Fecomércio-PE

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Professores americanos participam do Congresso Internacional de Tecnologia na Educação

O trio de professores norte-americanos Kelci Reyes-Brannon, Alexander Knoblock e Kelsey Adkins participam pela primeira vez do Congresso Internacional de Tecnologia na Educação, promovido pelo Sistema Fecomércio/Senac/Sesc-PE. Os jovens instrutores do Programa Inglês sem Fronteiras, ensinam a língua nas Universidades Federais de Santa Catarina e Minas Gerais.

 

Kelsey explica que os três tomaram conhecimento do Congresso por meio das redes sociais e se apressaram para garantir a inscrição. “É muito bom ter a oportunidade de conhecer a realidade dos professores brasileiros por meio de um evento tão legal e que reúne tanta gente da área”, comenta.

 

Antes de morar em Florianopólis, a professora de 25 anos havia realizado intercâmbio em Salvador. O grupo, que se conheceu no Brasil e se reencontra no XII Congresso Internacional de Tecnologia no Brasil, fica no País até o próximo ano.

Terceirização: uma discussão oportuna

Por Antonio Oliveira Santos

Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

O processo produtivo se caracteriza por ser um sistema em rede, no qual cada empresa contribui com uma parcela de valor agregado – que são os insumos da produção – formando um todo, que é o produto final. Qualquer empresa, por mais simples que seja, consome uma certa quantidade de serviços, que são produzidos por outras empresas. É um processo produtivo que valoriza a especialização e propicia o aumento da produtividade.

A terceirização no setor produtivo representa um exemplo concreto do real benefício decorrente da especialização. Nessa área, pode-se tornar como caso emblemático de sucesso a prestação dos serviços de limpeza, onde são evidentes os ganhos de produtividades decorrentes da especialização, tanto para a empresa contratante como para a empresa contratada. O mesmo se verifica na área dos serviços de segurança. Merece destaque, nesse particular, o caso dos bancos que contratam, dentro das normas legais de terceirização, os serviços de segurança para suas agências e seus clientes.

Os opositores à terceirização de serviços consideram que isso representa uma precarização do trabalho e, em suas propostas de regulação, reivindicam que aos trabalhadores da empresa contratada sejam pagos salários iguais aos da empresa contratante, além da extensão de todos os demais benefícios, tais como gratificações, assistência médica, auxílio-refeição, vale-transporte, etc.

Regida pela Súmula 331 do Tribunal Superior do Trabalho (TST), a terceirização ainda provoca muitas questões e disputas judiciais, que prejudicam tanto trabalhadores quanto empresários. O ponto é que a Súmula reconheceu a legalidade da terceirização na atividade-meio das empresas, para que estas pudessem concentrar seus recursos e energias no exercício de sua atividade-fim. No entanto, a nomenclatura “atividade-meio” e “atividade-fim” gera conflitos que acabam no judiciário.

A discussão é oportuna quando estamos diante de uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a identificação do que representa a atividade-fim de um empreendimento, do ponto de vista da possibilidade da terceirização. A corte vai julgar o Recurso Extraordinário com Agravo (ARE) 713.211, no qual a Celulose Nipo Brasileira S/A (Cenibra) questiona decisão da Justiça do Trabalho em que foi condenada a se abster de contratar terceiros para sua atividade-fim. O STF reconheceu a repercussão geral do tema e entendeu que, do julgamento desse caso, passará a referendar os demais julgamentos no País sobre essa questão.

Movidas pelo momento crucial que esta decisão representa, em encontro recente, as principais Confederações do País, entre elas a CNC, CNI e Confederação Nacional do Sistema Financeiro (Consif) se reuniram, para debater as implicâncias econômicas e jurídicas da terceirização no Brasil no seminário Terceirização e o STF: O que esperar? Em seu discurso, o ex-ministro do STF, Carlos Velloso, defendeu que, sob o ponto de vista jurídico, a questão não foi versada com o cuidado que o tema exigiria e que é preciso levar ao conhecimento geral e ao STF a importância que a terceirização tem para as diversas atividades econômicas no Brasil.

