.

 

Fonte: G1

Receita muda estratégia e pequenas empresas devem ficar mais atentas

A Receita Federal mudará a estratégia de atuação nos próximos cinco anos, de modo a se aproximar dos contribuintes e orientar no cumprimento das obrigações tributárias. Contudo, as empresas, inclusive as pequenas, devem ficar alertas, segundo especialistas. De acordo com o subsecretário de Fiscalização da Receita Federal, Iágaro Jung Martins, o desafio da Receita Federal não é mais identificar quem sonega impostos, mas a meta agora é dar mais assistência aos contribuintes que querem cumprir as normas.


"Isso [sonegação] já podemos fazer, com a especialização de um grupo de auditores 'de elite', responsável por autuações de grande porte. Nossa meta para os próximos cinco anos é facilitar o modelo de compliance, para assistir aos contribuintes que desejam fazer a coisa certa. Investimos muito em tecnologia para isso", disse.

 

A gerente de consultoria tributária do Gaia, Silva, Gade Advogados, Regiane Furtado, comenta que a Receita Federal percebeu que a tecnologia é uma grande aliada para a fiscalização e, desde então, principalmente com o avanço do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED), os empresários convivem com esse cenário."De fato, pode haver um intuito arrecadatório, mas acredito que as empresas mais prejudicadas passaram a ser aquelas que agem na irregularidade, que sonegam e promovem a concorrência desleal. Com esse maior cruzamento de informações proporcionado pelo Sped, além de diminuir esse tipo de concorrência para aquelas que fazem tudo certo, passamos a viver em um momento de mudança de cultura organizacional [empresas melhor gerenciados e mais transparentes]", avalia a especialista.

 

Alertas
Em evento recente realizado pela Thomson Reuters, foi feito um levantamento com 450 profissionais o qual revelou que 48% esperam aumento na complexidade do sistema tributário durante os próximos quatro ou cinco anos, enquanto 35% acreditam que não haverá mudanças significativas durante este período.Para continuar a atender as normas do fisco, 45% dos respondentes disseram investir em capacitação da equipe interna por meio de cursos in company ou externos e 35% afirmaram que investiram na contratação de profissionais ou consultorias externas (32%). Para 23%, a empresa já possui profissionais capacitados e faz a defesa administrativa caso ocorra uma autuação.


De qualquer forma, Regiane Furtado comenta que mesmo as pequenas empresas, ainda não obrigadas a atender todas as obrigações do Sped - o que deve vir a acontecer somente em 2016 por causa do eSocial -, devem ficar atentas a esse maior cruzamento de informações, até mesmo com relação às Receitas estaduais. "Para ter ideia desse cruzamento, no Paraná o fisco encaminhou cartas para aqueles que declararam doações no Imposto de Renda de Pessoa Física para verificar se houve o pagamento do ITCMD [Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação], que é um tributo estadual. E isso foi possível com o banco de dados da Receita Federal", exemplifica.A sugestão dela, portanto, é que nenhuma declaração seja feita "de última hora", para ter o maior nível de detalhamento possível.


No entanto, Regiane lembra que o fato de que para desenvolver o eSocial - sistema que irá juntar a declaração de todas as obrigações tributárias - foi criado um grupo de empresas demonstra que a Receita também quer se aproximar mais do contribuinte e entender quais serão as dificuldades enfrentadas.
ResultadosEste ano, a Receita espera que a fiscalização resulte em crédito tributário de R$ 140 bilhões. Em 2013, o resultado bateu recorde ao atingir R$ 190 bilhões. Esse montante foi 63% maior do registrado em 2012. Na ocasião da divulgação, feita no começo de 2014, Iágaro explicou que esse valor do ano passado foi resultado de mais de 20 mil procedimentos de auditoria externa e 308 mil procedimentos de revisão interna de declarações de Pessoas Físicas, Jurídicas e Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR), que totalizaram mais de 329 mil procedimentos de fiscalização.


Por outro lado, o placar eletrônico do Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz), o Sonegômetro, aponta que essa prática ilegal ultrapassa R$ 445,1 bilhões (dados do ano até ontem). Com esse montante, poderiam ser pagos quase 22 milhões de salários anuais de professores do ensino fundamental (piso MEC), ou distribuir acima de 6,3 bilhões de Bolsas Famílias, programa de transferência de renda.

