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Novo comprovante do CPF diminui risco de fraudes

A Receita Federal liberou, nesta segunda (1), o novo Comprovante de Situação do Contribuinte no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF). De acordo com o Fisco, o documento é importante porque garante a regularidade do contribuinte no cadastro com maior segurança. Além disso, há maior transparência sobre a real situação cadastral, diminuindo os riscos de fraudes.

 

Agora, para fazer a consulta, o contribuinte deverá informar o número de inscrição no CPF e a data de nascimento. Após inserir os dados, serão emitidas as informações sobre o contribuinte. Além da situação cadastral, o documento apresenta a data de nascimento e a data da inscrição no CPF. Os contribuintes poderão utilizar ainda o aplicativo Pessoa Física disponível para dispositivos móveis.

 

A autenticidade do comprovante pode ser confirmada por meio do serviço Confirmação da Autenticidade do Comprovante de Inscrição ou de Situação Cadastral, disponível no site da Receita.

 

O CPF é um banco de dados administrado pela Receita, que armazena informações dos contribuintes. Sem o registro, é impossível abrir conta em banco, retirar passaporte e fazer compras a crédito em lojas e no comércio em geral.

 

Comércio do Recife abrirá lojas nos domingos de junho

O Dia dos Namorados (12 de junho) e os festejos juninos motivaram um horário de funcionamento especial para o comércio do Recife este mês: as lojas estarão abertas todos os domingos.

 

A Câmara de Dirigentes Lojistas da capital (CDL Recife) divulgou o calendário nesta segunda-feira. Vale lembrar que nesta quinta-feira (4/6) é comemorado o Corpus Christi, mas no Recife não é feriado. Deste modo, o funcionamento de empresas locais é normal. Os bancos, porém, têm funcionamento facultativo.

 

Corpus Christi (4/6): 8h às 18h;

 

Domingos (7, 14 e 21/6): 9h às 17h.

 

Fonte: Jornal do Commercio 

Vendas de materiais de construção registram em maio queda de 5,3%

As vendas da indústria de materiais de construção registrou, em maio, recuo de 5,3% em relação ao mesmo mês do ano passado. No acumulado do ano, de janeiro a maio, houve queda de 7,4%, comparado a igual período de 2014. Os dados, divulgados hoje (1º), são da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat).

 

“Este ano, o grande problema são as construtoras. Com a Operação Lava Jato, as obras estão paralisadas, o governo está reduzindo os investimentos. Além disso, os empresários não estão investindo em apartamentos ou edifícios comerciais. Estão com medo de investir”, destacou o presidente da Abramat, Walter Cover.

 

 

Segundo ele, os consumidores finais também não têm confiança para comprar um imóvel, o que implicará em dívida longa. “O mercado das construtoras tem muito a ver com a incerteza da economia. As famílias não estão comprando imóveis novos ou usados. Estão com medo de entrar em um financiamento de longo prazo”, acrescentou.

 

De acordo com os dados da Abramat, as vendas de maio, em comparação a abril, tiveram elevação de 6,5%. Segundo Walter Cover, o crescimento está relacionado ao número de dias úteis no quinto mês do ano.

 

Para o presidente da Abramat, a indústria de material de construção, comparada a 2014, deve fechar o ano com recuo de 2%. “Por conta dos ajustes, acreditamos em uma melhora no ambiente econômico, o que deve recuperar a confiança dos agentes econômicos, dos empresários e das famílias. Também teremos no segundo semestre o Minha Casa, Minha Vida 3.”


 

 Walter Cover explicou ainda que a alta do dólar pode beneficiar o setor, já que indústria nacional deve substituir a venda dos importados.

 

Fonte: Agência Brasil 

 

 


 

Dia dos Namorados: vendas deverão cair pela primeira vez após 11 anos

 

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O volume de vendas do comércio varejista brasileiro voltado para o próximo Dia dos Namorados deverá registrar queda de 0,1% em relação ao mesmo período do ano passado, já descontada a inflação, segundo estimativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Essa é uma das seis datas comemorativas mais importantes do calendário varejista brasileiro, devendo movimentar neste ano R$ 2,4 bilhões – o correspondente a 3,8% do faturamento esperado para todo o mês de junho.

Confirmada essa expectativa, o resultado das vendas ficaria, assim como nas demais datas-âncoras já ocorridas em 2015, significativamente aquém do desempenho verificado no mesmo período do ano passado, quando o setor apurou alta de 4,4%. Além disso, esse seria o pior resultado de vendas para o Dia dos Namorados desde 2004 (-0,8%).

