Fecomércio-PE

Fecomércio-PE

Evento debate o desenvolvimento e as perspectivas do Polo Econômico de Vitória de Santo Antão

Rif_008-1 Rif_008-1

O Instituto Fecomércio e o Senac, em parceria com o Sebrae,  realizaram ontem (13/05) à noite, o II Ciclo Empresarial do Polo Econômico de Vitória de Santo Antão, na Casa de Recepção Cristal. O evento - que contou com o apoio da Prefeitura de Vitória de Santo Antão, Associação Comercial e da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) do município - teve como tema “As Perspectivas e Oportunidades para a Zona da Mata de Pernambuco” e abordou as consequências da instalação de grandes empreendimentos no município e na região, além de apresentar as ações realizadas por empresas que já atuam no cenário local.

 

Durante a abertura do encontro, o diretor-executivo do Instituto Fecomércio-PE, Oswaldo Ramos, destacou a importância de um novo posicionamento dos empresários da cidade. “O nosso objetivo é fazer com que os empresários estejam inseridos no processo de desenvolvimento da região. Para isso, é preciso se adequar às mudanças do perfil dos consumidores”, afirmou.

 

A palestra temática O impacto da instalação dos grandes empreendimentos para a região de Vitória de Santo Antão e seu entorno, ministrada pelo consultor da TGI, Francisco Cunha, levantou o debate sobre os cenários econômicos regionais e mundial. “Para se desenvolver, um País precisa investir pesado, entre outras coisas, em educação, infraestrutura e em capital humano. Vitória vive um momento importante na sua economia, mas assim como o Brasil, precisa também avançar nesse sentido”, disse.

 

Para o consultor, Pernambuco e o Brasil tendem a crescer de forma satisfatória, mas ainda precisam se aperfeiçoar em serviços e melhorias na vida dos cidadãos. “Um país só pode ser desenvolvido com educação e infraestutura. Outro ponto relevante é a capacitação. É preciso formar mão de obra qualificada para acompanhar esse desenvolvimento”, destacou.

 

Indústrias alavancam crescimento em Vitória de Santo Antão

 

Pelo menos nos últimos quatro anos, a cidade de Vitória de Santo Antão recebe em média três novas indústrias. Já antes desse momento áureo da economia da região, foi instalada, em 1948, a fábrica da Pitu na cidade. A marca se consolidou e virou sinônimo de aguardente. Sendo hoje, líder no Nordeste e segundo lugar no mercado nacional no seu segmento.

 

Durante o evento, o diretor comercial da Pitu, Alexandre Ferrer, afirmou que a empresa prioriza a mão de obra local e possui orgulho em ser a pioneira na cidade. “Quando o desenvolvimento chegou a Pernambuco, Vitória já estava à frente. Temos orgulho de ser 100% vitoriense e ter acompanhado o crescimento da cidade”, disse.

 

A empresa, que emprega direta e indiretamente 580 profissionais, busca pautar o seu processo de produção na sustentabilidade. “Tratamos a água do rio Tapacurá utilizada na fabricação dos produtos ao ponto de quando ela é devolvida para o rio, volta com a qualidade ainda melhor. Além disso, temos o tratamento de efluentes e a queima de gás natural, que é menos poluente”, explicou.

 

Já o diretor do Grupo Roca,Luciano Bertolazzi, destacou a importância da região para a economia brasileira, dizendo que a escolha da instalação da nona unidade fabril da empresa em Vitória, deve-se ao cenário propenso ao crescimento. “Viemos para Vitória porque fizemos estudos que apontaram que aqui seria o melhor local para nossa fábrica”, disse.

 

O Grupo Roca, fabricante espanhol de louças, duchas, cubas e torneiras sanitárias, inaugurou em abril deste ano, a primeira fábrica no Brasil voltada especificamente para a produção de torneiras, duchas, cubas e misturadores. Com investimentos na ordem de R$ 40 milhões, a indústria espera produzir até 1 milhão de peças por ano. E tem a expectativa de gerar 230 empregos diretos na região. Hoje, 50 profissionais já trabalham na unidade.

 

De acordo com Bertolazzi, todos os trabalhadores passaram por treinamentos específicos para atuarem na indústria. “Nenhum deles possuíam treinamento para os nossos procedimentos. Então, passamos por uma fase de escola, onde todos foram treinados até com técnicos estrangeiros. Atualmente, já possuo dentro do meu quadro multiplicadores de conhecimento capacitados para os próximos empregados que virão”, disse.

 

 

Segundo a diretora de Recursos Humanos da Mondel?z, Elisa Carvalho, grandes indústrias chegando em Vitória, cresce também a demanda de capacitação. “O desafio não só pra a Vitória, mas para o País é capacitar. O Senac vem cumprindo seu papel na cidade, mas todos os empresários precisam entender este novo momento para atender as demandas”, salientou.

