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Facepe lança novo edital para empresas se inscreverem no PITEC

A Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (FACEPE) está lançando nova versão de edital convidando empresas interessadas a apresentarem propostas para obtenção de apoio financeiro complementar para atividades de pesquisa ou de formação de recursos humanos.  A iniciativa integra o Programa de Apoio a Parcerias para a Inovação Tecnológica e a Formação Qualificada (PITEC), criado pela Fundação em 2011 e que agora apresenta uma nova chamada pública cuja finalidade é tornar o Programa mais exequível.

O PITEC estimula empresas que tenham interesse e visão inovadora para fomentar a realização - nas universidades e institutos de pesquisa sediados em Pernambuco - de projetos de pesquisas científicas e tecnológicas, de desenvolvimento e inovação, em temáticas de seu interesse. Ao mesmo tempo incrementa a cooperação entre pesquisadores das instituições e aqueles de empresas inovadoras, situadas ou não no Estado.

A nova versão do edital surgiu de um estudo realizado por um grupo de trabalho constituído pela direção da FACEPE, estudo este que foi discutido e aperfeiçoado pela Câmara de Inovação e homologado pelo Conselho Superior da Fundação. A nova chamada apresenta quatro oportunidades de submissão de propostas (rodadas), assegurando recursos na ordem de R$ 8 milhões, provenientes do Tesouro Estadual, para serem executados nos anos de 2015 e 2016.

Podem apresentar propostas empresas de qualquer porte, situadas ou não em Pernambuco, ou concentração de empresas em suas variadas formas (econômica e de integração) -, desde que possuam personalidade jurídica (CNPJ) formalmente registrada no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica - em parceria com instituições de ensino superior (IES) públicas ou privadas sem fins econômicos (somente as situadas em Pernambuco) ou instituições científicas e tecnológicas (ICTs) públicas ou privadas sem fins econômicos (também situadas em Pernambuco).

Os interessados devem encaminhar suas propostas a? Facepe pelo Coordenador Geral da Proposta, via Internet, até 12 de março de 2015, por intermédio do Formulário de Solicitac?a?o para Inovação- SIN (modalidade PITEC), disponível no Sistema AgilFAP da FACEPE, a partir do dia 05 de janeiro de 2015. Para chegar ao formulário no AgilFAP, dentro da modalidade “SIN” o solicitante devera? selecionar como “natureza da solicitação” a opção “Edital 021 - 2014 - PITEC - FACEPE”. Também será necessária entrega de documentação impressa na sede da FACEPE, situada à Rua Benfica, 150, Bairro da Madalena, Recife – PE.

Confira o edital na íntegra

Mercado volta a elevar estimativa para a inflação em 2015, mostra Focus

Os investidores e os analistas do mercado financeiro voltaram a elevar a projeção de inflação para 2015, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A projeção passou de 6,56% para 6,6%. A estimativa segue acima do teto da meta, que é 6,5%. Os dados são do boletim Focus, divulgado hoje (12) pelo Banco Central (BC).

 

A autoridade monetária se comprometeu a fazer a inflação chegar ao centro da meta, de 4,5%, em 2016. Na sexta-feira (9), o presidente do BC, Alexandre Tombini, reafirmou o compromisso ao comentar o IPCA de 2014, que fechou em 6,41%.

 

O boletim Focus da última semana também reduziu pela segunda vez a projeção do crescimento da economia para 2015, de 0,5% para 0,4%. A estimativa para os preços administrados, que sofrem algum tipo de influência do governo, teve alta pela quinta semana, passando de 7,85% para 8%.

 

Com relação à taxa básica de juros, a Selic, a previsão para 2015 permanece em 12,5% ao ano. A projeção de câmbio também foi mantida, em R$ 2,80.

A estimativa da dívida líquida do setor público passou de 37,3% para 37,25% em relação ao Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos em um país). A projeção do déficit em conta-corrente, que mede a qualidade das contas externas, passou de US$ 77 bilhões a US$ 77,4 bilhões.

 

O saldo da balança comercial continuou em US$ 5 bilhões. Os investimentos estrangeiros foram estimados em US$ 60 bilhões. A  previsão de crescimento da produção industrial ficou em 1,02%.