 

Fonte: DCI - SP

Apenas 26% do crescimento do Brasil vêm de produtividade

 Um estudo do Ipea divulgado ontem revelou que apenas 26% do crescimento econômico brasileiro é oriundo de ganhos de produtividade. Enquanto em países como a China, a Índia e a Rússia essa proporção é de 93%, 82% e 40%, respectivamente. A pesquisa mostrou também que entre 2000 e 2009, por exemplo, a taxa média anual de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil alcançou 3,42%, sendo que apenas um terço dessa expansão veio do aumento da produtividade do trabalho. Os outros dois terços foram resultado da alta da taxa de ocupação entre os brasileiros e, em menor medida, da taxa de participação - razão entre a população economicamente ativa (PEA) e a população em idade ativa (PIA).

 

O grande dilema colocado pelo estudo do Ipea, "Produtividade no Brasil - Desempenho e Determinantes", é que o modelo de crescimento alicerçado na incorporação de pessoas ao mercado de trabalho e crescimento populacional está se esgotando. Desafio Projeções demográficas, com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), indicam que a PIA deverá crescer somente até 2030. "Por volta de 2030, o Brasil apresentará uma população eminentemente adulta. [...] E, por volta de 2050, a tendência é de ampliação rápida da população idosa", reitera a pesquisa. O principal desafio do País para os próximos anos, segundo o estudo apresentado ontem, será encontrar alternativas para alavancar a economia por meio da produtividade do trabalho. Para o professor do Departamento de Economia da Universidade de Brasília (UNB), Carlos Alberto Ramos, um dos grandes entraves a esse objetivo é o baixo patamar de investimento do País. "A proporção da taxa de investimento em relação ao PIB é de cerca de 16% no Brasil, enquanto na China, por exemplo, essa porcentagem é de 40%", diz o professor.

 

Segundo a pesquisa do Ipea, a taxa de investimento nacional passou de 17% do PIB, no início da década de 2000, para 18%, no ano de 2012. Outro problema para Ramos é a forma de investimento, tanto do setor público, como do setor privado. "No caso do setor privado, não temos um mercado capitalista de longo prazo. Os empresários não estão investindo para obterem resultados daqui a 30 anos", diz ele. "Isso pode ser relacionado a alta burocracia do País - que parece não diminuir - pelas altas taxas de juros, além das incertezas da economia." Apesar disso, o estudo do instituto mostra que, nos últimos anos, o governo obteve avanços no modelo de concessões. Atualmente, o setor privado participa de 50% do total de investimentos realizados em infraestrutura pelo País. No entanto, os gastos empresariais em pesquisa e desenvolvimento (P&D) se mantiveram em níveis baixos em relação ao PIB. A pesquisa mostra que o período entre 2005 e 2008 registrou a relação P&D empresarial/PIB mais positiva na última década, passando de 0,49% para 0,53%. Entretanto, o Brasil permanece bem abaixo do nível de investimento em tecnologia de outros países, segundo o Ipea. Poupança

 

"Em termos de políticas públicas, poderia ser criada uma taxa de poupança da economia, além de medidas que reduzam o consumo", diz Ramos. "O Brasil poupa muito pouco. Nosso déficit em conta corrente corresponde a 3,5% do nosso PIB. E o problema disso é que não utilizamos o capital que entra no País para investir em infraestrutura, por exemplo. E sim para promover maior consumo", completa. Para o professor, ficar dependente da entrada de recursos do exterior também não é uma boa saída para o Brasil, devido à vulnerabilidade a crises internacionais, por exemplo. Além disso, o especialista lembra sobre a recuperação econômica dos Estados Unidos, o que deve atrair mais capital para aquela região. "Isso é um problema, pois o setor público também tem dificuldade para poupar. Além de ter que pagar os juros da dívida, o Estado está demandando poupança externa. A formação de capital do setor público não chega a 2% do PIB", diz. Segundo o estudo do Ipea, os investimentos em infraestrutura, tanto públicos como privados, passaram de menos de R$ 40 bilhões, no início da década de 2000, para cerca R$ 120 bilhões, em 2013, alcançando 2,45% de toda a riqueza produzida no País. Os investimentos públicos em transportes, por exemplo - que correspondem à maior parte dos aportes totais em infraestrutura - passaram de R$ 8 bilhões para R$ 26 bilhões por ano, entre 2003 e 2010. Apesar desse crescimento, esse valor representa apenas 0,6% do PIB e tem se mantido estável desde 2010.