 

Para Elisa, as empresas precisam pensar também no desenvolvimento do seu entorno abraçando causas sociais e melhorando também a qualidade de vida dos moradores da região. “Desenvolvemos ações que incentivam a adoção de hábitos saudáveis e buscamos pensar em todos . Não podemos manter uma empresa com 1,2 mil sem pensar no social”, afirmou. Mondel?z é a terceira empresa de alimentos do Brasil, possui em Vitória cerca de 1.200 funcionários diretos.

 

 

 

 

 

Impasse sobre benefício a bebidas alcoólicas adia votação de mudanças no Supersimples

Plenário rejeitou duas emendas que incluiriam fabricantes de bebidas no Supersimples.Depois de duas derrotas de emendas que buscavam incluir no Supersimples produtores de bebidas alcoólicas como vinho, aguardente, licor e cerveja, partidos favoráveis à medida entraram emobstrução e adiaram a votação dos demaisdestaques ao projeto que revisa o regime simplificado de tributação de micro e pequenas empresas (PLP 221/12). Esses partidos querem ganhar tempo para angariar mais apoio ou negociar o tema com o governo.

 

As duas emendas tiveram maioria dos votos, mas não alcançaram o mínimo de 257 para serem aprovadas em Plenário. A primeira teve 201 votos favoráveis, contra 131 contrários, e beneficiaria microcervejarias e empresas fabricantes de vinhos e espumantes, licores e aguardentes de vinho e de cana. Já a segunda, voltada apenas a empresas fabricantes de vinhos e espumantes, licores e aguardentes, teve 212 votos favoráveis, contra 131 contrários.

 

O próximo destaque a ser votado, apresentado pelo DEM, também inclui fabricantes de bebidas no Supersimples.

 

Na sessão desta terça-feira (13), o DEM, o PSDB e o PTB pediram que a votação nominal durasse mais tempo, para aumentar as chances do número de votos “sim” atingir os 257. Por isso, esses três partidos iniciaram o movimento de obstrução, logo seguido pelas demais legendas.

 

Posição do governo

PT e governo declararam voto contrário à isenção para bebidas alcoólicas, mas tiveram votos favoráveis dentro da bancada. Para o deputado Sibá Machado (PT-AC), que é vice-líder do partido, dar incentivo fiscal para bebida pode piorar o problema social do álcool. "Temos um grande problema no Sistema Único de Saúde com o consumo de álcool no País", disse o deputado.

 

O líder do governo em exercício, deputado Henrique Fontana (PT-RS), ressaltou que o Planalto já negociou à exaustão o texto base do projeto, aprovado na semana passada, mas pediu que os setores não contemplados continuassem discutindo mudanças futuras. Ele disse que, após a entrada em vigor das novas regras do Supersimples, o governo poderá avaliar o impacto na arrecadação tributária e promover novas mudanças.

 

Os defensores da isenção para bebidas alcoólicas, no entanto, ressaltaram que o texto aprovado na comissão especial já tinha o benefício. O líder do PSB, deputado Beto Albuquerque (RS), disse que não poderia haver discriminação no Supersimples. "Se [a empresa] estiver enquadrada na faixa de faturamento do Simples, tem de ser incluída", disse.

 

Já o líder da minoria, deputado Domingos Sávio (MG), disse que algumas empresas pequenas do seu estado estão na informalidade e outras não têm condições de competir com os grandes conglomerados de bebidas.

 

Transporte fluvial

O Plenário também rejeitou nesta terça-feira um destaque que pretendia retirar do projeto a possibilidade de empresas de transporte fluvial de passageiros ingressarem no Supersimples. O benefício foi mantido por 330 votos favoráveis e apenas 2 contrários.

 

Os deputados já aprovaram, semana passada, o texto do relator, deputado Cláudio Puty (PT-PA), para o projeto. De acordo com o relatório aprovado, será universalizado o acesso do setor de serviços ao Simples Nacional, o regime de tributação das micro e pequenas empresas. Também está prevista a criação de uma nova tabela para serviços, com alíquotas que variam de 16,93% a 22,45%.

 

Íntegra da proposta:

PLP-221/2012

 

 

Fonte :Agência Câmara Notícias

 

Comissão aprova medida provisória com correção do Imposto de Renda proposta por Dilma

A comissão mista que analisa a isenção dos importadores de álcool do pagamento de PIS/Pasep-importação e Cofins-importação até 2016, estabelecida pela Medida Provisória 634/13, aprovou nesta terça-feira (13) o relatório do senador Eunício Oliveira (PMDB-CE). Ele incluiu no texto a atualização de 4,5% da tabela de base de cálculo do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF). A MP precisa ser aprovada pelos Plenários da Câmara e do Senado até dia 2 de julho para não perder a validade.


