Fecomércio-PE

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Desemprego em agosto é de 5,0%, menor taxa para o mês

A taxa de desemprego apurada nas seis principais regiões metropolitanas do País ficou em 5% em agosto, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quinta-feira, 25. O resultado ficou dentro do intervalo das estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções, que vai desde 4,5% até 5,4% da População Economicamente Ativa (PEA), com mediana em 4,9%. Foi a menor taxa para um mês de agosto em toda a série da pesquisa, iniciada em março de 2002.

 

Também foram anunciadas hoje as taxas médias para os meses de maio, junho e julho. Até então, os dados completos não eram conhecidos porque a greve dos servidores do instituto, que durou 79 dias, atrasou a coleta e apuração das informações referentes às regiões de Porto Alegre e Salvador.

 Em julho, a taxa média de desemprego ficou em 4,9%. A pesquisa do AE Projeções de 20 de agosto, véspera da divulgação original referente a julho, apontava previsões para taxa de desocupação entre 4,7% a 5,1% da PEA, com mediana de 4,8%. Em junho, por sua vez, a taxa média de desemprego ficou em 4,8%. A pesquisa do AE Projeções de 23 de julho, também na véspera, apontava previsões para taxa de desocupação de 4,7% a 5,3% da PEA, com mediana de 5,1%.

 Por fim, em maio, a taxa média de desemprego ficou em 4,9%. A pesquisa do AE Projeções da véspera, em 25 de junho, apontava previsões entre 4,9% e 5,2% para a taxa de desemprego no mês, com mediana de 5,0%.

 

PMEs atendem melhor ao público consumidor

O pensamento centrado apenas na obtenção de lucro é o maior erro dos executivos brasileiros. Ao contrário do que muitos pensam, são os micros e pequenos empresários, geralmente operações de gestão familiar, que melhor atendem ao público consumidor. 

 

A afirmação é do especialista internacional em relações de consumo e varejo e idealizador do Congresso Nacional das Relações Empresa-Cliente (Conarec), Roberto Meir. "Eles [os PMEs] sabem o nome do freguês, entendem os gostos e os costumes. Esta, sem dúvida alguma, é a melhor forma de fidelizar o consumidor", disse ele.

Para Meir, o maior investimento que uma empresa pode fazer é escutar o cliente. "Muitos acham que usar a tecnologia é a solução mais rápida e eficaz. Mas ela não tem sentimento e não vai conseguir superar as expectativas do cliente", explicou.

Emoção

O executivo lembra que um dos casos mais emblemáticos de como a emoção foi a solução de um problema é o da Netshoes. "Um funcionário pegou um avião para o Rio de Janeiro e foi pessoalmente entregar o produto na casa de uma cliente", comentou. O atraso na entrega de uma chuteira faria um garoto perder a 'peneira' (seleção de novos talentos) de um grande time carioca.

"O menino foi selecionado e a mãe não só agradeceu o gesto da empresa, como fez questão de ser defensora da marca", explicou o especialista.

A relação de proximidade deve se tornar prioridade na opinião do sócio sênior da Gouvêa de Souza - GS&MD, Luiz Goes. "Nos tempos de crescimento vigoroso, as empresas pensaram em abrir inúmeras lojas. Agora é a hora de implementar iniciativas que aumente a proximidade do consumidor com a marca", disse o consultor.

Goes também indicou que os pequenos varejistas e prestadores de serviços são os que melhor atendem aos consumidores. Contudo, diz que não conseguem usar essa vantagem. "Eles conhecem bem o consumidor, mas não pensam em fazer um cadastro, por exemplo, para criar promoções específicas para os clientes mais fiéis", explicou.

O executivo, quando questionado sobre o quanto o Brasil está atrasado em relação aos Estados Unidos e à Europa nessas questões, afirmou não ser possível mensurar. "Nem é possível dizer o quanto".

Para Goes, a relação diferenciada entre o consumidor e a empresa pode ser a peça chave em uma retomada de crescimento das vendas. "A palavra que deve ser levada a sério é simplesmente produtividade".

Com a possibilidade de os lucros ficarem estáveis em 2015, a empresa que conseguir reduzir custos e ter o cliente sempre fiel é a que levará a melhor. "Promoções específicas e baseadas em dados coletados podem ser uma das iniciativas para tentar manter o ritmo de venda."

Fonte: DCI

Drogarias registram lucro líquido de R$ 520 milhões em 2013

As principais redes de farmácias do País, entre elas as drogarias São Paulo, Pacheco, Pague Menos e Onofre, apresentaram lucro líquido de R$ 520,5 milhões no ano passado, como informou a Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma).

