Fecomércio-PE

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O comércio varejista do país fechou o mês de fevereiro com crescimento em relação a janeiro tanto no volume de vendas como na receita nominal. A constatação é da Pesquisa Mensal do Comércio (PME) divulgada hoje (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

Em fevereiro, na série com ajuste sazonal, o comércio varejista brasileiro fechou com crescimento de 1,2% em relação a janeiro, a maior expansão desde os 3% de julho de 2013. Já a receita nominal aumentou 1,3%.

 

Segundo o IBGE, apesar do crescimento de janeiro para fevereiro no volume de vendas, a expansão não foi suficiente para compensar a queda de 4,1% acumulada nos dois meses anteriores. Com isto, a média móvel trimestral encerrada em fevereiro continuou negativa (-1%) pelo terceiro mês consecutivo.

 

Na comparação com fevereiro de 2015, série sem ajuste sazonal, o volume de vendas do varejo recuou (-4,2%), neste caso a décima primeira taxa negativa seguida, embora com percentual menos acentuado do que o observado em janeiro, quando a retração comparativamente a janeiro de 2015 havia sido de -10,3%.

 

Varejo em queda

 

Os dados da Pesquisa Mensal do Comércio indicam, também, que o setor fechou os dois primeiros meses de 2016 com queda acumulada nas vendas do varejo de 7,6%, enquanto a taxa anualizada (últimos 12 meses) encerrou fevereiro com retração de 5,3% - taxa idêntica à do mês anterior.

 

Quanto ao volume de vendas do comércio varejista ampliado (varejo e mais as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção) houve, de janeiro para fevereiro, na série com ajuste sazonal, crescimento de 1,8% , enquanto a receita nominal subiu 2,9%.

 

Já em relação a fevereiro de 2015, as variações indicam que o comércio varejista ampliado fechou o segundo mês do ano com queda de 5,6%, enquanto a receita nominal cresceu 3,3%. No ano, o volume de vendas, no entanto, caiu 10,1%, resultado que passou a uma queda de 9,1% no acumulado dos últimos 12 meses. Já as receitas nominais caíram 1,3% no ano e 1,8% no acumulado dos últimos 12 meses.

 

Análise

 

O crescimento de 1,2% do comércio varejista em fevereiro deste ano frente a janeiro, na série livre da sazonalidade do período, reflete expansão em quatro das oito atividades pesquisadas pelo IBGE.

 

A principal influência positiva ocorreu na atividade de móveis e eletrodomésticos, que cresceu 5% e também por hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, com expansão de 0,8%, mas com peso maior na composição do indicador.

 

Com o crescimento da atividade de móveis e eletrodomésticos, o setor reverte queda acumulada de 13,2% de dezembro e janeiro, comparativamente a igual período imediatamente anterior (dezembro de 2014 e janeiro de 2015); e no caso de hipermercados e supermercados, reverte três meses de quedas consecutivas, quando a retração acumulada foi de 3,7%. Também teve crescimento a atividade de combustíveis e lubrificantes (0,6%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, perfumaria e cosméticos (0,3%).

 

Na outra ponta, fecharam com resultados negativos tecidos, vestuário e calçados (-2,8%); livros, jornais, revistas e papelaria (-2,4); equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-1,3%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,1%).

 

Já comércio varejista ampliado cresceu 1,8% no volume de vendas entre janeiro e fevereiro influenciado pelo segmento de veículos e motos, partes e peças, que expandiu 3,8% no período e por material de construção (3,3%).

 

Taxa negativa

 

Quando as vendas do comércio varejista de fevereiro deste ano são comparadas com fevereiro de 2015 o resultado é uma queda de 4,2% no volume comercializado com a décima primeira taxa negativa consecutiva. O resultado reflete taxas negativas em sete das oito atividades investigadas.

 

A maior contribuição veio de móveis e eletrodomésticos, com queda de 10,9%; seguida de outros artigos de uso pessoal e doméstico (-11,4%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,4%); tecidos, vestuário e calçados (-10,8%); e combustíveis e lubrificantes (-4,1%).

 

A única atividade com impacto positivo no resultado global no varejo foi a de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, perfumaria e cosméticos com crescimento de 6,2%.

 

Quanto ao volume de vendas do comércio varejista ampliado, a queda de 5,6% - comparativamente a fevereiro de 2015 - foi a vigésima primeira taxa negativa consecutiva. Segundo o IBGE, a redução das vendas no segmento decorre da menor oferta de crédito, restrição orçamentária das famílias e desaceleração do crescimento real dos salários.