O reajuste da tabela do IR, previsto em outra Medida Provisória (644/2014), foi anunciado pela presidente da República Dilma Rousseff em seu pronunciamento em comemoração pelo Dia do Trabalhador, em 1º de maio.Segundo o relator, a sugestão de incorporar a atualização do Imposto de Renda foi do Ministério da Fazenda. Com o início do calendário eleitoral – as convenções partidárias para definição das candidaturas e coligações vão de 10 a 30 de junho –, o Executivo teme que a MP 644/2014 possa não ser analisada a tempo no Congresso. “Essa medida provisória ia vencer fora do prazo que nós estaríamos aqui no chamado esforço concentrado”, disse Eunício Oliveira.

A correção está de acordo com a meta inflacionária estabelecida pelo governo para este ano, mas abaixo da projeção de 6,5% para este ano feita pelo mercado financeiro e divulgada pelo Banco Central. Com a correção, o limite de renda mensal bruta isenta do imposto passou de R$ 1.787,77 para R$ 1.868,22. As outras quatro faixas foram reajustadas da mesma forma.

 

Barriga de aluguel

O líder do DEM, deputado Mendonça Filho (PE), questionou a incorporação do reajuste do Imposto de Renda na medida provisória. "Isso é inconstitucional. É a medida provisória barriga de aluguel, que sai de um para outro. Esse tipo de prática é inaceitável", declarou. O parlamentar apresentou quatro requerimentos para tentar adiar a votação, mas todos foram rejeitados.

 

Ele lembrou que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) apresentou uma emenda ao texto original de correção do Imposto de Renda pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), de 6,5%. A emenda não será analisada se o texto atual, com a incorporação feita por Eunício Oliveira, for aprovado, porque a outra medida provisória (644/2014) perderia o objeto. "A manobra do governo serve para que a população não tenha direito de debater o índice de correção. Se você retira o conteúdo da 644 e coloca na 634, na prática, você retira a possibilidade de discussão na comissão especial da 644. Ela vai ser extinta por perda de objeto", afirmou o senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA).

 

Emendas retiradas

O relator retirou do seu substitutivo duas emendas do deputado Paulo Teixeira (PT-SP), que havia aceitado inicialmente. A primeira garantia a concessão da medida cautelar fiscal, instituída pela Lei 8.397/92, para as empresas não terem de pagar tributos mesmo com a suspensão da exigibilidade do chamado crédito tributário. Já a segunda alteraria procedimentos da Lei de Execuções Fiscais (Lei 6.830/80). "Achei melhor tirar porque ia gerar mais polêmica aqui para a aprovação da MP", disse o relator. A comissão rejeitou ainda quatro destaques ao substitutivo de Eunício Oliveira.

 

Defasagem maior

O senador Humberto Costa (PT-PE) respondeu as críticas da oposição quanto à defasagem na tabela do IR e disse ela foi "muito maior" no governo de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), que tinha o DEM (então PFL) como principal aliado, do que na gestão do PT, a partir de 2003. "Não vejo autoridade política ao candidato do PSDB para dizer que vai fazer. Primeiro não vai fazer porque não vai ser presidente e segundo vamos olhar o que fizeram quando eram governo " disse, sublinhando que a defasagem durante o governo FHC seria de 39,2%, contra 4% no governo Dilma.

 

De acordo com o Sindifisco, o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais, entre 1996 e 2012, durante os governos de FHC e Lula, a defasagem na correção na tabela do IR chegou a 66,4%, pela variação de preços do IPCA.

 

Com a Agência Câmara

 

Fonte: Agência Senado

 

Empresas têm até 9 de junho para divulgar imposto na nota

Software para fazer o cálculo pode ser baixado gratuitamente no site do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação

 

A pensionista Ednalva Rodrigues levou um susto quando soube, ao comprar um secador de cabelo por R$ 386,12, que deixou R$ 170, ou 44% do valor, para o governo. Não fossem os impostos, o aparelho sairia por R$ 216. "Eu imaginava que o imposto fosse de R$ 30, mais ou menos", disse. Quem mostrou a Ednalva o tamanho da "mordida do leão" foi a reportagem da FOLHA, na última quinta-feira. Algumas lojas, como a Móveis Brasília, onde ela fez a compra, já estão cumprindo a lei 12.741/12 e discriminando no cupom fiscal o valor aproximado dos tributos. 

Depois de um adiamento, o início da fiscalização da lei será obrigatória a partir de 9 de junho. Apesar disso, segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), só cerca de 20% das empresas brasileiras estão cumprindo aquela que ficou conhecida como "Lei De Olho no Imposto". 

Em seu artigo primeiro, ela diz que os documentos fiscais ou equivalentes emitidos na venda ao consumidor de uma mercadoria ou serviço devem conter "a informação do valor aproximado correspondente à totalidade dos tributos federais, estaduais e municipais, cuja incidência influi na formação dos respectivos preços de venda". 