 

Além disso, esse montante está longe de ser o suficiente para eliminar os gargalos da infraestrutura brasileira, especialmente no setor de transportes. Soluções O estudo do Ipea aponta algumas soluções para os problemas estruturais da produtividade brasileira. Dentre elas, sugere que a tecnologia talvez seja o fator mais relevante para os ganhos de produtividade. Tanto as tecnologias de processo, como as de inovações de produto. "Outro fator que, no longo prazo, é crucial para a ampliação da produtividade é a educação e a qualificação da mão de obra", diz o Ipea. Sobre essa questão, o professor da UNB comenta que o aumento da escolaridade da população, ocorrido nos últimos anos no País, ainda não se traduziu em elevação da produtividade.

 

Para ele, isso acontece por conta da ausência de qualidade no ensino. "A escolarização está avançando em termos de quantidade, mas não de qualidade", considera. Para o Ipea, a ausência de mão de obra qualificada para setores que exigem mais estudos, como de engenharia, é outro problema para a maior produtividade brasileira.

 

Fonte: DCI - SP

Projeto de Lei quer aumentar licença-maternidade para um ano

 A Comissão Especial da Primeira Infância da Câmara dos Deputados discutiu nesta quarta-feira (19), pela primeira vez, emendas para o Projeto de Lei 6.998/2013, que pretende ser o marco legal da primeira infância. Um dos pontos polêmicos do dispositivo é o aumento do tempo de licença-maternidade para um ano e de licença-paternidade para um mês.

 

Para o autor do projeto, deputado Osmar Terra (PMDB-RS), este é um ponto importante, mas que ainda está sendo discutido pelos membros da comissão. “Não será um gasto a mais para as empresas, é um investimento que vai prevenir muitos problemas futuros, não só para a família, mas para a sociedade toda”, explicou. O projeto foca em um conjunto de ações para o inicio da vida, como ampliar a qualidade do atendimento para crianças até 6 anos, com carreira, capacitação e, inclusive, com a criação de novas funções publicas, que cuidem do início da vida, de modo a valorizar o papel da mãe e do pai junto à criança, bem como criar espaços públicos para garantir que as crianças tenham locais adequados para se desenvolver.

 

Além disso, o projeto prevê a criação de um sistema de avaliação do desenvolvimento da criança, para verificar se o modelo de cuidado está adequado ou precisa ser alterado. Segundo Terra, a primeira infância começou a ser intensamente pesquisada há cerca de 20 anos. É na primeira infância, segundo ele, que a criança desenvolve as estruturas sociais, afetivas e cognitivas, e por isso a atenção deve ser maior para assegurar condições de desenvolvimento saudável. Segundo o relator, deputado João Ananias (PCdoB-CE), o projeto deve ser votado no dia 2 de dezembro, na Comissão Especial da Primeira Infância. O dispositivo altera a Lei 8,069 - o Estatuto da Criança e do Adolescente.

 

Fonte: Agência Brasil

Em novembro, IPCA-15 fica em 0,38%

Período

TAXA

Novembro

0,38%

Outubro

0,48%

Novembro 2013

0,57%

Acumulado no ano

5,63%

Acumulado 12 meses

6,42%

Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) teve variação de 0,38% em novembro e ficou 0,10 ponto percentual abaixo da taxa de 0,48% de outubro. Com isto o resultado do ano foi para 5,63%, acima da taxa de 5,06% do mesmo de período de 2013. Nos últimos 12 meses, o IPCA-15 situou-se em 6,42%, abaixo dos 12 meses imediatamente anteriores (6,62%). Em novembro de 2013, a taxa havia sido 0,57%. Os dados completos do IPCA-15 podem ser acessados emwww.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/precos/ipca15/defaultipca15.shtm.