A terceirização significa uma forma de criar empregos, além de ser um mecanismo moderno de gestão empresarial, com aumento da produtividade e redução dos custos de produção, utilizando serviços e trabalho especializados, sem significar redução de salários ou menor uso de mão de obra. Pelo contrário, como é fácil perceber, a especialização do trabalho, através da prática da terceirização, vai, obviamente, produzir maior criação de empregos e proporcionar melhores níveis de salário para os trabalhadores especializados.

Os que fazem forte oposição à regulamentação da terceirização carecem de informação sobre o tema. O Ministério Público do Trabalho (MPT) argumenta que a terceirização precariza as condições de trabalho e viola o princípio da dignidade da pessoa humana. A entidade prega o desaparecimento de uma atividade essencialmente terceirizada, como oscall centers. Enfraquecer esse tipo de prestador de serviços, isso sim, é violar o princípio da dignidade da pessoa humana, com a subtração de 1,1 milhão de empregos.

Em breve será votado o Projeto de Lei nº 4.330/2004, de autoria do deputado Sandro Mabel, que deve ser entendido como mais uma forma de defesa e de proteção dos direitos trabalhistas e não o contrário. O referido PL nº 4.330 visa garantir aos 12 milhões de trabalhadores terceirizados os mesmos direitos previsto na CLT, como 13º salário, férias remuneradas, adicional de férias, descanso semanal remunerado, hora extra com 50% de acréscimo, entre outros.

O PL nº 4.330 contém 19 artigos de proteção ao trabalhador e outros dois artigos de proteção ao empresário. Ele determina, por exemplo, que os terceirizados sejam tratados como funcionários regulares, no que se refere ao acesso a refeitório, a eventuais serviços de transporte e a serviço médico interno da empresa que contrata a prestadora de serviço.

Sobre a questão da “responsabilidade subsidiária”, o Projeto de Lei, nos artigos 14 e 15, define que as empresas contratantes precisam fiscalizar, mensalmente, a comprovação do pagamento de obrigações como salários, horas extras, 13º salário, entre outros. Permite, também, à empresa contratante reter o pagamento da contratada no caso de não pagamento das obrigações dos funcionários.

O principal motivo de discórdia entre os parlamentares é o artigo 4° do PL nº 4.330, que afirma que o contrato de terceirização pode ser relacionado a qualquer parte da atividade da empresa contratante, mesmo na atividade-fim. A discussão na Câmara dos Deputados visa definir quais atividades exatamente podem ou não ser terceirizadas, com o objetivo de sanar essa questão e aprovar o Projeto de Lei.

Ponto que vai ao encontro da próxima decisão do STF e da segurança jurídica que as partes que contratam a terceirização precisam.

Atividade fraca no Brasil contamina expectativas para 2015

Marcos Issa/Bloomberg

Economia brasileira: moeda de um real

 

Economia: visão majoritária é de que a elevação nos preços não vai ceder até o fim de 2015

 

 A forte desaceleração da economia brasileira neste ano surpreendeu economistas e vem contaminando ainda mais as expectativas de crescimento para 2015, mas a perspectiva de aumento ainda maior dos preços administrados evitará que o crescimento lento se traduza em menos inflação.

Ao contrário, a visão majoritária agora é de que a elevação nos preços não vai ceder até o fim de 2015. Esse cenário mais frágil, segundo analistas consultados pela Reuters, vai tornar a vida do próximo governo ainda mais dura, obrigando-o a adotar medidas dolorosas.

"Ninguém esperava que a atividade desacelerasse tanto. À medida que os dados vão mostrando essa piora, os modelos de previsão vão incorporando e jogando a deterioração para frente", explicou o economista-chefe do Banco Fator, José Francisco de Lima.

