Fecomércio-PE

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Projeção para Selic no fim de 2015 passa de 13,50% para 13,75%, diz Focus

Na semana anterior à próxima decisão sobre o rumo dos juros pelo Comitê de Política Monetária (Copom), o mercado financeiro finalmente alterou suas estimativas para a Selic ao final do ano. Segundo Relatório de Mercado Focus, divulgado nesta segunda-feira (25), pelo Banco Central (BC), a previsão de 13,50% ao ano foi substituída pela de 13,75% ao ano.

Desde a divulgação, em 7 de maio, da ata do encontro de diretoria passado esperava-se uma mudança dessas projeções. Isso porque o documento foi considerado mais duro do que o esperado pelos analistas, que prometeram rever suas estimativas sobre os próximos passos para a política monetária.

A ação mais recente do Copom foi a de aumentar a taxa básica de juros de 12,75% ao ano para 13,25% ao ano e, depois da divulgação do documento sobre a reunião, o mercado entendeu que o BC continuará com sua política de elevação de juros. A próxima reunião do Copom está marcada para 2 e 3 de junho.

Há um mês, a estimativa observada no boletim era de que a Selic encerrasse 2015 em 13,25% ao ano. Com a mudança, a taxa média esperada para este ano passou de 13,22% ao ano para 13,38% ao ano. Quatro semanas antes, essa taxa média estava em 13,20% ao ano. Já para os economistas que mais acertam as projeções para o rumo da taxa básica de juros, o Top 5 no médio prazo, a Selic encerrará este ano em 13,75% ao ano, igual à previsão da semana anterior.

No caso do fim de 2016, a mediana das projeções passou de 11,75% para 12,00% ao ano - esta foi a terceira elevação consecutiva. Com isso, a previsão para a Selic média do ano que vem passou de 12%, onde estava pela quinta semana seguida, para 12,25% ao ano. No caso dos Top 5, para 2016, a expectativa do grupo é de que a taxa fique em 12% ao ano, mesma previsão verificada há nove semanas.

Fonte: Estadão Conteúdo

 

Pernambuco e Alagoas têm maiores reduções de postos de trabalho

As maiores reduções de vagas de empregos no mês de abril foram registradas nos estados de Pernambuco (perda de 20.154 vagas) e Alagoas (13.269 postos de trabalho a menos), de acordo com informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a queda nesses estados foi puxada pelo setor de produtos alimentícios em atividades ligadas ao ramo de fabricação de açúcar em estado bruto.

Depois de Pernambuco e Alagoas, vem o Rio de Janeiro, com queda de 12.599 vagas, resultante dos setores de serviços e indústria de transformação. Em São Paulo, que teve redução de 11.076 postos, o decréscimo foi puxado pelo comércio.

Os estados que elevaram o número de empregos formais foram Goiás, com aumento de 2.285 postos, seguido do Distrito Federal (1.053), Piauí (612), de Mato Grosso do Sul (369) e do Acre (95).

 

De acordo com os dados do Caged, o mês de abril registrou redução de 97.828 postos de trabalho com carteira assinada em todo o país. O número representa uma queda de 0,24% com relação ao mês anterior. No período, ocorreram 1.527.681 admissões e 1.625.509 desligamentos. Nos últimos 12 meses a redução de postos de trabalho chega a 0,64% e no acumulado do ano, a 0,33%, o que representa 137.004 postos a menos.

“A nossa expectativa é que, até o mês de junho, possamos retornar o processo de geração de novos postos de trabalho. A economia brasileira atingiu um desenvolvimento de tal monta que ela está aí, vigorosa. Esse momento nos preocupa e o governo, pelas medidas que toma, vai retomar esse processo”, disse o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, durante a divulgação dos dados em Florianópolis.


Em relação ao que pode ter causado a queda no mês de abril, a maior registrada entre 2003 e 2015 para período, o ministro disse que o país passa por um momento de crise política em que há um discurso radical no sentido de criar uma situação adversa. “Isso causa efeitos na economia. Pessoas deixam de adquirir um bem de consumo, um carro, um apartamento ou um empresário deixa empreender, e isso, claro, prejudica o desenvolvimento da economia”. O ministro ressaltou a criação de empregos, assim como o aumento do salário mínimo gerando renda familiar, mas lembrou que o período de estagnação reduz o poder de compra. “Isso tudo cria uma certa apreensão, mas que será superada na medida em que a população entender que não há nenhum risco de que o Brasil venha a regredir.”