 

Por estados

 

De janeiro para fevereiro de 2016, o volume de vendas do comércio varejista cresceu em 17 das 27 unidades da federação, com destaque para os locais que avançaram acima da média brasileira (1,2%): Tocantins (3,3%), Paraná (3,2%), Espírito Santo (2,8%), Minas Gerais (2,5%), Rio de Janeiro (2,2%), Amazonas (2,1%), Amapá (1,4%) e São Paulo (1,4%). Com taxas negativas aparecem Sergipe (-3,7%), Mato Grosso (-1,8%) e Rio Grande do Norte (-1,7%).

 

Já na comparação com fevereiro de 2015, o volume de vendas caiu em 25 estados, com destaques pelo lado negativo para o Amapá (-17,1%), Sergipe (-12,8%) e Amazonas (-10,8%). No entanto, as participações negativas mais intensas sobre a taxa do varejo vieram de São Paulo (-3,6%) e do Rio de Janeiro (-6,5%).

 

Já no comércio varejista ampliado, o volume de vendas recuou em 24 estados em relação a fevereiro de 2015, com destaque para o Amapá (-18,6%) e Sergipe (-14,6%); além do Espírito Santo, com retração de 13,2%, e do Maranhão (-12,9%).

 

As únicas taxas positivas no volume de vendas ocorreram em Rondônia (-5,6%), Roraima (2,2%) e Minas Gerais (0,9%). Já os impactos mais negativos no resultado global do setor (-5,6%) vieram do Rio de Janeiro (-9,4%), São Paulo (-2,4%) e Santa Catarina (-8,4%).

Cartilha orienta sobre preços em vitrines em Juiz de Fora (Foto: reprodução/TV Integração)

Avanço foi de 1,2% na comparação com o mês anterior. Apesar da alta em fevereiro, no ano, o varejo acumula perdas de 10,1%

 

 

As vendas do comércio varejista brasileiro registraram alta de 1,2% em fevereiro na comparação com o mês anterior, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


Para o mês, essa é a maior taxa desde 2010, quando chegou a 2,7%. Considerando todos os meses, o avanço é o mais intenso desde julho de 2013. Naquele período, o crescimento havia sido de 3%.

Apesar da alta em fevereiro, no ano, o varejo acumula perdas de 7,6% e nos últimos 12 meses, de 5,3%. Frente a fevereiro do ano passado, o comércio registrou queda de 4,2%.


Ao contrário do que vinha sendo observado nos últimos meses, em fevereiro cresceram as vendas de móveis e eletrodomésticos (5%) e hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,8%).


Também aumentaram as vendas o ramo de combustíveis e lubrificantes (0,6%), além de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,3%).


Na contramão, venderem menos os segmentos de tecidos, vestuário e calçados (-2,8%); livros, jornais, revistas e papelaria (-2,4); equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-1,3%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,1%).


No caso do varejo ampliado, que considera as vendas de automóveis e de material de construção, o crescimento de 1,8% foi puxado por  veículos e motos, partes e peças (3,8%) e material de construção (3,3%).

 

Fonte: G1

Mais de 600 empreendedores participaram das capacitações em Vitória de Santo Antão, Serra Talhada e Ipojuca


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Entre os dias 5 e 7 de abril, mais de 600 empreendedores participaram dos fóruns de debates realizados pelo Instituto Fecomércio-PE, em parceria com o Sebrae, nas cidades de Vitória de Santo Antão, Ipojuca e Serra Talhada. Sob o tema Movimentação: como afastar a mesmice e melhorar resultados, os encontros abordaram mudanças de comportamento que podem ajudar os segmentos do comércio e dos serviços a transformarem dificuldades em oportunidades.


Para o consultor Fred Alecrim, a crise existe, mas você não precisa se contaminar por ela. O perigo estar em acreditar tanto na crise e agir contra o seu negócio. “A mudança deve ser uma constante nos negócios. É a mesmice que leva ao fracasso.  Se você não muda, o cliente muda de você”, enfatizou.

 

Segundo o especialista, estar sempre prospectando e avaliando o seu negócio como um cliente são pontos essenciais para manter as vendas mesmo em períodos de crise. “É preciso prospectar sempre, mostrar as pessoas seus produtos, seu diferencial. Outro ponto importante é ser autocrítico avaliar minha loja como o cliente e analisar características que necessitam de melhoras. Se perguntar sempre: Eu seria cliente deste estabelecimento? Isso é um bom começo”, destacou.


Os participantes também tiveram a chance de conhecer mais sobre inteligência emocional, durante as palestras com o diretor executivo do Instituto de Florescimento Humano, Leonardo Oliveira. “Inteligência emocional é o poder que você tem em controlar suas emoções de forma sábia. Você pode sentir raiva, mas você não precisa ser cruel por isso. Esse controle das emoções faz você tomar atitudes positivas diante das situações”, esclareceu.