Para incentivar as empresas a cumprirem a lei, o IBPT desenvolveu um software, disponibilizado gratuitamente no site da instituição (www.ibpt.org.br). "Nosso programa é fácil de se usar e cumpre o que diz a lei, ou seja, informar aproximadamente o valor total dos impostos no cupom fiscal", avisa o presidente do instituto, João Eloi Olenike. A margem de erro é de cerca de 10%. Segundo ele, não só os pequenos estabelecimentos estão procurando o software gratuito. "Grandes redes, como a Riachuelo, baixaram no nosso site", afirma. 

Olenike ressalta que o setor de serviços também tem de cumprir a lei. "Se um médico prestar um atendimento para o cliente como pessoa jurídica, a nota fiscal desse serviço tem de ter o valor do imposto", destaca. 

O presidente do IBPT acredita que a Receita Federal irá baixar alguma instrução normativa para o cumprimento da lei nas empresas menores. A reportagem procurou o órgão em Brasília para saber sobre isso, mas não obteve resposta até o fechamento desta edição.

CNC-Sesc-Senac participa da Equipotel Nordeste

O Sistema CNC-Sesc-Senac está presente na quarta edição da Equipotel Nordeste, edição regional da maior feira de hospedagem, alimentação e serviços da América Latina, acontece até hoje (8/5) no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda.

O presidente do Conselho de Turismo da CNC e da Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS), Alexandre Sampaio, participou da cerimônia de abertura e parabenizou os organizadores do evento. Sampaio afirmou, ainda, que o Sistema CNC-Sesc-Senac, a FNHRBS e a Fecomércio-PE, como entidades patronais que representam o setor, estarão sempre presentes, apoiando o evento pela sua qualidade e importância para os empresários de hotelaria e alimentação do Nordeste.

A Equipotel é um polo de negócios e relacionamentos que promove lançamentos, tendências, serviços e inovações tecnológicas voltadas para empresas dos setores de turismo, lazer hospedagem e alimentação, além de arquitetura, decoração e design, equipamentos e utensílios, tecnologia, higiene e limpeza.

Direcionando para a geração de negócios, o evento tem como referência a Equip’Hotel Paris, e cria uma nova segmentação dos expositores, para ampliar ainda mais a capacidade de aproximar fornecedores e compradores.

 

Fonte: CNC

Sistema Fecomércio MG e suas engrenagens estão a todo vapor em prol da melhoria contínua do comércio

Desde 2010, ano em que a atual gestão, presidida pelo sr. Lázaro Luiz Gonzaga, tomou posse, a Fecomércio MG, Sesc e Senac nunca mais foram os mesmos. Os colaboradores vestiram a camisa da entidade e fizeram dela uma referência para o Sistema Fecomércio brasileiro.

 

Além de renovar a cultura e deixá-la alinhada às tendências de mercado, a Fecomércio MG repensou em todos os planos voltados para os seus públicos. A mudança foi desde logomarca nova, cores novas, às instalações restauradas, políticas promissoras e, principalmente, os colaboradores cultivaram uma mentalidade mais ativa e visionária.

 

Confira a seguir como o Sistema Fecomércio MG, Sesc, Senac cresceu em todos os sentidos. A gestão atual se orgulha dos resultados e anseia por constantes melhorias, tanto na qualidade de vida e bem-estar de seus colaboradores, como no crescimento constante do comércio de bens, serviços e turismo de Minas Gerais.

 

 

 

A Fecomércio MG está de mãos dadas com os empresários mineiros

 

 

Os mais de 700 mil estabelecimentos comerciais que funcionam em Minas respiram tranquilos por terem a Fecomércio MG para orientá-los, coordená-los, defende-los e representá-los legalmente. Em conjunto com o Sesc, Senac e os sindicatos da capital e do interior, o Sistema Fecomércio MG ampara os empresários e oferece uma grande rede de proteção e prestação de serviços e turismo em todo o Estado. Para se ter uma ideia, a entidade está diretamente presente na vida de quase 4 milhões de trabalhadores que atuam no comércio local, o que representa aproximadamente 20% da população mineira.

 

Atualmente, a Fecomércio MG conta uma equipe especializada na área de Estudos Econômicos, que presta assessoria direta aos sindicatos filiados e conveniados ao Sistema, bem como às empresas do comércio de bens, serviços e turismo, e aos mais diversos órgãos que procuram o serviço. O setor de Estudos Econômicos realiza mais de 70 pesquisas por ano, com o intuito de explanar a conjuntura econômica municipal, estadual e nacional. Esse panorama do mercado de produtos e prestação de serviços subsidia o empresário no estabelecimento de diretrizes para sua gestão de negócios. Dentre as pesquisas promovidas, as de Orçamento Doméstico, Balanço do Crédito, Sondagem do Lojista e Pesquisa de Endividamento do Consumidor (PEC) são consideradas fixas, ou seja, todo mês são realizadas pela entidade.