Principal carro-chefe das vendas associadas ao Dia dos Namorados, o segmento de vestuário e acessórios deverá registrar perda real de 0,8% em relação à mesma data do ano passado. A mesma tendência de queda nas vendas deverá ser seguida pelo ramo de móveis e eletrodomésticos (-7,3%). Por outro lado, os segmentos de farmácias, perfumarias e cosméticos (+7,1%) e venda de artigos de uso pessoal e doméstico (+7,4%) deverão impedir um desempenho ainda mais fraco do varejo nessa data comemorativa. Menos dependentes do crédito, esses dois segmentos têm apresentado variações de preços abaixo da média do varejo nos últimos meses.

Acesse aqui o estudo da Divisão Econômica na íntegra

Fonte: CNC 

 

 

 


Índice de criação de empresas cai 9,1% em abril ante março, aponta Serasa

O índice de nascimento de novas empresas da Serasa Experian registrou queda de 9,1% em abril ante março, com um total de 168.124 novos negócios criados no País. Em relação a abril de 2014, foi registrada alta de 3,1%. No acumulado do primeiro quadrimestre, foram criadas 648.488 empresas, alta de 2,5% em relação a igual intervalo do ano passado.

Os economistas da Serasa voltaram a afirmar que a desaceleração da criação de novas empresas no acumulado do ano (no primeiro quadrimestre de 2014 o crescimento havia sido de 6,9%) reflete o cenário econômico mais adverso, caracterizado por redução da confiança empresarial, alta da inflação, dos juros e da taxa cambial, além do baixo dinamismo da atividade.

Na passagem de março para abril, a criação de empresas individuais caiu 20,2%, para 14.965 novos negócios; o nascimento de novas empresas de outras naturezas teve queda de 18,2%, com 8.784; as 17.443 novas sociedades limitadas registraram criação de 17.443 unidades, representam retração de 15,3%; enquanto o número de novos microempreendedores individuais (MEIs) surgidos em abril foi de 126.932, recuo de 5,8% no período.

A Serasa também volta a afirmar que a crescente formalização dos negócios no Brasil é responsável pelo aumento constante das MEIs registrado desde o início da série histórica do indicador. Em seis anos, elas passaram de menos da metade dos novos empreendimentos (42,4%, em 2010) para 75,5% no último levantamento.

 

Na divisão por regiões geográficas, o Sudeste segue liderando o ranking de nascimento de empresas, com 325.141 novos negócios abertos entre janeiro e abril de 2015, ou 50,1% do total. A Região Nordeste segue em segundo lugar, com 18,3% do total. O Sul continua em terceiro lugar, com 16,6% de participação, seguido do Centro-Oeste (9,7%) e Norte (5,3%).

O setor de Serviços continua sendo o mais procurado por quem quer empreender: de janeiro a abril, 397.779 novas empresas surgiram neste segmento, o equivalente a 61,3% do total. Em seguida, aparecem 195.563 empresas comerciais (30,2% do total) e no setor industrial, foram abertas 53.105 empresas (8,2% do total) neste mesmo período.

Fonte:Estadão Conteúdo 

 

 

 

 

 

 

Crise prejudica os mais jovens

A necessidade de trabalhar e contribuir com as despesas da casa empurraram Niedjane Monte para o mercado ainda cedo. O sonho de cursar publicidade e propaganda, despertado ainda no ensino médio, vem sendo postergado desde 2013. Foi quando a renda de sua família começou a cair, um fenômeno nacional identificado por instituições de pesquisa e consultoria, como a Ceplan. Desde o final do ano passado, com o agravamento da crise no País, esta tendência vem se tornando ainda maior, segundo o IBGE e o Dieese.

 

Para Niedjane, é preciso ganhar dinheiro, trabalhar, ajudar em casa. Iniciar a graduação vai ficando para depois, quando der. “Comecei a trabalhar logo porque eu precisava arcar com as minhas necessidades, deixar de ser dependente e ajudar no orçamento de casa. Infelizmente, o curso que realmente quero fazer não cabe no meu orçamento hoje”, diz ela.

 

Como Niedjane, a geração de jovens com idade entre 16 e 26 anos vem sendo sacrificada pela conjuntura de recessão, inflação e juros altos. “Quando o chefe da família perde o emprego, e a renda diminui, a tendência é que o filho vá para o mercado. Com isso, há um aumento na oferta de membros secundários da família no mercado de trabalho. O chefe não consegue sozinho segurar a barra e os filhos precisam ajudar e contribuir com o orçamento”, explica o economista Jorge Jatobá, sócio da Ceplan.