Segundo o ministério, a redução de vagas nas nove áreas metropolitanas foi 0,38%. Em números absolutos, isso representa uma perda de 63.307 empregos formais. Na análise das regiões, o Centro-Oeste, gerou 421 postos. O Nordeste foi a região que registrou a maior queda, com 44.477 postos a menos.


Na análise dos setores, a queda no número de emprego na indústria de transformação foi resultado da diminuição de vagas em dez dos 12 segmentos que integram a área. O setor teve a maior queda em números absolutos, com redução de 53.850 postos de trabalho formais, o que representa uma redução de 0,65% com relação ao mês anterior. As indústrias de produtos alimentícios, mecânica, de material de transporte e metalúrgica foram as que registraram números negativos. No setor de serviços, as principais reduções foram registradas nos ramos de serviços de comércio e administração de imóveis, serviços de alojamento e alimentação e instituições financeiras.


Dos oito setores analisados pelo ministério, a agricultura foi o que registrou expansão no número de empregos com carteira assinada. Foram mais de 8,4 mil postos registrados o que representa um aumento de 0,55%. O crescimento, segundo o Caged, ocorreu em função do bom desempenho de atividades ligadas ao cultivo de café, assim como das atividades de apoio à agricultura e de cultivo da cana-de-açúcar.

 

Fonte: Agência Brasil 

 

Receita do setor de serviços tem pior trimestre em três anos

A receita bruta do setor de serviços teve alta de 6,1% em março, em comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada hoje, 20 de maio, pelo IBGE. O resultado foi influenciado pelo maior número de dias úteis em março de 2015, e também pelo desempenho de setores como o de serviços profissionais, administrativos e complementares (+8,8%) e do grupo que agrega os serviços de transportes (+8,7%).  

  

No entanto, o desempenho do primeiro trimestre do setor foi o pior resultado trimestral desde o início da pesquisa. “No comparativo entre os três primeiros meses de 2015 e o mesmo período do ano passado, a receita nominal apurou variação de 2,9%”, afirmou o economista da CNC, Fabio Bentes.

Descontada a inflação de serviços (+8,0% nos 12 meses encerrados em março de 2015), a receita real do setor recuou 1,9% – a décima terceira queda consecutiva nesse tipo de comparativo. No trimestre, o resultado entre a receita nominal (+2,9%) e a inflação dos serviços medida pelo IPCA (+8,5%) revelou queda mais expressiva (-5,6%), a maior também nessa série histórica.

Governo pode facilitar uso do FGTS no crédito imobiliário

A preocupação com a retirada recorde de recursos da poupança não é só da Caixa, mas de todos os outros bancos que aplicam esse dinheiro em financiamentos imobiliários. As instituições e o setor da construção civil chegaram a pedir ao Banco Central autorização para usar uma parte dos recursos que os bancos são obrigados a deixar no BC - os depósitos compulsórios - nesses financiamentos, da mesma forma que foi feito com os empréstimos para a compra de carros. Mas, em meio ao aumento da Selic para controlar a inflação, o BC não acatou o pedido, que vai na contramão do aperto monetário.

O jornal "O Estado de S. Paulo" apurou ser mais provável que o governo aceite flexibilizar outras regras para ajudar no financiamento imobiliário. Entre elas, o aumento da faixa de financiamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Atualmente, o limite é de R$ 190 mil para imóveis nas regiões metropolitanas de São Paulo e Rio e no Distrito Federal. A sugestão é ampliar o teto para R$ 300 mil e cobrar nessas operações taxas intermediárias entre as que são cobradas nos financiamentos com recursos da poupança e as dos empréstimos com FGTS.

O setor também pede que o BC revise a regra de aplicação de recurso da poupança. Atualmente, 65% do que é captado na caderneta deve ser direcionado para o financiamento habitacional. No entanto, os bancos sempre conseguiram uma maneira de "burlar" essa regra com a utilização dos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI). A questão é que, fazendo isso, o dinheiro da poupança, que era para ser usado na construção de casas, também financia imóveis comercias, por exemplo.