 

Os empresários também podem contar com as orientações da assessoria jurídica, que oferece assistência nas áreas Trabalhista (convenções e acordos coletivos, defesas junto a tribunais em dissídios coletivos, entre outros), Tributária, Fiscal e Previdenciária (IRPJ, ICMS, IPI, ISS, FGTS e INSS; orientação contábil e em defesas administrativas, acompanhamento legislativo e assessoria em registros comerciais e civis); Civil e Comercial (contratos de locação e demais textos legais). Além de zelar pela legitimidade da representação patronal das categorias econômicas do comércio de bens, serviços e turismo, a assessoria jurídica da Fecomércio MG está antenada aos projetos de lei que afetam direta e indiretamente os interesses dos empresários.

 

Fecomércio MG e as Certificações

 

Quando o assunto é Certificação Digital, agilidade, atendimento personalizado e preços especiais são os lemas da Fecomércio MG. A instituição está credenciada como Autoridade de Registro, pela Certisign.

 

Em 2012, com apenas seis meses que a certificação começou a ser ofertada, a Fecomércio MG ocupou o 17º lugar no ranking de emissões por Federação, e em 2013 a entidade galgou onze posições, alcançando o 6º lugar.

 

É oferecido também o Certificado de Origem, voltado para os empresários que atuam ou planejam adentrar no mercado de importação e exportação. A Fecomércio MG realiza emissão de Certificado de Origem Mercosul e Aladi, Certificado de Livre Venda e anuência em documentos internacionais, e consultoria especializada em procedimentos administrativos e aduaneiros. Para que os empresários não sintam qualquer insegurança na hora de expandir as zonas de atuação, a Fecomércio MG oferece capacitação por meio de cursos,workshops, treinamentos e palestras. Tudo isso sem contar no programa de inteligência comercial que é ofertado com enfoque na prospecção de mercados internacionais, na identificação de oportunidades de negócio e atração de novos investimentos.

 

Infraestrutura a serviço de todos

A Fecomércio MG possui amplos espaços para realização de eventos dos mais diversos segmentos e portes. Se alguma empresa está precisando promover treinamentos, reuniões, palestras, seminários e eventos corporativos, aqui é o melhor lugar.

 

Já aqueles que estão precisando recrutar bons profissionais ou oferecer oportunidades de trabalho, o banco de empregos do Sistema Fecomércio e Sindicatos está disponível a todos e ainda é inteiramente gratuito. Que ficou interessado (a) em conhecer a ferramenta, basta acessar o site bancodeempregos.org.br

 

Na esfera do Turismo, existem diversas ações voltadas para o favorecimento de negócios, defesa e representação das empresas. A Instituição dialoga com os conselhos estadual e municipal de Turismo, e com o Conselho de Turismo da Confederação Nacional do Comércio (CNC).

 

Missões internacionais

O olhar visionário da atual gestão alcança cada vez mais lugares que sediam eventos promissores. No início do ano passado, colaboradores estratégicos foram a Nova York participar do National Retail Federation. A missão da vez era conhecer o mercado varejista mundial e as tendências do varejo norte americano. Essa foi a 3ª vez que a Fecomércio MG marcou presença no evento.

 

No segundo semestre de 2012, a missão empresarial fincou bandeira na China e em Dubai. As viagens resultaram na internacionalização do Sistema Fecomércio e em benchmarking para o setor. Em 2011, o destino da missão foi a Europa, em específico os países Itália e França.

 

Sesc Minas e o compromisso com os trabalhadores do comércio

 

 

O Sesc é uma instituição de prestação de serviços de caráter socioeducativo e cultural. Contribui para o bem-estar dos trabalhadores do comércio de bens, serviços, turismo e seus dependentes. Promove o encontro do cidadão com a cultura nas ruas, praças, avenidas e parques de Minas. É agente social que abre portas para o desenvolvimento humano por meio da educação, cultura, saúde, turismo social, meio ambiente, esporte e lazer, possibilitando melhor qualidade de vida do trabalhador-beneficiário, em  especial, e da sociedade.

 

São desenvolvidas atividades educativas permanentes que vão desde o entretenimento à orientação de hábitos saudáveis, educação formal, democratização do conhecimento, valorização da saúde preventiva e interiorização da cultural. Estimula o exercício da cidadania por meio de projetos sustentáveis para todas as faixas etárias.  O Sesc está presente no estado com 40 unidades fixas, além de 20 unidades móveis, levando produtos itinerantes nas mais distantes regiões do estado ao longo do ano. As atividades vão ao encontro do  trabalhador com a mesma qualidade e serviços oferecidos nas unidades fixas. Um mundo de atividades para um universo cada vez maior de trabalhadores. É assim que o Sesc marca presença no estado e trabalha para desenvolver a sociedade.