Esse movimento é claro nas estimativas de economistas compiladas pelo relatório Focus, do Banco Central. As projeções medianas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 2014 e 2015 começaram o ano em 2 e 2,5 por cento, respectivamente, e foram caminhando gradualmente para baixo.

Na última leitura, os números passaram a 0,33 e 1,04 por cento.

O pessimismo vem das sucessivas decepções com o ritmo da atividade neste ano. No segundo trimestre, a economia brasileira encolheu 0,6 por cento, entrando em recessão técnica pela primeira vez desde a crise de 2008/09.

No caso da inflação oficial, as expectativas também estão longe de serem otimistas. No início do ano, economistas esperavam que o IPCA desacelerasse de 5,96 por cento em 2014 para 5,5 por cento no ano que vem.

No começo de maio passado, a projeção para este ano chegou a superar o teto da meta do governo --de 4,5 por cento, com margem de dois pontos percentuais--, passando a perder força, enquanto a previsão para 2015 acelerou o passo.

Agora, economistas esperam que o IPCA fique em 6,29 por cento tanto neste ano quanto no próximo.

Ou seja, o quadro é de inflação elevada e sem arrefecimento no médio prazo, mesmo após o recente ciclo de aperto monetário, que levou a taxa básica de juros a 11 por cento ao ano.

"Há uma tendência de melhora da inflação quando se olha para a influência da atividade, mas esse ajuste dos administrados dificulta bastante que isso se concretize", disse o economista-chefe da consultoria LCA, Bráulio Borges.

Segundo as últimas estimativas do Focus, a inflação dos preços monitorados deve ficar em 7 por cento no ano que vem, a maior em dez anos se concretizada.

Neste ano, ela deve ir a 5,10 por cento. Agentes econômicos contam com fortes reajustes de tarifa de energia elétrica e nos preços da gasolina após as eleições de outubro.

Consumo e investimento

Analistas atribuem o crescimento fraco da economia brasileira ao esgotamento do modelo de crescimento baseado no consumo e não no investimento.

Segundo eles, embora já tenham sido adotadas algumas medidas que poderiam ajudar a reverter a situação --como as concessões de infraestrutura--, elas vieram tarde demais para evitar que a economia sofra em 2014 e 2015.

O impacto da Copa do Mundo no Brasil sobre os indicadores econômicos tem se mostrado mais negativo do que esperavam os economistas.

Os últimos indicadores relativos a junho e julho, principalmente aqueles relacionados ao varejo e à indústria, têm mostrado que o Mundial mais atrapalhou do que ajudou, pelo menos durante o período.

As expectativas dos economistas para a produção industrial também têm sido golpeadas. No início do ano, o Focus mostrava expansão da indústria de 2,20 por cento neste ano e 2,89 por cento no próximo.

Agora, a previsão é de contração de 1,98 por cento em 2014 e crescimento de 1,50 por cento em 2015.

A condução da política econômica do governo da presidente Dilma Rousseff, que tentará a reeleição em outubro, tem sido criticada por agentes do mercados financeiro. Contudo, mesmo no caso de sua vitória na corrida presidencial, economistas esperam mudanças de rumo.

"O mercado está apostando que, independentemente de quem for eleito, o próximo ano vai ser um ano de ajuste", afirmou o economista-chefe da Votorantim Corretora, Roberto Padovani.

O principal canal em que esse ajuste se concentraria, segundo analistas, são as contas públicas. O raciocínio é que como a atividade fraca limita o espaço para que a inflação seja combatida com alta dos juros, o governo seria obrigado a apertar os gastos.

Isso permitiria que a economia mostrasse recuperação nos próximos anos, com a inflação em queda, apesar de ainda na casa dos 5 por cento.

Segundo o Focus, a atividade deve expandir 2,32 por cento em 2016 e 3,0 por cento nos dois anos seguintes. Já o IPCA iria a 5,50 por cento em 2016 e 2017 e a 5,17 por cento em 2018.