 

Focus é uma pesquisa semanal do Banco Central feita junto ao mercado. As estimativas divulgadas nesta segunda-feira são avaliações feitas por instituições financeiras na semana passada.

 

Fonte: Agência Brasil 


 

Facepe lança edital "Pesquisador na Empresa de Pernambuco"

A Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco – FACEPE está lançando o Edital Pesquisador na Empresa de Pernambuco, chamada pública que convoca microempresas e empresas de pequeno e médio porte a apresentarem propostas para a obtenção de apoio financeiro a projetos que visem a estimular a inserção de mestres e doutores em empresas localizadas no Estado de Pernambuco.

A iniciativa apoia projetos de pesquisa científica, tecnológica e de inovação das empresas por meio da concessão de bolsas de fixação de pesquisador a profissionais altamente qualificados (mestres e doutores) no seio da empresa. Um montante de R$ 3 milhões oriundos do orçamento da Fundação está reservado para este edital, podendo cada proposta receber um total de R$ 300 mil. O edital terá três rodadas e para a primeira a data-limite para submissão das propostas é 19 de março de 2015.

As propostas devem ser apresentadas por um sócio, associado ou empregado contratado pela empresa, que será necessariamente o Coordenador Geral do projeto. Elas devem ser enviadas sob a forma de projeto de pesquisa desenvolvimento e inovação e encaminhadas à FACEPE via internet. Para a submissão, o proponente deve acessar o Formulário de Solicitação de Subvenção Econômica a Projeto de Inovação (modalidade SIN) no Sistema AgilFAP (http://agil.facepe.br). Após o acesso ao sistema o representante deverá escolher o módulo “Subvenção Econômica” dentro do menu “Formulários” e abrir o link da modalidade “SIN – Subvenção à Inovação- PEPE”.

A empresa executora deverá aportar ao projeto a contrapartida mínima de 20% do valor total do projeto. Por exemplo, para uma solicitação de R$ 300.000,00, a proposta deve prever uma contrapartida mínima de R$ 75.000,00, em recursos financeiros ou não financeiros, correspondentes a 20% do valor global de R$ 375.000,00. As empresas que tiverem suas propostas aprovadas poderão complementar os valores das bolsas mediante convênio com a FACEPE. Esses recursos poderão ser considerados contrapartida.

As atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação nas empresas são fundamentais para uma inserção competitiva e sustentável em uma economia global. A FACEPE, com mais esta chamada de apoio à inovação reafirma seu papel de órgão promotor do desenvolvimento científico e tecnológico, disseminando a cultura da inovação no setor produtivo do estado de Pernambuco.

Baixe o edital

Seca foi um dos vilões da inflação em 2014

A seca provocada pelo menor índice de chuvas no final de 2013 e ao longo do ano passado foi um dos grandes vilões da inflação oficial em 2014. Segundo a coordenadora de Índices de Preços do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Eulina Nunes dos Santos, “a seca prejudicou tanto o abastecimento de energia quanto as lavouras”.

 

Com o clima mais seco, a produtividade das lavouras cai e, consequentemente, há uma redução da oferta de alimentos no país e no mundo. Em 2014, por exemplo, os alimentos tiveram aumento de preços de 8,03%.

 

O custo da seca também acaba tendo influência indireta em alguns produtos. As carnes, por exemplo, foram o item que mais influenciou a inflação, com alta de preços de 22,21%. Com menos chuva, o pasto é prejudicado e isso aumenta o custo para alimentar o rebanho.

 

A seca também causou impacto no custo da energia elétrica. A falta de chuva esvaziou os reservatórios das usinas. Com menor potencial hidráulico, foi necessário produzir eletricidade a partir de usinas termelétricas, que é mais cara do que a energia produzida a partir da força da água.

 

Segundo Eulina Nunes dos Santos, as alterações climáticas vêm prejudicando a oferta de alimentos nos últimos anos. Em dez anos, a alta acumulada dos alimentos é 99,73%, enquanto a inflação acumulada no período foi 69,34%. “ A seca e, às vezes, a chuva em excesso têm prejudicado as lavouras não só no Brasil, como no mundo todo”, disse.