 

O Senac e sua nobreza em capacitar pessoas

 

 

O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) é referência quando o assunto é capacitação profissional. Há 68 anos, a entidade dedica-se inteiramente a aptidão e ao aperfeiçoamento das práticas do comércio de bens, serviços e turismo. A instituição educacional é de direito privado, e oferece cursos presenciais e a distância, possibilitando que os alunos completem o itinerário formativo. O Senac oferece cursos de Formação e Educação Continuada (FIC),  Técnico, Graduação, Graduação Tecnológica e Pós-graduação.

 

Os cursos oferecidos perpassam pelos segmentos de Beleza, Arte, Comércio, Comunicação, Conservação e Zeladoria, Design, Gestão, Hospitalidade, Idiomas, Informática, Lazer, Meio Ambiente, Moda, Produção de Alimentos, Produção de Bebidas, Saúde, Segurança, Social, Tecnologia Educacional, Telecomunicação e Turismo. O conteúdo é constantemente atualizado e alinhado com as exigências do mercado de trabalho.

 

A infraestrutura é outro importante diferencial que contribui para uma formação sólida e multiprofissional. Os alunos contam com recursos audiovisuais e ferramentas de apoio às atividades acadêmicas que, juntamente com estruturas pedagógicas modernas e diferenciadas, reproduzem os ambientes empresariais e vivenciam situações reais de trabalho.

 

Já por meio da Assessoria Comercial a instituição oferece aprimoramento na área de gestão estratégica, desenvolvimento de negócios e equipes, de acordo com o perfil, porte e necessidade de cada empresa. Seja dentro do Senac, na própria empresa ou em outro ambiente proposto pelo cliente, o Senac disponibiliza cursos, assessorias, consultoria, workshops, treinamentos, teleconferências e diagnósticos setoriais mais adequados, unindo competências na busca por resultados.

 

Recursos e infraestrutura do Senac

O Senac possui em Minas Gerais 41 unidades que englobam: Hotel Escola Senac Grogotó (o primeiro do gênero na América Latina, localizado em Barbacena), Núcleo de Pós-Graduação e Educação a Distância, Faculdade Senac (unidades Barbacena, BH e Contagem) e a Pousada Senac Tiradentes.

Além disso, o Programa SenacMóvel dispõe de 12 carretas adaptadas especialmente para a realização de cursos profissionalizantes. Todas elas possuem ar-condicionado, computadores e equipamentos audiovisuais, reproduzindo internamente o ambiente real de trabalho nas áreas de Hospitalidade, Turismo, Informática, Administração, Saúde e Imagem Pessoal.

 

Gratuidade e inserção social

O Senac também se empenha em promover a inclusão social no mercado de trabalho. Por meio do Programa Senac de Gratuidade (PSG), a instituição oferece cursos gratuitos, nos níveis de Formação Inicial e Técnico, em dezenas de municípios do Estado. Para se candidatar às vagas disponíveis, o interessado deve possuir renda familiar per capita inferior a dois salários mínimos federais. O PSG é voltado para alunos que estejam cursando, ou já tenham concluído, a educação básica e trabalhadores empregados ou desempregados. Inteiramente gratuitos, os cursos incluem o material didático padrão do Senac.

 

Ainda cumprindo seu compromisso social, o Senac mantém parceria com o setor público e outras instituições. Um exemplo é o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). Criado pelo Governo Federal, é uma das maiores iniciativas de desenvolvimento da educação profissional e tecnológica no Brasil. Para isso, conta com o apoio e a expertise do Senac em promover capacitação e qualificação profissional por meio da oferta de cursos em diversas modalidades.

 

A entidade promove ainda a inserção dos jovens com idade entre 14 e 24 anos no primeiro emprego, por meio do Programa Jovem Aprendiz. A ação promove a inclusão social e profissional, e oferece formação técnico-profissional, de acordo com a legislação.

 

Novas unidades no interior

A interiorização do acesso à qualificação profissional é uma das propostas do Sistema Fecomércio MG, Sesc, Senac e Sindicatos. Nesse sentido, o Senac intensificou sua atuação e, só em 2013, a instituição inaugurou quatro unidades: São João del-Rei e Alfenas ganharam sua primeira unidade; Conselheiro Lafaiete e Barbacena receberam novas escolas. Já outros municípios, como Varginha e Poços de Caldas, tiveram suas unidades totalmente reformadas, com ambientes pedagógicos e administrativos mais modernos e tecnológicos, concebidos de acordo com as normas legais para garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência. Laboratórios como os de Informática, Comércio, Estética, Imagem Pessoal e Enfermagem, importantes aliados no processo de aprendizado, estão entre os principais espaços pedagógicos das novas unidades. Em 2014, novas unidades serão ampliadas e inauguradas no Estado.