Serviços devem fechar 2014 no vermelho

 

Apesar do crescimento em julho, setor de serviços passa pelo pior momento desde 2012, com desaceleração no crescimento anual

 

A receita dos serviços cresceu 4,6% em julho de 2014, em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo IBGE nesta terça-feira, 16 de setembro. Esse resultado é a menor taxa de crescimento desde o início da pesquisa, representando uma desaceleração em relação à variação anual observada em junho (+5,7%). “Em termos reais, o setor está passando pelo período mais difícil desde 2012 e, provavelmente, vai encerrar o ano no vermelho”, afirmou o economista da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) Fabio Bentes.

 

No entanto, houve crescimento de 1,9% na comparação mensal – uma inversão do quadro de queda de 1,1% registrada em junho. Nessa base comparativa, os destaques positivos foram os serviços variados de manutenção, reparação e apoio à agropecuária (+8,3%) e os serviços profissionais, administrativos e complementares (+7,0%).

 

Por outro lado, a oscilação da receita dos serviços de informação e comunicação (+2,1%) – segmento de maior peso na PMS – impediu uma alta mais expressiva do setor terciário. Os transportes e os serviços prestados às famílias registraram variações de +4,6% e +5,4%, respectivamente.

 

Centro-Oeste é a região com o maior crescimento, tanto na base comparativa mensal (+11,9%) quanto na anual (+15,8%). “A região Centro-Oeste tem se destacado porque, naquela região, o agronegócio tem um peso mais relevante, e esse setor tem sustentado o nível de atividade local. Isso se repete, também, na Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), no emprego e na renda”, completou Fabio Bentes. Acesse a nota completa.

Varejo do Nordeste apresenta desempenho melhor que o do Brasil

Enquanto a economia brasileira continuou apresentando tendência de desaceleração, com desaquecimento na produção industrial e no consumo, os principais estados do Nordeste apresentaram desempenho melhor que o do Brasil, tanto do varejo quanto do varejo ampliando, segundo levantamento da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Pernambuco (Fecomércio-PE).

 

 

Em Pernambuco - no resultado acumulado do ano (até junho) - as vendas no comércio cresceram 5,7% no varejo e 3,9% no varejo ampliado, ficando atrás apenas do Ceará, cujas vendas no comércio cresceram 8,8% e 6,4%. Já o Brasil apresentou 0,1%, no varejo ampliado, e 4,2%, no comércio varejista.

 

O varejo pernambucano apresentou desempenho positivo de janeiro a junho de 2014, em relação ao mesmo período de 2013. Com exceção do mês de março – quando as vendas caíram 0,8% em relação ao mesmo mês do ano anterior – verifica-se que o volume de vendas apresentou crescimento, embora com tendência declinante, chegando no mês de junho de 2014 a um patamar 1,9% superior ao de junho de 2013. Já o comércio varejista ampliado, incluídas as vendas de veículos e material de construção, o volume de vendas em junho de 2014 foi 2,2% inferior ao do mesmo mês do ano anterior.

 

O resultado positivo pode ser associado à manutenção do efeito-renda: segundo os dados da PME/IBGE, a variação acumulada da massa de rendimentos da população ocupada foi estimada em 3,0% na Região Metropolitana do Recife.

 

Porém, a pesquisa também aponta redução no ritmo das vendas do comércio ao longo dos meses do ano, com resultados acumulados entre janeiro e junho inferiores aos do período compreendido entre janeiro e maio. O movimento se deve ao encarecimento e diminuição da oferta de crédito e à opção dos consumidores por pagar dívidas, conforme indica a redução da inadimplência das famílias de 19,8% em maio para 18,9% em junho, segundo pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Economia de Pernambuco cresce 3,5% no primeiro semestre de 2014

A economia de Pernambuco mantém tendência de crescimento acima da média brasileira. O Produto Interno Bruto do Estado (PIB) cresceu a uma taxa de 3,5% no primeiro semestre de 2014, contra tímido 0,5% da performance nacional. O resultado positivo na primeira metade do ano foi puxada, principalmente, pelo desempenho no primeiro trimestre do ano, quando a economia do Estado apresentou taxa de 5,2%.