 

Há, no entanto, outros fatores que têm contribuído para a inflação, como a alta do dólar e o aumento da exportação de produtos como a própria carne. O aumento da demanda gerado pelo crescimento do emprego e da renda também tem seu impacto nos preços.

 

Os alimentos fora de casa, por exemplo, ficaram 136,14% mais caros em dez anos. “As pessoas procuram mais a refeição fora de casa. Há ainda o aumento do custo dos estabelecimentos, com elevação dos alimentos, do aluguel e dos salários. Os custos fazem com que esses preços aumentem”, disse.

Outros itens com alta de preços acima da média, nos últimos dez anos, foram o aluguel residencial (100,49%) e o empregado doméstico (181,89%).

 

 

 

Fonte: Agência Brasil

 

 

Inflação para famílias com renda até cinco salários fica em 6,23% em 2014

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação para famílias com renda até cinco salários mínimos, ficou em 6,23% em 2014. A taxa é superior à observada pelo INPC em 2013 (5,56%), mas inferior à taxa de inflação oficial de 2014, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que ficou em 6,41%.

 

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os alimentos tiveram o maior impacto no INPC, com inflação de 7,8%, seguidos pelo grupo habitação, com alta de preços de 8,82%.

 

Entre as capitais, as maiores inflações foram observadas no Rio de Janeiro (7,62%) e em Goiânia (7,47%). A menor taxa do INPC ficou com São Paulo (5,48%).

 

Considerando-se apenas o mês de dezembro, a variação do INPC foi 0,62%, acima do resultado de novembro de 2014 (0,53%), mas abaixo da taxa de dezembro de 2013 (0,72%).

 

Fonte:Agência Brasil 

Inflação fecha 2014 em 6,41%, abaixo do teto da meta

O aumento dos preços de alimentos e de habitação não deu trégua para o bolso do brasileiro ao longo de 2014 e contribuiu para que a inflação oficial do país, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), acumulasse alta de 6,41%, a maior desde 2011.

Apesar do avanço em relação a 2013, quando a taxa chegou a 5,91%, a inflação ficou abaixo do teto da meta do Banco Central, de 6,5% ao ano.

Os números foram divulgados nesta sexta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A estimativa mais recente do mercado financeiro divulgada pelo boletim Focus apontava que o IPCA deveria ficar em 6,39% no ano passado. Já a previsão do BC era de uma taxa acumulada de 6,4%. A última previsão feita pelo Ministério da Fazenda foi de IPCA acima de 6,4%, "mas sem estourar meta".

Em 2014, os gastos relativos à habitação  subiram 8,80%, depois de avançar 3,4% no ano anterior, influenciados pela energia elétrica, que ficou 17,06%, em média, mais cara. Em 2013, o valor da tarifa Em 2014, os gastos relativos à habitação subiram 8,80%, depois de avançar 3,4% no ano anterior, influenciados pela energia elétrica, que ficou 17,06%, em média, mais cara. Em 2013, o valor da tarifa havia recuado 15,66%.

Apesar de não terem registrado a maior taxa entre os grupos de gastos analisados, os alimentos exerceram o maior impacto no IPCA, subindo 8,03%, um pouco abaixo do índice de 2013.

As carnes foram as grandes vilãs da inflação no ano passado, com alta de 22,21%. Outros alimentos subiram mais, no entanto, por terem peso menor no cálculo do IPCA, contribuíram menos com a alta. Esse é o caso do açaí (29,73%) e da cebola (23,61%). Comer fora de casa também ficou mais salgado para o brasileiro. Esse tipo de refeição sofreu aumento próximo de 10%.

Eulina Nunes dos Santos, coordenadora de Índices de Preços do IBGE, explica que a alta das carnes, que vem pressionando há três meses, se deve principalmente ao aumento das exportações, com o embargo da Rússia aos produtos americanos e europeus. Rússia e China são os maiores compradores da carne brasileira.

infl"Com a alta das carnes, os pecuaristas ficaram felizes. Eles alegam que em anos anteriores, tiveram prejuízos, chegando a abater matrizes. A menor oferta de gado, maior exportação, a pressão do dólar sobre os custos de produção e a seca que prejudicou as lavouras foram as principais causas da alta", disse.