Todo o problema teve origem na saída dos recursos da poupança. Até o saldo final, que inclui os rendimentos da caderneta, está diminuindo: caiu de R$ 522,3 bilhões no fim do ano passado para R$ 510,1 bilhões em abril deste ano.

A situação mais delicada é a da Caixa, que detém quase 70% do crédito imobiliário. A instituição vem utilizando recursos captados no mercado, a um custo significativamente maior em período de juros básicos em elevação, para completar a poupança nas operações de crédito imobiliário.

Cenário

No Banco do Brasil, a retirada de dinheiro também preocupa, e a instituição já recorreu a outras formas de captação, como a LCI. Dessa forma, o banco teve de reduzir o spread - diferença entre o custo de captação e o que é cobrado do cliente. Também repassou as últimas altas na taxa Selic. Os dois maiores bancos privados (Itaú e Bradesco) teriam mais "gordura". No Santander, os saques na poupança também preocupam.
Fonte: Agência Estado

Cai intenção de consumo no Dia das Mães pelo terceiro ano consecutivo

Em um ano menos promissor para as vendas, observa-se mais uma vez uma gradual redução na intenção dos consumidores da Região Metropolitana do Recife (RMR) em comemorar o evento do Dia das Mães, fato que vem ocorrendo nos últimos três anos. No ano de 2013 a proporção de pessoas que pretendia celebrar de alguma maneira esta data equivalia a 82,4%, parcela que se reduziu para 81,8% em 2014 e que no presente ano reduziu-se para 78,4%, segundo dados do levantamento realizado pela Fecomércio-PE.

A compra de presentes prevalecerá como objetivo de 86,2% dos consumidores. O gasto médio com a compra de presentes será de R$ 152,00, valor que tem incremento significativo com a incorporação dos gastos pretendidos com viagens ou com celebrações em família ou junto a amigos em almoços ou jantares nas suas casas ou em restaurantes. Entre os principais itens no gosto dos consumidores estão pela ordem de preferência: os artigos de vestuário e acessórios (35,5%), perfumes e cosméticos (25,4%), calçados e acessórios (20,5%), eletroeletrônicos (13,5%) e bijuteria (5,1%).

Este ano a principal forma de pagamento utilizada consumidores da RMR será a de compras à vista, devendo predominar o pagamento em dinheiro (52,1%), principalmente nas classes de renda mais baixas. Isso se deve, provavelmente, à elevação do custo do crédito verificada nos últimos meses, fazendo com que os consumidores evitem o uso indiscriminado do cartão de crédito

Segundo o estudo, entre os consumidores que declararam a intenção de não comemorar o Dia das Mães 2015 grande parcela (30,4%) atribui como causa o endividamento. Outros 19% o desemprego (19,0%) seguindo a indisponibilidade de dinheiro (13,3%).

Em relação ao canal de compra preferido, predominará as compras em shopping centers (50,5%), mas o comércio tradicional (47,4%) também deverá atrair grande número de consumidores. Ainda é insignificante a proporção de pessoas que optarão por efetuar compras através de catálogos (2,1%) ou pela internet (1,6%).

Expectativa dos empresários

Para 40,4% dos empresários consultados, a expectativa é de que as vendas no Dia das Mães 2015 serão menores que as obtidas no mesmo período do ano passado. Para eles, as vendas de uma das datas de maiores movimento do comércio terá uma variação negativa (-0,9%) em relação a 2014.

Pesquisa

A sondagem foi realizada através de pesquisa direta, com aplicação de 2.430 questionários, sendo 1.535 entrevistas com consumidores e 895 com empresários/gestores, de oito cidades da Região Metropolitana do Recife – Abreu e Lima, Cabo de Santo Agostinho, Camaragibe, Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Paulista, Recife e São Lourenço da Mata –, em estabelecimentos varejistas do Comércio Tradicional nos bairros onde se concentram a maior parcela de lojas e de consumidores da RMR.



Dia das Mães terá pior desempenho desde 2004

O volume de vendas para o próximo Dia das Mães deverá registrar o pior desempenho desde 2004, segundo estimativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A entidade prevê um aumento de 0,5% em relação ao Dia das Mães do ano passado, com um movimento financeiro de aproximadamente R$ 6,5 bilhões, na segunda data comemorativa mais importante do varejo brasileiro, atrás apenas do Natal.