 

De acordo com a Pesquisa Mensal de Empregos (PME) do IBGE, entre os jovens entre 16 e 24 anos, o aumento do desemprego passou de 12% no primeiro trimestre de 2014 para 16,2% em abril. Em relação ao mesmo período de 2014, quando essa taxa era de 15,8%, também houve aumento. Ao mesmo tempo, o rendimento real das famílias foi de R$ 2.138,50, 0,5% menor do que no mês anterior. Esse foi o terceiro mês consecutivo de queda no salário real frente ao mês anterior. No comparativo com o mês de abril do ano passado, o recuo da renda foi ainda maior, de 2,9%. Por terem menos experiência, os jovens tendem a ser os primeiros atingidos na onda de demissões.

 

Em um ano, o número de desempregados no Brasil cresceu 32,7% de abril de 2014 a abril de 2015, a maior taxa da série histórica. No total, 1,6 milhões de brasileiros estão sem trabalho. Essa majoração acentuada no contingente de desempregados é reflexo tanto das demissões provocadas pela crise econômica quanto pelo fato de que os jovens que antes não declaravam que estavam buscando uma colocação, agora afirmam o inverso.

 

“O mercado realmente fechou, só estão contratando gente experiente. Eu tenho um bom currículo, mas não consigo emprego pela falta de experiência”, comenta a estudante Bruna Araújo, que possui ensino superior incompleto e inglês fluente.

 

“De fato, os jovens são mais instáveis no mercado de trabalho. Isso não é uma característica só do Brasil, mas do mundo todo. Uma forma de minimizar essa questão é através de uma qualificação adequada. Se ele ingressa no mercado precocemente e deixa de adquirir conhecimento, consequentemente há comprometimento do seu potencial”, comenta Jatobá.

 

“O mercado não está suscetível a aceitar recém-formados ou profissionais sem experiência. Afirmo por experiência própria. Grandes talentos podem ser desperdiçados por as empresas não possuírem programas básicos para trainees”, confirma o recém-formado em administração Caio Mota. Diante desse cenário nebuloso, o cerne da questão é como criar mecanismos de proteção contra a desocupação. Uma das consequências mais graves desse crescimento da taxa de desemprego é o aumento da informalidade.

 

Para a Organização Internacional do Trabalho (OIT), a informalidade entre os jovens representa um duplo desafio para o desenvolvimento, já que enquanto novas oportunidades de emprego devem ser criadas, também é fundamental garantir que esses postos de trabalho garantam aos profissionais condições dignas de trabalho. De acordo com o informe da Organização sobre o panorama do mercado de trabalho para os jovens na América Latina e Caribe, entre os 20% mais pobres, apenas 22% têm contrato de trabalho. Além disso, seis em cada dez empregos disponíveis são em condições de informalidade e 32% dos que trabalham formalmente sofrem com alguma irregularidade.

 

Fonte: Jornal do Commercio 

 

 

 

 

 

 

Empresários: estímulo a crédito impedirá setor imobiliário entrar em colapso

O remanejamento de R$ 22,5 bilhões para o crédito imobiliário, anunciado na última quinta-feira (28) pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é essencial para impedir que o setor entre em colapso em um momento de alta de juros e de restrições nos financiamentos habitacionais. A avaliação é de economistas e empresários do setor ouvidos pela Agência Brasil.

 

O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), José Carlos Martins, disse que as medidas de estímulo mostram que o governo resolveu interferir para impedir que o setor imobiliário se retraia ainda mais depois de um primeiro trimestre de contração na economia. “O reforço no crédito imobiliário demonstra que o governo resolveu olhar para o setor. Até agora, não tínhamos sinal nenhum de ações do governo”.

 

Para recuperar a construção civil, no entanto, o governo diz que medidas adicionais são necessárias. “Imaginamos que isso seja só o começo de medidas que ponham o setor novamente nos trilhos. Além do setor imobiliário, é necessário estimular a construção pesada, o que deve vir com o anúncio das parcerias público-privadas, das novas concessões de infraestrutura e da terceira fase do PAC [Programa de Aceleração do Crescimento]”, acrescentou o empresário.

 

O economista-chefe da Gradual Investimentos, André Perfeito, aprovou o remanejamento do compulsório – parcela que os bancos são obrigados a manter retida no Banco Central – para o crédito imobiliário. Apesar de a medida beneficiar um segmento da economia, ele considera o estímulo válido para impedir o agravamento da crise no mercado de imóveis.