Segundo a instituição, o resultado corresponde a uma margem de 1,81% sobre as vendas líquidas da categoria e supera em 26,3% o desempenho do setor em 2013. Os números são resultados de uma pesquisa feita pela Abrafarma em parceria a Fundação Instituto de Administração (FIA- USP). De acordo com o levantamento, as vendas líquidas atingiram a marca de R$ 27,8 bilhões no ano passado, o que corresponde a incremento de 15,3%, ante o mesmo período de 2012.

"Estes indicadores refletem a consolidação do varejo farmacêutico, que apresenta crescimento de dois dígitos há vários anos. Mesmo diante do cenário atual da economia brasileira, nossa previsão é fechar 2014 com crescimento em torno de 14%", contou o presidente executivo da Abrafarma, Sérgio Mena Barreto.

Tributação

Os impostos e contribuições incidentes do setor superaram os R$ 887,8 milhões, um aumento de 3,09% na relação com as vendas líquidas. "O índice foi um dos fatores que mais condicionou a alta de 37,3% no custo da mercadoria vendida", disse Barreto.

No período os custos com mercadorias somaram mais de R$ 20 bilhões, cerca de 70% do total das vendas. Já os gastos com mão de obra ficou em R$ 3,7 bilhões ou 13,13% do total das vendas.

Ainda de acordo com a instituição, o resultado operacional do setor foi de R$ 892 milhões, um incremento de 3,11%, na comparação com 2013. "A despeito do ônus gerado pela carga tributária em torno de 36% e pelos custos operacionais, mantivemos o investimento em expansão e mão de obra."

Fonte: DCI

Movimento no varejo caiu 1,4% em agosto

 O movimento no comércio varejista do País registrou queda de 1,4% em agosto na comparação com julho, informou nesta terça-feira, 23, a Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). Já o resultado de agosto em relação ao mesmo mês do ano passado indicou um aumento de 2,3%. No acumulado de 12 meses, o crescimento do movimento varejista é de 4,2%. De acordo com os economistas da instituição, a expectativa de crescimento do varejo neste ano é de aproximadamente 4,0%, próximo ao nível registrado em 2013.

Entre os setores avaliados, o destaque em agosto foi o de Móveis e Eletrodomésticos, que registrou alta de 1,7% na margem, descontados os efeitos sazonais. No acumulado em 12 meses, houve expansão de 7,4% no segmento, enquanto na comparação com agosto de 2013 a variação foi positiva em 5,5%.

O setor de Supermercados, Alimentos e Bebidas caiu 1,3% em agosto, na série dessazonalizada. No acumulado em 12 meses, houve alta de 1,6%. Já em relação ao mesmo mês de 2013, houve queda de 1,0%. O setor de Combustíveis e Lubrificantes, por sua vez, registrou elevações de 1,7% na variação mensal, de 3,9% na base interanual e de 5,6% em 12 meses. O segmento de Tecidos, Vestuários e Calçados apresentou redução de 1,1% na margem na série com ajuste e altas de 5,5% em relação a agosto de 2013 e de 2,6% no acumulado de 12 meses.

Fonte: O Estadão

Pequenas e médias de higiene e beleza apostam em exportações para o Chile

De olho no crescimento do mercado de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (HPPC) do Chile, pequenos e médios empresários brasileiros vão buscar, na próxima semana, oportunidades de negócio naquele país. Entre 2009 e 2013, as importações desses produtos pelo Chile cresceram 49%, totalizando US$ 1,544 bilhão no ano passado, de acordo com o Comtrade, banco de dados internacional que reúne estatísticas do comércio exterior. Desse total, as compras do Brasil somaram US$ 126 milhões, equivalente a uma participação de 8,1%.

"O Chile é uma das economias mais estáveis da América Latina. A estabilidade da moeda, mostra que existe a possibilidade de planejar os negócios", avalia o presidente da Associação Brasileira de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), João Carlos Basílio. A entidade organiza, por meio do projeto Beautycare Brazil, em parceria com a Apex-Brasil, o primeiro Road Show em Santiago, capital do Chile, entre 29 de setembro e 3 de outubro.

Características

Dados do Euromonitor, apontam que o segmento movimentou US$ 3 bilhões no Chile em 2013, sendo que 80% foi importado. "É um mercado dependente de importação. O Brasil tem grande potencial por lá", disse Basílio.

Ao observar o consumo chileno de HPPC, cabelo (US$ 716,3 milhões), pele (US$ 465 milhões) e fragrâncias (US$ 379 milhões) lideram entre as principais categorias. "Como o Brasil tem uma miscigenação de raças grandes, a indústria está apta e capacitada para atender essa demanda por tratamento capilar", acredita.