Os preços relativos a educação também ficaram subiram em 2014, 8,45%, influenciados diretamente pela alta de 8,87% dos cursos regulares e de 8,09% dos cursos diversos, como idioma e informática.

Na sequência, aparecem as variações de despesas pessoais, 8,31%, pressionadas pelo aumento de 10% no serviço de empregas domésticas. Também subiram mais os preços de hotéis (10,42%), manicure (9,73%), jogos lotéricos (9,05%), cabeleireiro (8,39%), cigarro (7,20%) e serviços bancários (6,32%).

Com o aumento nos custos com planos de saúde (9,4%), o grupo saúde e cuidados pessoais fechou o ano em 6,97%. A variação dos artigos de residência avançaram 5,49%, influenciados por eletrodomésticos (10,59%) e conserto de artigos de casa (10,01%).

As menores variações no ano passado, entre todos os grupos, partiram de transportes (3,75%), vestuário (3,63%) e comunicação (-1,52%). "O grupo transportes, por se constituir no segundo de maior peso no orçamento das famílias (18,43%) e registrar variação bem abaixo da média, teve forte influência na formação do IPCA do ano. As tarifas dos ônibus urbanos situaram-se em 3,85%, com ocorrência de reajuste em sete das 13 regiões pesquisadas", diz o IBGE, em nota.

Inflação 2014 - entenda metas (Foto: Editoria de Arte/G1)

Como a inflação se comportou em dezembro
Na comparação mensal, o IPCA passou de 0,51% em novembro para 0,78% em dezembro. As maiores influências para o aumento de preços no país partiram dos preços de transportes e de alimentos.

No caso dos transportes, cuja variação chegou a 1,38% - a maior entre os grupos de gastos analisados pelo IBGE - foi fortemente influenciada pelo preço das passagens de avião, que subiram 42,53% em dezembro, período de férias escolares e festas de fim de ano.

Salvador e Campo Grande viram as tarifas subirem mais do que em outros locais: 54,82%. Apesar desse resultado no último mês do ano, o aumento acumulado em 2014 foi de 7,79%.

Além das passagens, outras pressões partiram do etanol (1,31%), do automóvel novo (0,69%), do ônibus intermunicipal (0,64%) e da gasolina (0,61%).

Assim como visto no ano de 2014, os alimentos exerceram o mais forte impacto sobre o IPCA de dezembro, ainda que não tenham registrado a maior taxa.

O avanço de 1,08% nos alimentos teve ajuda dos preços das carnes, que ficaram 3,73% mais caras, além da refeição fora de casa, cuja alta foi de 1,41%. A mistura mais tradicional da mesa do brasileiro também teve forte alta. Os feijões chegaram a subir 9,26%, em média, enquanto o arroz ficou mais caro em 1,81%.

Também mostraram expansão de novembro para dezembro os preços de vestuário, 0,85%, e de despesas pessoais, 0,7%. Saúde e cuidados pessoais ficou em 0,47% e artigos de residência não registraram variação. Só subiram menos os preços relacionados à habitação (0,51%), educação (0,07%) e comunicação (0,00%).

Por região
O Rio de Janeiro foi o estado onde a inflação mais pesou, com uma taxa de 7,70% em 2014, contra 6,16% no ao anterior.

"No estado, os alimentos chegaram a 2,31% somente em dezembro pressionando a taxa. O feijão estava na entressafra, por isso a alta de preços. A batata e a cebola tiveram lavouras prejudicadas pela seca. O volume da produção pode não cair, mas a qualidade diminui e os preços tendem a aumentar. O frango também aumentou seguindo o movimento das carnes. E quando a carne sobe, as familias optam pelo frango", explicou Eulina.

INPC
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), também divulgado pelo IBGE nesta sexta-feira, variou 0,62% em dezembro, acima do resultado de 0,53% de novembro. O ano de 2014 fechou em 6,23%, acima da taxa de 5,56% de 2013.