Ainda segunda análise da CNC, os segmentos de farmácias e perfumarias e de artigos de uso pessoal e doméstico deverão impedir uma retração ainda maior nas vendas do varejo no período. Esses ramos, juntos, serão responsáveis por cerca de 25% da movimentação financeira da data. As vendas de produtos em farmácias e perfumarias serão os que devem registrar a maior alta de venda, 7,8% em relação ao ano passado.

Já os segmentos de vestuário, de hiper e supermercados, e de móveis e eletrodomésticos, responsáveis por 71% da movimentação esperada no período, deverão registrar retrações. A maior queda será na venda de móveis e eletrodomésticos, com recuo de 2,8%.

A contratação de trabalhadores temporários para o período deverá ser menor do que em 2014, registrando queda de 0,5%, totalizando uma oferta de 29,6 mil vagas para o próximo Dia das Mães. O segmento de vestuário, que demanda o maior número de trabalhadores temporários nessa época do ano, vai ser responsável por mais da metade das vagas geradas, 56,4%, ou o equivalente a 16,9 mil trabalhadores. A quantidade, porém, será 1,5% menor do que no ano passado. As perspectivas de efetivação também devem ser menos favoráveis.

De acordo com dados mais recentes do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15), os bens e serviços mais demandados no Dia das Mães acumularam alta de 7,0% nos 12 meses encerrados em abril de 2015. A alimentação fora do domicílio, incluindo assim o tradicional almoço do Dia das Mães, é o que registrou maior alta, 10,5%, seguido de chocolates, 10,2%, e eletrodomésticos e equipamentos, 9,2%.

 

Fonte: CNC

 

Endividamento sobe em abril pelo terceiro mês consecutivo, mostra Peic

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostram que, em abril, o percentual de famílias endividadas alcançou 61,6%, o que representa uma alta em relação aos 59,6% observados em março, mas uma queda em relação aos 62,3% de abril de 2014. Em fevereiro, o percentual foi 57,8%, em março subiu para de 59,6% e, este mês, com os 61,6%, alcançou a terceira alta consecutiva.

 

Acompanhando a alta do percentual de famílias endividadas, a proporção de famílias com dívidas ou contas em atraso também aumentou na comparação mensal, passando de 17,9% em março para 19,7% do total em abril de 2015. Entretanto, houve queda no percentual de famílias inadimplentes em relação a abril de 2014, quando esse indicador alcançou 21,0% do total. O percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso - e que, portanto, permaneceriam inadimplentes - aumentou na comparação mensal, mas permaneceu estável na comparação anual, alcançando 6,9% em abril de 2015, ante 6,2% em março de 2015 e 6,9% em abril de 2014.

 

Para a CNC, fatores sazonais relacionados ao maior comprometimento da renda das famílias com gastos extras de início de ano continuaram influenciado os resultados da Peic. Segundo a entidade, a moderação do crescimento do crédito para as famílias continua permitindo patamares menores de endividamento e inadimplência esse ano, em relação ao ano passado. Contudo, a alta do custo do crédito, combinada com um cenário menos favorável no mercado de trabalho levaram a uma piora na percepção das famílias em relação ao endividamento e à capacidade de pagar as contas em atraso.

 

Clique aqui para acessar a análise completa

 

Fonte: CNC

CNC divulga amanhã resultados de abril da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgará amanhã, quarta-feira, dia 29, os resultados de abril da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic). A partir das 10 horas, a economista Marianne Hanson atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9414. Análises e gráficos serão enviados por e-mail aos jornalistas, e a pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

 

 

Sobre a Peic

 

A Peic é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal com cerca de 18 mil consumidores. Das informações obtidas são apurados importantes indicadores: percentual de consumidores endividados, percentual de consumidores com contas em atraso, percentual de consumidores que não terão condições de pagar suas dívidas, tempo de endividamento e nível de comprometimento da renda.