No segundo trimestre a taxa arrefeceu para 1,9%, mas ainda ficou bem acima do resultado do Brasil, que amargou taxa negativa de 0,9%. Os resultados foram divulgados ontem pela Agência de Planejamento e Pesquisas de Pernambuco (Condepe/Fidem).

 

No resultado do semestre, todos os setores de atividades apresentaram taxas de crescimento. Os destaques foram para serviços (2,5%), indústria (3,9%) e agropecuária (27,5%). “Apesar da alta taxa de crescimento da agropecuária no semestre, na comparação com o desempenho brasileiro (1,2%), o setor ainda vive uma fase de recuperação depois de apresentar resultados negativos seguidos, em função do longo período de seca no Estado”, explica o presidente da Condepe/Fidem, Maurílio Lima. Além disso, a agropecuária é o setor com menor peso entre os setores que integram o PIB, com participação inferior a 10%.

 

Na atividade de serviços, os segmentos que mais se destacaram foram transporte e alojamento (6,8%) e intermediação financeira (3,4%) e comércio (2,3%). Serviço, aliás, é o setor mais representativo na economia estadual, com participação de 73%. Já a indústria, apresentou crescimento de 4,8% no segmento de transformação e de 1,7% na construção civil.

 

TRIMESTRE


O resultado do PIB de Pernambuco no segundo trimestre de 2014 foi bem inferior ao registrado no primeiro trimestre mas, ainda assim, bem superior ao desempenho nacional, crescendo 1,9% contra -0,9% do País. No recorte do trimestre, algumas atividades no Estado apareceram com taxas negativas, a exemplo da indústria de transformação (-0,3%) e da construção civil (-0,1%). “A construção vive um momento de estabilidade, em função do arrefecimento do segmento imobiliário”, destaca Lima.

O segundo trimestre também foi menos aquecido em relação ao primeiro nos setores de agropecuária e de serviços, que cresceram 16,8% e 1,6%, respectivamente. Mesmo com uma desaceleração em relação ao primeiro trimestre, a performance pernambucana é muito superior à brasileira, sem crescimento na agropecuária e com 0,2% para serviços.
FONTE: JConline

Franquias de alimentação especializada crescem 10%

 

Franquias de alimentação especializada crescem 10%)

 

 Este ano a economia brasileira não está favorecendo diversos setores, porém, alguns conseguiram se sobressair e obter crescimentos expressivos. É o caso da categoria de alimentação especializada, onde entram franquias de sorvetes, sucos, doces, chocolates e salgados.

 Segundo uma pesquisa realizada pela consultoria Rizzo Franchise, o crescimento foi de 10%; em receita, 6%. Ainda de acordo com o levantamento, existem mais de 11 mil unidades franqueadas dentro do setor.“Associar-se a uma franquia pode ser um bom ponto de partida para quem quer ter o seu próprio negócio. Nos últimos anos, a ampliação das redes franqueadas comprova que essa é uma ótima estratégia para quem deseja obter retorno a médio prazo.

 Números divulgados pela ABF, entidade que representa o setor de franquias, expressam que o faturamento do setor cresceu 11,9% em 2013, um faturamento de 115 bilhões de reais. Bem acima do crescimento do PIB no mesmo ano, que foi de 2,3%”, conta Rychard Curcovezki, diretor de Franchising e Expansão da Yogoothies, uma das maiores franqueadoras de Frozen Yogurt.

 O diretor explica que com o grande crescimento do setor no Brasil, há muitas boas oportunidades de investimento. “É uma excelente porta de entrada, principalmente por permitir àqueles com pouca ou nenhuma experiência em negócios iniciar uma carreira empresarial, contando com a vontade de trabalharem em seu próprio negócio e com capital para realizarem o investimento”, diz.