Portaria MTE Nº 5 DE 07/01/2015

Publicado no DO em 8 jan 2015

Suspende os efeitos da Portaria MTE nº 1.565 de 13 de outubro de 2014 em relação aos associados da Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas não Alcoólicas- ABIR e aos confederados da Confederação Nacional das Revendas AMBEV e das Empresas de Logística da Distribuição - CONFENAR.

O Ministro de Estado do Trabalho e Emprego, no uso das atribuições que lhe conferem o inciso II do parágrafo único do art. 87 da Constituição Federal e os arts. 155 e 200 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, atendendo a determinação judicial proferida nos autos do processo nº 0078075-82.2014.4.01.3400 e do processo nº 0089404-91.2014.4.01.3400, que tramitam na 20ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal - Tribunal Regional Federal da Primeira Região,

Resolve:

Art. 1º Revogar a Portaria MTE nº 1.930 de 16 de dezembro de 2014.

Art. 2º Suspender os efeitos da Portaria MTE nº 1.565 de 13 de outubro de 2014 em relação aos associados da Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas não Alcoólicas e aos confederados da Confederação Nacional das Revendas AMBEV e das Empresas de Logística da Distribuição.

Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

Primeira pesquisa da FGV sobre inflação aponta alta nos preços

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), teve alta de 0,96%, na primeira apuração de 2015, o que representa um acréscimo de 0,21 ponto percentual (p.p.) sobre o resultado de dezembro (0,75%).

 

O levantamento feito nas principais capitais do país, pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV), indica elevações nos preços em quatro dos oito itens pesquisados, com destaque para a habitação (de 0,7% para 1,21%). Essa alta foi puxada, principalmente, pela tarifa de eletricidade residencial (de 2,65% para 5,85%).


Foram constatados avanços com taxas superiores aos da última apuração nos seguintes grupos: alimentação (de 1,06% para 1,41%), sob o impacto das hortaliças e legumes (de 4,46% para 7,91%); transportes (de 0,66% para 0,8%), influenciado pela tarifa de ônibus urbano (de 0,43% para 1,71%) e despesas diversas (de 0,2% para 0,51%), que reflete o aumento de preços dos cigarros (de -0,07% para 0,54%).


Nos quatro grupos restantes, os reajustes nos preços foram menores aos praticados em dezembro. O item que apresentou a maior taxa foi a educação, leitura e recreação (de 0,89% para 0,79%). Já vestuário liderou a queda no ritmo de correções ao subir 0,38% ante 0,72%. E saúde e cuidados pessoais a taxa passou de 0,52% para 0,46%. Em comunicação a alta na primeira apuração do ano foi 0,49% ante 0,41% registrado em dezembro.


Os itens que mais pressionaram a inflação no período foram a batata inglesa (30,5%); tarifa de ônibus urbano (1,71%); condomínio residencial (1,63%); aluguel residencial (0,87%). Outros apresentaram queda nos preços como o leite tipo longa vida (-3,49%); tomate (-7,02%); a gasolina (-0,45%); banana-nanica (-6,99%) e geladeira e freezer (-1,29%).

 

Fonte: Agência Brasil

IBGE: preço ao produtor cresce 1,16% de outubro para novembro

O Índice de Preços ao Produtor (IPP) cresceu 1,16% em novembro do ano passado, 0,5 ponto percentual superior ao mês imediatamente anterior. Com o resultado, de outubro a novembro a taxa acumulada no ano passou de 2,75% para 3,94%: alta de 1,19 ponto percentual.


O IPP foi divulgado hoje (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A alta de novembro reflete aumento em 20 das 23 atividades pesquisadas, em relação a outubro, com as maiores variações ocorrendo nos segmentos de fumo (2,90%), papel e celulose (2,33%) e outros equipamentos de transporte (2,26%).


Já as atividades que exerceram as maiores influências na composição da taxa foram alimentos (com 0,29 ponto percentual); refino de petróleo e produtos de álcool (0,20); veículos automotores (0,12) e metalurgia (com 0,11 ponto percentual).