 

“Na verdade, o governo favoreceu o crédito direcionado [destinado a setores específicos da economia] contra o crédito livre [para qualquer tomador de empréstimo]. Mesmo assim, a medida é importante para evitar que um setor importante da economia como o mercado imobiliário sofra ainda mais com a elevação da taxa Selic [juros básicos da economia] e estimule os investimentos”, disse.

 

Fonte: Agência Brasil 

 

 

 

 

Audiência pública debate Sistema S

A Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) do Senado realizou, nesta quinta-feira (28/05) audiência pública sobre o chamado Sistema S. A audiência foi solicitada pelo vice-presidente do colegiado, senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO), com o intuito de debater a eficácia do trabalho das entidades do Sistema. O próprio senador, embora tenha produzido um livro com críticas à atuação do Sistema S, deixou claro na reunião que sua intenção é ser um parceiro, colaborando para aperfeiçoar o desempenho e melhorar a qualidade do que é oferecido à sociedade. “Com esse objetivo, tenho questionamentos.

 

O primeiro deles é a falta de transparência e ética”, na prestação de contas dos recursos arrecadados. “São recursos públicos que mantêm essas instituições e, no entanto, elas não cumprem o que determina o artigo 37 da Constituição”, afirmou, referindo-se aos princípios da legalidade, moralidade, publicidade, eficiência e impessoalidade.O 1º-vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Josias Albuquerque, contestou o senador afirmando que o Sistema S não tem nada a esconder. “Somos transparentes. Existem vários níveis de fiscalização das nossas contas, que têm sido aprovadas ano a ano pelo Tribunal de Conta da União, após análise da Controladoria Geral da União, que funciona nos Estados.”Ele enfatizou que nos conselhos fiscais do Sesc e do Senac, que têm abrangência nacional, as entidades (Sesc e Senac) têm representação majoritária. Segundo ele, os conselhos são constituídos por dois representantes indicados pelas entidades, quatro representantes do governo federal – “que quase sempre fica com a presidência” –  e outros três representantes dos trabalhadores. Adelmir Santana, vice-presidente da CNC, reforçou: "talvez não existam no Brasil instituições tão controladas quanto as do Sistema S.

 

Além dos conselhos de fiscalização, somos auditados por empresas independentes, como a KPMG, além do controle da Controladoria Geral da União (CGU) e do TCU, que analisam e aprovam as contas do Sistema S, se atenderem as exigências desses órgãos de controle.DúvidasO senador Ataídes apresentou outras questões, que admitiu não entender, e, uma a uma, todas foram esclarecidas pelos representantes das instituições. Estavam presentes, além da CNC, dirigentes do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Serviço Social da Indústria (Sesi), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), Serviço Social do Transporte (Sest) e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat).Prosseguindo com a audiência, o vice-presidente da CMA levantou dúvidas afirmando que as entidades do Sistema S não realizam concurso público para contratar funcionários. De acordo com o parlamentar, “existem questionamentos no TCU” sobre o processo de seleção. “Lembramos que, como se trata de instituições privadas, não há concurso, mas, sim, processo de seleção pública”, ponderou Albuquerque, conforme decisão do Supremo Tribunal Federal.

 

A questão das contribuições sociais também foi trazida à debate. O senador lamentou que o seu projeto de lei que disciplina a arrecadação das contribuições sociais por parte do Sesi e do Senai não esteja tramitando. Ele atribuiu ao ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, a suspeita de que as entidades arrecadam do setor industrial sem passar pela Receita Federal, o que seria, a seu ver, inconstitucional.Em resposta, o diretor de operações do Senai, Gustavo Leal Sales Filho, enfatizou a transparência na prestação de contas do Sistema S vinculado ao segmento industrial. Disse que a arrecadação direta das contribuições sociais, “praticadas pelo Senai e pelo Sesi, integrantes do Sistema S”, é reconhecida legalmente pelo TCU, pela Receita Federal e pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Destacou ainda que, apesar de receberem recursos da iniciativa privada, as entidades seguem procedimentos aplicáveis à iniciativa privada e exigências da CGU e do TCU.