 

Fonte: CNC

 

Desemprego fica em 6,2% em março

A taxa de desemprego medida mensalmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) passou de 5,9%, em fevereiro, para 6,2% no mês de março, informou hoje (28) o instituto na Pesquisa Mensal de Emprego. Para o IBGE, essa variação mostra estabilidade. Em março do ano passado, a taxa alcançou 5%.

O desemprego registrado em março de 2015 igualou a taxa de março de 2012, quando também chegou a 6,2%. O percentual é o maior registrado em um mês de março desde 2011, quando a taxa foi 6,5%.


Segundo a gerente da Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios, Maria Lúcia Vieira, que participou da divulgação da Pesquisa Mensal do Emprego, os primeiros meses do ano costumam apresentar alta da taxa de desocupação, que perde força a partir de abril. "De janeiro até março, há uma tendência de elevação da taxa de desocupação. É a tendência de início de ano de todos os anos", disse ela, ao acrescentar que há mais gente procurando emprego em março deste ano que no ano anterior.


Desde dezembro de 2014, o percentual da população ocupada teve queda, partindo de uma redução de 0,7% no último mês do ano passado que se intensificou para -0,9% em janeiro e -1% em fevereiro. Em março, a queda foi 0,2%, o que, apesar do enfraquecimento, mostra que pessoas que perderam seus empregos podem não estar encontrando novo. "Isso revela que pessoas estão saindo de seus postos de trabalho e nem todas estão conseguindo se recolocar", destaca a gerente.

 

De acordo com o IBGE, o rendimento real habitual do trabalhador foi R$ 2.134,60, menor que o registrado em fevereiro de 2015 e março do ano passado, meses em que foram registradas, respectivamente, rendas de R$ 2.196,76 e de R$ 2.200,85.


Em termos percentuais, o rendimento real habitual em março caiu 2,8% em relação a fevereiro deste ano e 3% na comparação com março do ano passado.

As seis regiões pesquisadas pelo IBGE na Pesquisa Mensal de Emprego são Recife, que teve desemprego de 8,1%, Salvador (12%), Belo Horizonte (4,7%), Rio de Janeiro (4,8%), São Paulo (6%) e Porto Alegre (5,1%).


O número de desocupados nas seis regiões aumentou em 280 mil pessoas na comparação com março do ano passado e se manteve estável na comparação com fevereiro. O nível de ocupação se manteve estável em 52,1% em relação a fevereiro deste ano, mas caiu 0,9 ponto percentual em relação a março de 2014.

 

Fonte: Agência Brasil 

 

Faturamento do setor atacadista registra crescimento de 14,19% em março

O faturamento real do setor atacadista cresceu 14,19% em março na comparação com o mês anterior, depois de registrar quedas em janeiro (-13,93%) e fevereiro (-8,15%). De acordo com dados divulgados nesta segunda-feira (27) pela Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores de Produtos Industrializados (Abad), a queda no trimestre, comparado com o mesmo período de 2014, chegou a 9,76%.

 

Segundo balanço da entidade, o faturamento do setor no ano passado foi de R$ 211,8 bilhões, representando aumento real de 0,9% e nominal de 7,3% com relação ao ano anterior. A participação no mercado mercearil (que compreende produtos de uso comum das famílias, como alimentos, bebidas, limpeza,higiene e cuidados pessoais) alcançou 51,7% e o número de pontos de venda atendidos atingiu 1.064.282, com 353,36 mil funcionários.


O segmento de farma-cosméticos registrou alta de 10,4%, com ganhos de R$ 17,2 bilhões, seguido do varejo independente, que cresceu 6,6%, com ganhos de R$ 128,3 bilhões, e dos bares, que tiveram elevação de 6,4% e faturamento de R$ 44,7 bilhões.


De acordo com o presidente da Abad, José do Egito Frota Lopes Filho, a queda é compreensível por causa do cenário atual, mas o setor está inquieto e tentando reverter a situação. A previsão era de crescimento de 1,5% no ano passado, estimativa mantida pela Abad.


“Os primeiros três meses não foram bons, mas estamos segurando esse percentual, porque o setor atacadista é muito dinâmico. É o último a sentir a crise e o primeiro a recuperar. Como trabalhamos com produtos de consumo rápido, vamos nos adequando. O Brasil tem algumas regiões com crescimento melhor”, explicou.

 

Fonte: Agência Brasil