FONTE: Portal no Varejo

Autoserviço agrada mais do que Telemarketing

Desde os primórdios do cinema, os filmes de ficção científica nos dizem que um dia os robôs se voltarão contra a humanidade. Enquanto isso não acontece, as máquinas continuam úteis aos processos humanos. O autoserviço, cujas práticas pretendem resolver o problema do cliente ali mesmo no site, sem a necessidade de falar com um operador, cresce na Internet e gera iniciativas criativas como a Lu, do Magazine Luiza.

Diretor executivo da Plusoft, Marildo Matta, apresentou números do setor de autoserviço no Brasil nesta terça durante o primeiro dia do Conarec, maior evento de relações com consumidores do mundo. Além da estatística de que 54% das pessoas preferem o autoserviço a ter que interagir com um operador, Matta revela que 23% desistem de uma compra ao encontrar um canal ocupado. "Todas empresas já perderam clientes por não conseguir atendê-los pelo telefone em hórários de pico", comenta.

Além disso, os operadores-robô do autoserviço não se importam se o cliente perguntar cinco vezes a mesma coisa, se mudar de ideia em relação ao plano de pagamento ou outras atitudes que poderiam irritar o operador de contact center, causando um problema de relacionamento. Os números da Plusoft indicam também que 65% dos brasileiros prefere o autoserviço a aguardar em filas e 52% escolhe os caixas eletrônicos como opção prioritária no momento de fazer um empréstimo.

"O autoserviço humanizado tem se mostrado muito eficiente e de fácil adoção pelo público, que cada vez mais busca a interação por canais digitais, apresentando uma significativa absorção do canal de voz tradicional", diz. Matta cita a TIM como case de sucesso em captar a percepção do cliente e tratá-lo de forma humanizada e personalizada. 

"A TIM saúda o cliente pelo nome a partir de dados já armazenados e fornece o número do protocolo e quais os principais serviços pesquisados no autoserviço nos últimos dias. E todos estes serviços daquela base de dados também estão disponíveis na versão mobile. "As respostas tem que ser claras para o cliente. Fotos e infográficos também são bem vindos para ajudar no entendimento das respostas", conclui.

Fonte: Portal no Varejo


Economistas veem PIB crescendo menos em 2014

 

 

 

 

Dinheiro: notas de real

 

 

 

Após novos sinais de fraqueza do setor varejista no início do terceiro trimestre, economistas de instituições financeiras reduziram a perspectiva para a expansão da economia brasileira neste ano e no próximo, ao mesmo tempo em que passaram a ver o início do ciclo de aperto monetário mais tarde em 2015.

 

Pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira mostrou que a projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2014 caiu pela 16ª semana seguida, a apenas 0,33 por cento, contra 0,48 por cento na semana anterior.A expectativa é de alguma recuperação em 2015, mas a estimativa para a expansão foi reduzida a 1,04 por cento, sobre 1,10 por cento. As vendas no varejo no Brasil recuaram 1,1 por cento em julho sobre o mês anterior, contrariando expectativas de alta e destacando a dificuldade da economia em se recuperar após entrar em recessão no primeiro semestre.

 

Nesta segunda-feira, a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) reduziu suas projeções para a economia brasileira e estima expansão de 0,3 por cento neste ano. Para 2015, vê crescimento de 1,4 por cento.

 

 

Selic

Neste cenário de atividade mais fraca, o Focus indicou que os especialistas passaram a ver que um novo ciclo de aperto monetário vai começar mais tarde.

Agora, acreditam que a Selic subirá apenas em julho de 2015, e não mais em março, e que a taxa básica de juros encerre o próximo ano a 11,50 por cento. Até então, a estimativa era de que ela ficasse em 11,63 por cento no período.