 

 

Para saber mais sobre a Fecomércio MG acesse o site fecomerciomg.org.br

ou ligue para o telefone 31 3270-3300

Mais de 80% dos consumidores vão comemorar o Dia das Mães

Pesquisa realizada pelo Instituto Fecomércio PE revela que 81,8% dos consumidores da Região Metropolitana do Recife (RMR) pretendem celebrar o Dia das Mães. No ano passado, esse percentual foi de 82,4%. Quando se leva em consideração as faixas de rendimento do consumo, a classe C é a que apresenta números mais expressivos, com a intenção de 87,6% dos entrevistados de celebrarem a data.

 

O dado evidencia a consolidação da inserção de novos consumidores no mercado local e reflete também o crescimento acima da média nacional do rendimento das pessoas ocupadas, que foi de R$ 1.492,00 em fevereiro de 2014. Quando se trata do valor do presente, cerca de 54% dos consumidores acreditam que os preços estão mais elevados que o ano passado. Apesar disso, 80,5% dos entrevistados pretendem comprar um presente para as mães, cujo valor médio gasto será de R$ 179, o que representa incremento de 11,9% em relação a 2013.

 

Os itens de vestuário, perfumaria e cosméticos serão os mais demandados. Trinta e dois por cento dos entrevistados vão comprar itens de vestuário e acessório, enquanto que os itens de perfumaria e cosméticos são preferência de 22,4% dos consumidores consultados. Para os empresários que atuam no setor, a expectativa é de que as vendas de 2014 superem a de 2013. Cerca de 58% dos gerentes acreditam no crescimento do faturamento. As perspectivas são melhores nos segmentos de Móveis e Eletrodomésticos (75%), Perfumaria e Cosméticos (68,6%) e Hiper/Super/Minimercados (66,7%).

Sincopeças e Sircope participam de reunião solene do Dia do Trabalho

Rif_008-1 

Sincopeças e Sicorpe, sindicatos associados à Fecomércio-PE, participaram, ontem (1/5), na Câmara dos Vereadores do Recife, de reunião solene em homenagem ao Dia do Trabalho. A iniciativa foi do vereador Luiz Eustáquio, que durante o seu discurso fez um breve apanhado histórico sobre o empenho dos trabalhadores por leis que garantissem uma atuação correta por parte dos empre-gadores no mercado de trabalho do país, sem exploração e com direito básicos, como jornada de trabalho compatível e salários dignos. O encontro reuniu mais de 10 entidades sindicais, representantes dos governos estadual e municipal.

Josias Albuquerque recebe Comenda Agamenon Magalhães

Segunda-feira (5/5), Josias Albuquerque, presidente do Sistema Fecomércio PE, recebe a Comenda Agamenon Magalhães, que foi instituída pela Prefeitura de Serra Talhada para homenagear tão importante personagem da nossa história. Além de Josias, serão homenageados também o senador Humberto Costa, o deputado federal Inocêncio Oliveira, os desembargadores Francisco Cavalcante e Jovaldo Nunes, o professor Valmar Correia, dentre outras autoridades. Josias está sendo homenageado pelos relevantes serviços que têm prestado ao município sertanejo com as unidades do Sesc e do Senac. A solenidade acontece na Maria´s Recepções, Centro, s/n, em frente à praça da Concha Acústica.

Plenário aprova proposta que reduz carga das microempresas

O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (29), projeto de lei (PLS 323/2010) que alivia a carga tributária das microempresas e empresas de pequeno porte estabelecendo limite ao poder dos estados de adotar a substituição tributária, mecanismo de arrecadação que obriga o contribuinte a pagar o imposto devido por seus clientes ao longo da cadeia de comercialização. A ampliação dessa modalidade de cobrança reduz, na prática, os benefícios do tratamento diferenciado das microempresas, previsto na Constituição e na Lei Complementar 123/2006, como avaliou o relator da proposta, senador Armando Monteiro (PTB-PE).

 Com a expansão da substituição tributária, fica mais fácil a fiscalização dos chamados tributos plurifásicos, como o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). São assim chamados por incidirem em diferentes fases da circulação do produto. Autor do projeto, o ex-senador Alfredo Cotait, explicou que, por esse sistema, o tributo plurifásico passa a ser recolhido de uma só vez, como se fosse monofásico.

 

Emenda

No parecer final apresentado nesta terça em Plenário, Armando Monteiro acolheu parcialmente emenda apresentada pelos senadores Eduardo Suplicy (PT-SP) e Aloysio Nunes (PSDB-SP) em relação à proposta aprovada na CAE. O relator explicou que o substitutivo aprovado na comissão excluía praticamente todas as micro-empresas do Simples Nacional do regime de substituição tributária. Já o substitutivo aprovado no Plenário, reduziu esse universo devido ao impacto que a proposta causaria nas finanças estaduais, já que cerca de 30% das arrecadações dos estados provêm da aplicação da substituição tributária.