Em novembro, a maioria dos grupos de produtos e serviços pesquisados apresentou variações inferiores às do mês anterior. Conforme mostra a tabela a seguir, as exceções foram Artigos de Residência (de 0,13% em outubro para 0,31% em novembro) e Educação (de 0,08% para 0,18%).

Grupo
Variação (%)
Impacto (p.p.)
Outubro
Novembro
Outubro
Novembro
Índice Geral
0,48 0,38 0,48 0,38
Alimentação e Bebidas
0,69 0,56 0,17 0,14
Habitação
0,80 0,56 0,12 0,08
Artigos de Residência
0,13 0,31 0,01 0,01
Vestuário
0,70 0,42 0,05 0,03
Transportes
0,25 0,20 0,05 0,04
Saúde e Cuidados Pessoais
0,37 0,36 0,04 0,04
Despesas Pessoais
0,40 0,37 0,04 0,04
Educação
0,08 0,18 0,00 0,01
Comunicação
0,00 -0,21 0,00 -0,01

Alimentação e BebidasHabitação foram os grupos de resultado mais elevado, ambos com 0,56%.

Os preços dos alimentos (de 0,69% em outubro para 0,56% em novembro), embora tenham desacelerado, continuaram a pressionar o índice e foram responsáveis, por 0,14 ponto percentual do IPCA-15 do mês. O itemcarnes, que subiu 1,90%, liderou o ranking dos principais impactos pelo terceiro mês consecutivo, com 0,05 ponto percentual. Outros produtos ficaram bem mais caros de um mês para o outro, a exemplo da batata-inglesa (13,85%) e do tomate (12,12%). O item frutas, com alta de 2,80%, veio a seguir, com 0,03 ponto percentual. Em contraposição, vários alimentos mostraram redução na taxa de crescimento de preços ou até mesmo queda, a exemplo da cebola (-12,49%), farinha de mandioca (-2,98%) e leite longa vida (-2,89%).

Por ordem de impacto vieram, do grupo Habitação (de 0,80% em outubro para 0,56% em novembro), os itensenergia elétrica (1,17%) e aluguel (0,62%), ambos com 0,03 ponto percentual. Contribuíram para a variação das contas de energia elétrica, as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro (3,74%), com reajuste de 17,75% em uma das concessionárias, em vigor a partir de 7 de novembro, e de São Paulo (1,52%), cujo reajuste de 20,61% em uma das concessionárias está em vigor desde 23 de outubro. Nas demais regiões as variações nas contas decorrem de alterações nas alíquotas do PIS/PASEP/COFINS.

Repetindo o impacto de 0,03 p.p, a gasolina (0,68%) e o conserto de automóvel (1,68%) se juntaram aos itens anteriores, pressionando o grupo Transportes (de 0,25% em outubro para 0,20% em novembro), apesar da queda nos preços de outros itens como passagem aérea(-2,35%) e ônibus interestadual (-0,50%). O aumento de 0,68% no preço da gasolina refletiu parte do reajuste de 3,00% que passou a vigorar nas refinarias a partir de 7 de novembro.

Ainda com 0,03 p.p veio do grupo Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,37% em outubro para 0,36% em novembro) o item plano de saúde, que subiu 0,77% no mês.

Dessa forma, os sete itens mencionados (carnesfrutas, energia elétricaaluguel, gasolina, conserto de automóvel e plano de saúde) somam 0,23 p.p. e respondem por 61% do IPCA-15 de novembro.

Dentre os índices regionais, o maior foi o de Goiânia (0,77%), onde os combustíveis (6,77%) foram responsáveis por 0,44 ponto percentual do índice do mês, com alta de 6,72% na gasolina e 10,38% nosetanol. O menor índice foi o de Brasília (0,15%) em virtude da queda de 6,50% nos preços das passagens aéreas, com peso de 2,22% e impacto de -0,14 ponto percentual.