 

Para este ano, foi mantida a expectativa de que a Selic encere nos atuais 11 por cento.O Top-5 de médio prazo, com as instituições que mais acertam as projeções, vê a Selic a 11 por cento este ano e a 12 por cento no próximo, projeções inalteradas sobre a pesquisa anterior. Na ata de sua última reunião, o BC reforçou a perspectiva de que a Selic continuará em 11 por cento ao menos até o fim de 2014. Ao mesmo tempo, vê a pressão sobre os preços elevada, mas não mais "resistente".

 

 

Os analistas consultados no Focus mantiveram a perspectiva para a alta do IPCA tanto em 2014 quanto em 2015 em 6,29 por cento. Já para os próximos 12 meses, a perspectiva para a inflação foi elevada em 0,04 ponto percentual, a 6,28 por cento. O Focus mostrou também que os especialistas consultados reduziram suas expectativas para o dólar pela segunda semana seguida. Para 2014, veem a moeda norte-americana encerrando a 2,20 reais (sobre 2,33 reais no levantamento anterior) e para 2015, a 2,45 reais, sobre 2,49 reais.

 

Na semana passada, o dólar acumulou alta de 4,26 por cento, a maior em um ano, após pesquisas eleitorais mostrarem recuperação da presidente Dilma Rousseff (PT), que tem sido criticada pelo mercado pela condução da atual política econômica, nas intenções de voto.

 

FONTE: Exame.com

Focus reduz a 0,33% expansão do PIB em 2014

A mediana das expectativas para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2014 não para de cair como mostrou o Relatório de Mercado Focus divulgado nesta segunda-feira, 15, pouco pelo Banco Central. E também contamina a perspectiva dos economistas para 2015.

Pelo documento, a economia brasileira crescerá apenas 0,33% este ano ante projeção anterior de avanço de 0,48% e de expansão de 0,79% esperada um mês atrás. Esta é a 16a semana consecutiva em que o mercado revisa suas planilhas para baixo.

Para 2015, a taxa mediana da Focus também recuou, passando de 1,10% para 1,04%. Quatro semanas antes, a estimativa de crescimento para o próximo ano estava em 1,20%.

As mudanças ocorreram mesmo com a parada nas correções que o mercado fez esta semana em relação ao desempenho negativo da indústria. Conforme a pesquisa, o setor manufatureiro terá retração de 1,98% este ano, como já era esperado na semana passada.

Vale lembrar que um mês antes, a expectativa era de uma diminuição da atividade da ordem de 1,76%. Para 2015, a previsão é de recuperação do setor, que deve ter expansão de 1,50% - mesma taxa do documento anterior. Há um mês, a mediana estava em 1,70%. Há quase um mês, o IBGE divulgou que o PIB recuou 0,60% no segundo trimestre do ano e revisou para pior do número dos primeiros três meses do ano.

Os analistas também mantiveram suas estimativas para o indicador que mede a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB em 2014. A Focus de hoje aponta uma mediana de 35,00% ante taxa de 34,89% de um mês atrás. Para 2015, a mediana subiu de 35,04% para 35,30%.

Inflação

A pesquisa revelou que as projeções para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficaram congeladas em 6,29% tanto para o final deste ano quanto para o fim de 2015. Há um mês, as estimativas para esse índice eram de 6,25% também nos dois casos. Já a previsão suavizada para o IPCA para os 12 meses à frente subiu de 6,24% para 6,28% - quatro semanas atrás estava em 6,21%.

Nas estimativas do grupo Top 5 da pesquisa, a previsão para o IPCA em 2014 no cenário de médio prazo também não sofreu alterações, ficando em 6,28% para o final deste ano e em 6,40% ao fim de 2015. Um mês atrás, a mediana das previsões para o IPCA eram, respectivamente, de 6,32% e 6,48%.

Para o curto prazo, tampouco houve ajustes na pesquisa, com a mediana das estimativas para o IPCA de setembro estacionada em 0,40% - também mesma taxa vista quatro semanas antes. No caso de outubro, o ponto central da pesquisa ficou parado em 0,49% ante 0,50% de um mês atrás.

FONTE: Exame.com