 

Elogios

 

 Vários senadores participaram da audiência pública e todos eles elogiaram a atuação das instituições ligadas ao Sistema S, enfatizando sua importância, principalmente em cursos de educação profissional.Também estiveram na reunião os deputados Laércio Oliveira (SD/SE), vice-presidente da CNC, e Jorge Côrte Real (PTB/PE), que igualmente manifestaram apoio ao trabalho as entidades do setor.Os senadores que compõem a bancada de Pernambuco, Fernando Bezerra Coelho, Humberto Costa (atual líder do governo) e Douglas Cintra, estiveram presentes na audiência pública e fizeram questão de destacar a atuação do Sistema S em Pernambuco, que tem contribuído decisivamente para o desenvolvimento do estado, formando mão de obra de excelente qualidade através do Senac e do Senai, além da atuação do Sesc e do Sesi, que oferecem assistência aos trabalhadores nas áreas de saúde, educação, lazer, esportes e assistência social e cultural, proporcionando aos trabalhadores e seus dependentes melhor qualidade de vida.O representante da CNC, Josias Albuquerque, destacou que um dos grandes beneficiários do Sistema S, o ex-presidente Lula, exalta a sua condição de ser iniciado a sua atividade profissional como torneiro mecânico após curso feito no Senai. Encerrando, Josias Albuquerque ressaltou o compromisso da CNC-Sesc-Senac com o desenvolvimento social e a competitividade econômica do Brasil.

Consumo das famílias cai 1,5% no 1º trimestre ante 4º trimestre, diz IBGE

O consumo das famílias caiu 1,5% no primeiro trimestre de 2015 em relação ao quarto trimestre de 2014. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que anunciou nesta sexta-feira (29), os resultados das Contas Nacionais Trimestrais. Na comparação com o primeiro trimestre do ano passado, o consumo das famílias mostrou queda de 0,9%.

O consumo do governo, por sua vez, caiu 1,3% no primeiro trimestre de 2015 em relação ao quarto trimestre de 2014. Já em relação ao primeiro trimestre do ano passado, o consumo do governo mostrou queda de 1,5%.

As quedas do consumo das famílias e do consumo do governo no primeiro trimestre de 2015 ante o trimestre imediatamente anterior foram as maiores nessa base de comparação desde o quarto trimestre de 2008, auge da crise internacional, informou IBGE.

O consumo das famílias caiu 1,5% no primeiro trimestre de 2015, ante 2,1% no último trimestre de 2008. O consumo do governo recuou 1,3% agora contra 3,4% no fim de 2008.

Comparação anual

De acordo com IBGE, a queda de 0,9% no consumo das famílias no 1º trimestre do ano ante igual período de 2014 foi igual ao recuo observado no terceiro trimestre de 2003 (-0,9%) e a maior nesta comparação desde o segundo trimestre de 2003, quando o recuo foi de 2,2%).

Já a baixa de 1,5% no consumo do governo no primeiro trimestre deste ano em relação a igual período de 2014 foi a mais intensa desde o quarto trimestre de 2000, quando a queda foi de 2,8% nesta base de comparação, segundo o órgão.

Taxa de poupança

A taxa de poupança no primeiro trimestre de 2015 ficou em 16% do PIB, segundo IBGE. Já a taxa de investimento ficou em 19,7% no período, segundo o IBGE.

O IBGE anunciou hoje que o PIB brasileiro recuou 0,2% no primeiro trimestre deste ano em relação ao quarto trimestre de 2014. Na comparação com o primeiro trimestre de 2014, o PIB caiu 1,6% no primeiro trimestre deste ano. Com o dado divulgado nesta sexta-feira, o PIB acumula queda de 0,9% em 12 meses até o primeiro trimestre de 2015. Ainda segundo o instituto, o PIB do primeiro trimestre do ano totalizou R$ 1,4 trilhão.

Fonte: Estadão Conteúdo 

De janeiro a abril, superávit primário do governo caiu 50,9%, para R$ 14,59 bi

Entre janeiro e abril o governo central registrou superávit primário 50,9% menor em relação a igual período de 2014, somando R$ 14,592 bilhões. O valor corresponde a 0,78% do Produto Interno Bruto (PIB) e é o menor para o período desde 2001.

De acordo com números divulgados nesta quinta-feira (28), pelo Tesouro, o déficit acumulado em 12 meses pelo governo central é de R$ 35,4 bilhões (0,63% do PIB). O valor está ainda muito distante da meta do governo central prevista para 2015, de R$ 55 2 bilhões.

De janeiro a abril, as receitas somaram R$ 432,192, crescimento nominal de 3,3% e queda real de 3,3%. Já as despesas totalizaram R$ 89,111 bilhões, avanço real de 3,7% e nominal de 12,2%. Em abril, o governo registrou superávit primário de R$ 10,085 bilhões.

Fonte: Estadão Conteúdo