 

"As emendas permitiram que nós construíssemos uma solução negociada com o Confaz e ao final chegamos a um resultado que garante a exclusão de um grande número de empresas desse mecanismo de substituição tributária, mas com um impacto suportável para os físicos, portanto, um bom acordo", comemorou.

 

Armando Monteiro estimou que, atualmente, existem cerca de 1,5 milhão de empresas submetidas a esse regime e que, com a mudança, esse número ficaria reduzido a algo como 300 mil empresas. O senador destacou que a aprovação da proposta é umas das contribuições mais relevantes que o Senado oferece para a melhoria dos ambientes de operação das empresas no Brasil. "Mesmo o impacto fiscal será, a médio prazo, compensado pelo dinamismo da atividade econômica e da liberação da energia empreendedora que esse país tem", afirmou.

 Benefícios

De acordo com o senador José Pimentel (PT-CE), a proposta vai beneficiar 8,5 milhões de micro e pequenas empresas. Pimentel lembrou que, somente em 2013, as micro e pequenas empresas geraram 1,1 milhão de empregos.

A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) reconheceu que os estados precisam de mais recursos, mas disse que a sanha arrecadadora não pode prejudicar as micro e pequenas empresas. Para a senadora, a substituição tributária anula os benefícios do Simples. Ela disse que, com o Simples Nacional, uma empresa desembolsaria para pagar impostos 8,33% de suas receitas, sendo 2,92% de ICMS. Com a substituição tributária, a empresa paga 14% de impostos, sendo quase 6% de ICMS. Gleisi acrescentou que a Câmara dos Deputados já sinalizou que vai aprovar a matéria nos mesmos moldes do Senado. Assim, a matéria já vai à sanção e as mudanças na lei serão mais rápidas.

 

Os senadores Ricardo Ferraço (PMDB-ES) e Lúcia Vânia também subiram à tribuna para elogiar a aprovação da proposta e concordaram que o uso indiscriminado da substituição tributária pelos estados tem prejudicado as pequenas empresas e anulado os benéficos do Simples Nacional.

 

Burocracia

 

Durante tramitação na CAE, Armando também realizou mudanças na proposta original que foram mantidas no Plenário. O relator disse ter aproveitado medidas que visam reduzir a burocracia no recolhimento do tributo. Para isso, incluiu no substitutivo a vedação da exigência, aos optantes do Simples, de "obrigações tributárias acessórias unilaterais" pelos estados. Segundo o substitutivo, as únicas exigências aceitas são as que constam do portal do Simples Nacional.

 

De acordo com Armando Monteiro, as micro e pequenas empresas sujeitas à substituição tributária são obrigadas a realizar cálculos complicados para apurar o imposto a ser recolhido, por conta das grandes variações de alíquotas por setores e por estados.

 

O substitutivo prevê que as informações relativas ao ICMS devido na substituição tributária sejam fornecidas por meio de aplicativo único, colocado à disposição dos empresários, de forma gratuita, no portal do Simples Nacional. Também será gratuito, como estabelece o substitutivo, o fornecimento de aplicativo para a emissão de nota fiscal eletrônica (NF-e) para microempresas e empresas de pequeno porte. Esses aplicativos deverão ser regulamentados pelo Comitê Gestor do Simples Nacional no prazo de 180 dias.

 

Prazo

 

O substitutivo também fixa prazo mínimo de 60 dias para o vencimento do imposto devido por substituição tributária. Essa medida, conforme o relator, ajuda a minimizar um dos efeitos negativos da substituição tributária, que é a redução do capital de giro das empresas que atuam como substitutas – elas pagam o tributo antes de receberem o valor relativo à venda efetuada.

 

Conforme Armando Monteiro, "o descasamento entre os prazos médios de pagamento do tributo e da realização financeira dos recebíveis resulta em maior custo financeiro para as empresas submetidas ao regime".

 

Perdas

 

No relatório, Armando Monteiro citou uma simulação realizada pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) mostrando que a carga sobre uma empresa enquadrada no Simples quase dobra com a substituição tributária. Conforme o estudo, uma empresa com faturamento anual de R$ 1,2 milhão e que tenha 70% de suas vendas vinculadas a esse mecanismo de arrecadação desembolsaria 14% em impostos. Sem a substituição, recolheria ao Simples apenas 8,33%.

 

Estudo da Fundação Getúlio Vargas, citado pelo autor do projeto, estima em R$ 1,7 bilhão a perda das micro e pequenas empresas no ano fiscal de 2008, decorrentes da aplicação da substituição tributária.

 

Fonte: Agência Senado