Região
Peso Regional (%)
Variação Mensal (%)
Variação Acumulada (%)
Outubro
Novembro
Ano
12 Meses
Goiânia 4,44 0,70 0,77 5,73 6,41
Belém 4,65 -0,04 0,66 5,45 6,14
Porto Alegre 8,4 0,61 0,53 6,14 6,83
Fortaleza 3,49 0,41 0,49 4,89 5,95
Recife 5,05 0,31 0,39 6,19 6,88
São Paulo 31,68 0,53 0,38 5,54 6,26
Belo Horizonte 11,23 0,34 0,37 5,46 6,24
Curitiba 7,79 0,38 0,28 5,77 6,57
Rio de Janeiro 12,46 0,56 0,25 6,02 6,95
Salvador 7,35 0,46 0,18 5,35 6,25
Brasília 3,46 0,73 0,15 5,00 5,95
Brasil 100,00 0,48 0,38 5,63 6,42

Para o cálculo do IPCA-15 os preços foram coletados no período de 14 de outubro a 12 de novembro (referência) e comparados com aqueles vigentes de 13 de setembro a 13 de outubro (base). O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia. A metodologia utilizada é a mesma do IPCA, a diferença está no período de coleta dos preços e na abrangência geográfica.

Fonte: IBGE

 


 

Índice de estoques no varejo acelera

O Índice de Estoques (IE) calculado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) acelerou em novembro pelo terceiro mês consecutivo, para alta de 2,1% em relação a outubro, ao atingir 111,8 pontos. Na mesma base de comparação, o indicador, que capta a percepção dos comerciantes em relação ao volume de mercadorias estocadas nas lojas, tinha avançado 1,1% em outubro (109,5 pontos) e 0,7% em setembro (108,3 pontos). Em relação a novembro do ano passado, contudo, o IE caiu 13,6%.

 

A melhora na adequação dos estoques vem após um período de deterioração decorrente do excesso de produtos armazenados, consequência de vendas abaixo do estimado. A FecomercioSP destaca, contudo, que isso ocorreu, mais uma vez, por um "motivo ruim": a diminuição dos empresários com estoques abaixo do esperado - que caiu para 13,3% em novembro, ante 14,5% em outubro e 13,7% no mesmo mês de 2013 - acompanhada do aumento da proporção daqueles com excesso de produtos (30,6%, acima dos 30 5% em setembro e 20,8% em novembro do ano passado).

 

"(Isso significa que) o ciclo de ajuste ainda não acabou", afirma a Fecomércio em nota, reafirmando que acredita que os pedidos dos comerciantes para o Natal devam ser menores em 2014 se comparados aos do ano passado. Para 2015, a instituição diz projetar um aumento da adequação dos estoques, "mas não em razão de melhoria nas vendas" e sim "pelo fato de os prognósticos estarem mais conservadores". De acordo com a FecomercioSP, diversos fatores vêm impactando o IE, como a inflação alta e expectativa de crescimento nulo.

 

Metodologia


O IE é apurado mensalmente pela FecomercioSP, por meio da entrevista com cerca de 600 empresários do comércio na Região Metropolitana de São Paulo. O indicador vai de 0 a 200 pontos, com 0 representando "inadequação total" e 200 "adequação total". A marca dos 100 pontos é o limite entre inadequação e adequação. Por meio dos números, a entidade busca identificar a percepção dos comerciantes sobre a situação estoques como "acima" (quando há sensação de excesso) ou "abaixo" (falta de itens para suprir demanda em curto prazo).

 

Fonte: Estadão 

Toma posse a nova Diretoria da CNC

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A nova Diretoria e o Conselho Fiscal da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) tomaram posse nesta quarta-feira (19 de novembro), em Brasília. O presidente Antonio Oliveira Santos, reeleito para o cargo, ficará à frente da entidade no mandato 2014-2018.

 

Josias Albuquerque é o novo 1º vice-presidente. Darci Piana passa a ocupar a Vice-Presidência Administrativa. Para a 2ª e a 3ª Vice-Presidências foram eleitos José Evaristo dos Santos e Laércio Oliveira, respectivamente. Luiz Gil Siuffo continua à frente da Vice-Presidência Financeira da CNC.

 

Antonio Oliveira Santos saudou os diretores eleitos para o novo mandato e destacou a importância da continuidade do trabalho de fortalecimento das entidades que integram o Sistema Confederativo da Representação Sindical do Comércio, composto por 34 federações e cerca de 1.000 sindicatos. Os diretores manifestaram a satisfação de poder contribuir para um novo período de realizações e ressaltaram a importância da CNC para o desenvolvimento do comércio de bens, serviços e turismo e da economia do País.