Verde e amarelo

Atualmente, a Natura já conta com uma rede própria de distribuição no Chile, além de unidades na Argentina, Peru, México, Colômbia. Mas outras empresas estão querendo fazer o mesmo caminho, como é o caso da Kosmental e da Realgem's. Ambas fazem parte do pequeno grupo de dez empresas que visitarão o Chile.

"Estamos indo para o Chile pela primeira vez", revela o diretor da Kosmental, Ricardo Kacowicz. Segundo ele, a ideia é conhecer um dos mercados mais desenvolvidos em termos de refinamento.

Premium

Kacowicz avalia que o Chile tem potencial para ser o 2º maior cliente da empresa, depois do Brasil. "Queremos conhecer um bom distribuidor de produtos premium", destaca o empresário, que começou a exportar para o Peru há seis meses. A empresa já vende produtos da linha capilar, o carro-chefe da Kosmental, para Portugal, Inglaterra, França, Alemanha e Itália. A empresa estima contratos no valor de US$ 3 milhões para a América Latina no próximo ano, enquanto a Europa deve consumir 2,5 milhões de euros.

Fonte:DCI

Governo prepara estímulos à exportação

 / Foto: Appa

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, pode anunciar novas medidas de estímulo ao setor exportador em encontro com um grupo de empresários na segunda-feira, 29, em São Paulo. Fontes ouvidas pelo Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, informam que as medidas, ainda em estudo, vão na linha de desburocratizar, facilitar a devolução de créditos e ampliar o financiamento às exportações.

 

A lista de medidas inclui mudanças na operacionalização do Reintegra, programa que devolve às empresas até 3% do valor do faturamento com exportações de manufaturados. Também pode haver alterações no mecanismo chamado de drawback, que permite zerar os tributos na importação de insumos usados na produção de bens a serem exportados. O governo deve publicar portarias facilitando o uso do benefício.

 

Ainda está em avaliação um novo aporte de até R$ 200 milhões no Proex-Equalização, programa de financiamento às exportações, que assume parte dos encargos financeiros nos empréstimos concedidos pelos bancos para reduzir os juros a taxas do mercado internacional.Com orçamento de R$ 1 bilhão para 2014, o Proex teve os recursos esgotados. O governo já decidiu fazer uma ampliação de R$ 167 milhões, o teto da suplementação permitida em lei sem precisar fazer mudanças orçamentárias.

 

A equipe econômica avalia um aporte adicional, mas teria de enviar ao Congresso uma proposta de alteração do Orçamento, o que tem impacto fiscal - os repasses são do Tesouro Nacional.Outra medida é a confirmação da entrada em funcionamento de novas ferramentas do Portal Único do Comércio Exterior. O sistema, lançado este ano, agrupa 17 órgãos federais e facilita o processo de importação e exportação. O governo ainda deve tentar acelerar acordos internacionais, que dependem de aprovação do Senado ou de sanção da presidente Dilma. Está sendo passado um pente-fino nos atos assinados, mas ainda não implementados. Não está ratificada, por exemplo, a adesão da Bolívia ao Mercosul.

 

Aceno

O governo tenta atender a uma parte dos pedidos da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) sem causar grande impacto nas contas públicas. As medidas devem ser mais um aceno político para o setor produtivo.

 

Sobre a conveniência de lançar um novo pacote perto das eleições o governo avalia ser apenas "continuidade de um trabalho que já vinha sendo feito". A reunião com os empresários deve ocorrer mesmo sem a conclusão das medidas. O governo quer dar um sinal de esforço para a retomada do crescimento e investimentos no setor industrial.

 

Após reunião com empresários, na semana passada, Mantega concordou com nova rodada para discutir propostas, entre elas a reforma do ICMS que tramita no Congresso e o projeto de reforma do PIS-Cofins, este em estágio avançado de discussão. A área técnica do governo construiu um modelo para o PIS-Cofins que não causa grande perda de arrecadação. O modelo em estudo considera uma gestão eficiente dos créditos do PIS e Cofins. Hoje, 50% dos créditos que as empresas compensam são glosados pela Receita Federal, o que acaba levando a litígios nas esferas administrativas do Fisco e na Justiça.

 

Fonte: O Estadão

 

CNC divulga amanhã resultados de setembro da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgará amanhã, quarta-feira, dia 24 de setembro, os resultados de setembro da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic). A partir das 10 horas, a economista Marianne Hanson atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9414. Análises e gráficos serão enviados por e-mail aos jornalistas, e a pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

 

Sobre a Peic

A Peic é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal com cerca de 18 mil consumidores. Das informações obtidas são apurados importantes indicadores: percentual de consumidores endividados, percentual de consumidores com contas em atraso, percentual de consumidores que não terão condições de pagar suas dívidas, tempo de endividamento e nível de comprometimento da renda.  