Já no acumulado do ano, alta de 3,94%, as atividades que tiveram as maiores variações percentuais foram metalurgia (10,48%), bebidas (8,92%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (8,42%) e calçados e artigos de couro (7,96%); com as maiores contribuições percentuais verificadas também em metalurgia (0,80 ponto percentual), veículos automotores (0,68), refino de petróleo e produtos de álcool (0,57) e outros produtos químicos (com 0,28 ponto percentual).


Em novembro, os preços dos alimentos apresentaram alta de 1,45%, a maior variação desde a taxa de 1,55% de setembro de 2013. Nos 15 meses que separam setembro de 2013 de novembro de 2014, houve sete resultados negativos e oito positivos. Com esse resultado, a maior influência no indicador das indústrias de transformação (1,16%) foi também a do setor de alimentos, com contribuição de 0,66%, primeiro resultado positivo da série no ano.


A atividade refino de petróleo e produtos de álcool registrou variação de 1,80% em novembro de 2014 com relação a outubro, invertendo resultado negativo do mês anterior. No ano, o setor acumula alta de 5,11%, enquanto o indicador dos últimos 12 meses registra elevação de  8,19%.


Os produtos em destaque para o indicador mensal foram álcool etílico, asfalto, cimento asfáltico ou outros resíduos de petróleo ou de minerais betuminosos (mistura de hidrocarbonetos de consistência sólida, usada na produçaõd e asfalto, pinturas e impermeabilização) e óleo diesel e outros óleos combustíveis, todos com variações positivas, e querosenes de aviação com variação negativa.


A fabricação de veículos automotores registrou em novembro variação de 1,03% no indicador mensal, alcançando 6,25% no acumulado do ano. Com relação aos últimos 12 meses, o índice da atividade registrou alta de 5,87%.


Com esses resultados, segundo o IBGE, a atividade exerceu a segunda maior influência sobre o acumulado do ano, e a terceira maior influência sobre o índice mensal do IPP. Entre os produtos mais importantes para o resultado mensal, veículo para mercadorias a diesel é o único produto que apresenta resultado negativo e se destaca tanto em termos de influência quanto pela sua variação.

 

Fonte: Agência Brasil

Indicador de desemprego da FGV avança 2% em dezembro

O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) avançou 2% em dezembro, atingindo 76 pontos, após recuar 0,3% no fechamento de novembro, de acordo com informação divulgada hoje (7) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O indicador sinaliza a tendência do emprego no horizonte de curto e médio prazos.

 

Embora o indicador continue historicamente em nível extremamente baixo, o resultado confirma tendência de alta no fechamento do ano, após período de fortes quedas entre março e setembro de 2014.

 

Na avaliação da economista do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV Sarah Lima, embora a série de médias móveis trimestrais já apresente tendência positiva, “os números ainda não permitem distinguir se está havendo uma reversão de tendência ou uma calibragem frente ao pessimismo exacerbado das expectativas nos meses anteriores”.

 

As informações da FGV indicam que entre as variáveis que contribuíram positivamente para a evolução do IAEmp é possível destacar o indicador de otimismo dos industriais com a situação dos negócios nos seis meses seguintes, com variação positiva de 8,7% na margem. O indicador combina dados extraídos das sondagens da indústria, de serviços e do consumidor, e possibilita antecipar os rumos do mercado de trabalho.

 

Já o Indicador Coincidente de Desemprego (ICD) recuou 1,1% em dezembro, atingindo 73,6 pontos. Embora essa tenha sido a primeira queda do ICD em nove meses, ela ainda não foi suficiente para reverter a tendência de alta observada nos meses anteriores, conforme mostra também o indicador de médias móveis trimestrais.

 

O ICD é construído a partir de dados desagregados  em quatro classes de renda familiar - da Sondagem do Consumidor, que capta a percepção do entrevistado a respeito da situação presente do mercado de trabalho. Desse modo, o indicador capta puramente a percepção das famílias sobre o mercado de trabalho, sem refletir, por exemplo, a diminuição da procura de emprego motivada por desalento.

 

Fonte: Agência Brasil