 

 

Diretoria da CNC: 2014-2018

 

Presidente:

Antonio Oliveira Santos

 

Vice-Presidentes:

1º Josias Silva de Albuquerque (PE)

2º José Evaristo dos Santos (GO)

3º Laércio José de Oliveira (SE)

 

Vice-Presidente Financeiro:

Luiz Gil Siuffo Pereira

(Fecombustíveis)

 

Vice-Presidente Administrativo:

Darci Piana (PR)

 

Vice-Presidentes:

Abram Abe Szajman (SP)

Adelmir Araújo Santana (DF)

Carlos de Souza Andrade (BA)

José Marconi Medeiros de Souza (PB)

José Roberto Tadros (AM)

Lázaro Luiz Gonzaga (MG)

Luiz Carlos Bohn (RS)

Pedro Jamil Nadaf (MT)

 

Diretores-Secretários:

2º Bruno Breithaupt (SC)

3º Wilton Malta de Almeida (AL)

 

Diretores Tesoureiros:

2º Marco Aurélio Sprovieri (SP)

3º José Lino Sepulcri (ES)

 

Diretores:

Aldo Carlos de Moura Gonçalves (RJ)

Alexandre Sampaio de Abreu (FNHRBS)

Antonio Airton Oliveira Dias (RR)

Carlos Fernando Amaral (BA)

Daniel Mansano (Feaduaneiros)

Edison Ferreira de Araújo (MS)

Eliezir Viterbino da Silva (AP)

Euclides Carli (SP)

Francisco Valdeci de Souza Cavalcante (PI)

Itelvino Pisoni (TO)

José Arteiro da Silva (MA)

Leandro Domingos Teixeira Pinto (AC)

Luiz Gastão Bittencourt da Silva (CE)

Marcelo Fernandes de Queiroz (RN)

Pedro José Maria Fernandes Wähmann (RJ)

Raniery Araújo Coelho (RO)

Sebastião de Oliveira Campos (PA)

 

Conselho Fiscal :

Domingos Tavares de Souza (TO)

José Aparecido da Costa Freire (DF)

Valdemir Alves do Nascimento (AC) - Presidente

 

Suplentes da Diretoria:

Abel Gomes da Rocha Filho (SE)

Aderson Santos da Frota (AM)

Alex de Oliveira da Costa (PE)

André Luiz Roncatto (RS)

Antonio Lopes da Trindade (GO)

Ari Faria Bittencourt (PR)

Armando Vergílio S. Junior (Fenacor)

Carlos Marx Tonini (PA)

Celio Spagnoli (SC)

Diocesmar Felipe de Faria (DF)

Edgar Segato Neto (Febrac)

Expedito Edilson Mota Borges (CE)

Fernando Flávio M. Oliveira Lima (PB)

Francisco Maia Farias (DF)

Hugo de Carvalho (TO)

Isabel Cristina Vidal Ineu (RS)

Ivo Dall’Acqua Júnior (SP)

Jeferson Furlan Nazário (Fenavist)

João Elvécio Faé (ES)

José Marcos de Andrade (SE)

José Gilton Pereira Lima (AL)

Ladislao Pedroso Monte (AP)

Liliana Ribas Tavarnaro (PR)

Lúcio Emílio de Faria Junior (MG)

Luso Soares da Costa (RJ)

Manoel Jorge Vieira Colares (PA)

Márcio Olívio Fernandes da Costa (SP)

Miguel Setembrino E. de Carvalho (DF)

Mitri Moufarrege (DF)

Paulo Miranda Soares (Fecombustíveis)

Paulo Sérgio Ribeiro (MT)

Rubens Torres Medrano (SP)

Rudi Marcos Maggioni (PE)

Valdir Pietrobon (Fenacon)

Zildo De Marchi (RS)

 

Suplentes do Conselho Fiscal:

Ademir dos Santos (RR)

Marcelino Ramos Araújo (MA)

Odair de Jesus Conceição (Fenavist)

 

Fonte: CNC