Ministério do Planejamento reduz previsão de alta do PIB para 0,9%

 

Diante do fraco desempenho da atividade econômica no primeiro semestre, a equipe econômica reduziu para a metade a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2014. A estimativa caiu de 1,80% para 0,9% . Apesar do recuo, a nova estimativa ainda é considerada otimista. Os analistas do mercado financeiro projetam, segundo a última pesquisa semanal Focus do Banco Central, uma alta de apenas 0,3% para o PIB deste ano.

A nova projeção de PIB do governo foi incluída no quarto relatório bimestral de reprogramação do Orçamento, divulgado nesta segunda-feira, 22, pelo Ministério do Planejamento. A estimativa de PIB é usada como parâmetro para as projeções de receitas e despesas. A primeira previsão do governo era de que o PIB cresceria 2,50% este ano.

No relatório, o governo manteve a projeção de IPCA para o ano em 6,2%. O mercado, na pesquisa Focus, projeta que o IPCA terminará o ano em 6,3%. No primeiro relatório de reprogramação orçamentária, divulgado em março, o governo previa o IPCA em 5 30%. A estimativa de IGP-DI em 2014 caiu de 7,25% para 4,60%.

Fonte: Estadão

Consumidor prevê inflação de 7,3% nos próximos 12 meses

Getty Images

Preços em supermercado

 

Preços: taxa é superior aos 7,2% apurados na pesquisa de agosto

 

 O consumidor brasileiro prevê uma inflação de 7,3% nos próximos 12 meses, segundo pesquisa Indicador de Expectativa de Inflação dos Consumidores, feita em setembro, pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Para a FGV, embora a atividade econômica tenha “arrefecido”, a opinião do consumidor tem sido influenciada pelo aumento do acumulado da inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e pelos reajustes previstos para o próximo ano.

Apesar disso, na média móvel trimestral (resultados acumulados nos últimos três meses), a expectativa de inflação para os próximos 12 meses caiu de 7,3% para 7,2%.

Fonte: Exame.com

Queda nos preços de alimentos e bebidas leva ICF à terceira alta consecutiva

Em setembro, a Intenção de Consumo das Famílias (ICF) apresentou aumento de 0,9% (121,9 pontos), na comparação com agosto e queda de 3,4% em relação a setembro de 2013. É o terceiro resultado positivo, o que demonstra estabilidade do índice, que enfrentou quedas consecutivas de janeiro a junho deste ano.

 Para a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) a queda no preço dos alimentos e bebidas, pelo terceiro mês seguido, está entre os motivos que auxiliam na manutenção do consumo das famílias.

 

“A desaceleração no preço dos alimentos e bebidas gera alívio para o orçamento das famílias e, consequentemente, mais espaço para o consumo de outros bens”, afirma a assessora da Divisão Econômica da CNC, Juliana Serapio. O índice permanece acima da zona da indiferença (100,0 pontos), indicando nível favorável de consumo, mas Serapio destaca que apesar dos resultados positivos, a percepção das famílias ainda não está recuperada. “É importante perceber que os indicadores seguem mais baixos na comparação com 2013, adicionalmente, como os patamares estavam muitos baixos na serie histórica, este aumento indica apenas uma estabilidade, já que não houve grandes alterações na economia”, explica Serapio.

 

O componente Acesso ao crédito foi o único indicador que registrou queda na comparação mensal, de -0,6%, alcançando o menor nível da série histórica iniciada em 2010, além de variação negativa de -5,1% em relação a 2013. O elevado custo do crédito e o alto nível de endividamento são apontados pela Divisão Econômica da CNC como os principais motivos para a redução na intenção de compras a prazo.


No entanto, setembro trouxe melhoras para o indicador do Nível de consumo atual, com elevação de 0,6% na comparação mensal e de 0,1% em relação a setembro de 2013; este foi o único componente da ICF a ter variação positiva na comparação anual. As famílias também apresentaram melhor perspectiva em relação ao mercado de trabalho, com um aumento de 1,0% na comparação mensal. A maior parte das famílias (55,7%) avaliou positivamente o cenário para os próximos seis meses.

 

Previsões para o ano–Analisando as condições atuais e as perspectivas futuras da economia doméstica, a CNC revisa a expectativa do volume de vendas do varejo para um crescimento de cerca de 3,7% em 2014.

 

Fonte: CNC