 

 

Assembleia Legislativa homenageia os 70 anos do Senac

Assembleia Legislativa homenageia os 70 anos do Senac

Homenagem celebrou os 70 anos do Senac
Na noite do dia 6/4, o Senac recebeu homenagem da Assembleia Legislativa de Pernambuco pelo aniversário dos seus 70 anos de atuação. O presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac, Josias Albuquerque, representou a instituição na solenidade, recebendo a placa comemorativa das mãos do proponente, o deputado José Maurício.

Na solenidade, a Mesa Diretora foi composta pelo deputado Clodoaldo Magalhães, que presidiu a sessão solene,  pelo representante do Governo de Pernambuco, o secretário executivo da Microempresa do Estado de Pernambuco, João Baltar Freire, pelo ex-presidente da Câmara dos Deputados Severino Cavalcanti, e pela ex-secretária da Fazenda do Estado de Pernambuco Tânia Bacelar, além de Albuquerque. O deputado José Maurício justificou a homenagem ao Senac em função da “enorme folha de serviços prestados à sociedade em todo o país”.

“E  a história do Senac em Pernambuco se confunde com a história de empreendedorismo de Josias Albuquerque, numa relação que começou em 1980, somando grandes realizações ao longo dos últimos anos, como a interiorização das ações do Senac no Estado, a inauguração do primeiro Centro de Convenções do Agreste em Caruaru, do Centro de Enogastronomia em Petrolina e do novo prédio da Faculdade Senac no Recife”, ressaltou Clodoaldo Magalhães.

Albuquerque representou o Senac na solenidade
Para Josias Albuquerque, receber a homenagem é motivo de orgulho. “O trabalho realizado hoje é extraordinário, dadas as dificuldades de se realizar ensino de qualidade no país. São 130 mil pessoas atendidas por ano em educação profissional e vamos continuar trabalhando para que Pernambuco cresça, sempre atentos ao que pode prejudicar as atividades do comércio no Estado”. 

A solenidade contou com a presença de deputados e representantes da Fecomércio, do Senac e do Sesc, que puderam acompanhar também a apresentação do Coral Voz de Pernambuco. Composto por servidores da Assembleia Legislativa, o grupo executou, em seu repertório as canções, “ABC do Sertão”, de Luiz Gonzaga e José Dantas, e “Lamento Sertanejo”, de Gilberto Gil e Dominguinhos.
Fonte: Senac Pernambuco 

 

Comportamento positivo pode ajudar a obter sucesso na crise

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IV Ciclo de Empresarial de Santo Antão apontou que mudanças nas atitudes podem transformar crise em oportunidade


Para fugir da crise, é preciso não pensar em crise. A ideia parece equivocada, mas segundo o consultor Fred Alecrim em tempos difíceis, é preciso trabalhar com mais paixão e deixar de lado o pessimismo, que só gera resultados negativos. Durante palestra no IV Ciclo Empresarial de Vitória de Santo Antão, na noite desta terça-feira (5/4), o especialista trouxe a mais de 200 participantes, entre empresários, comerciários e estudantes mudanças de comportamento que podem ajudar os segmentos do comércio e dos serviços a transformarem dificuldades em oportunidades. O evento foi realizado pelo Instituto Fecomércio-PE, em parceria com o Sebrae e contou ainda com o apoio do Senac, da Prefeitura de Vitória de Santo Antão e do Vitória Park Shopping.

 

“A crise existe, mas você não precisa se contaminar por ela. O perigo estar em acreditar tanto na crise e agir contra o seu negócio”, disse Alecrim. Para o especialista, a atitude de empresários e dos seus colaboradores pode definir o sucesso ou o fracasso do negócio. Pois a mudança deve ser uma constante no ambiente de trabalho. É a mesmice que leva ao fracasso.  “Se você não muda, o cliente muda de você”, afirmou.

 

Para alcançar o sucesso, Fred Alecrim destaca alguns pontos cruciais no comportamento que podem fazer toda diferença. O principal é o respeito. Um ambiente de trabalho pauto no respeito a quem trabalha e ao cliente, valoriza as pessoas e busca entender a necessidade do outro. “Você já pensou sair todos os dias de casa e pensar: vou encontrar meus amigos! Essa é ideia. Um ambiente de respeito, traz resultados positivos”, destacou.

 

Outro ponto crucial para a mudança é a ação. Para superar obstáculos é preciso acreditar na sua causa. “Se eu acredito que não vou vender, realmente eu ficarei estagnado. É preciso prospectar sem parar, pois, é a sua ação positiva que vai gerar resultados”, afirmou.

 

O encontro contou também com palestra do diretor do Instituto Florescer, Leonardo Oliveira, sobre inteligência emocional. “Inteligência emocional é o poder que você tem em controlar suas emoções de forma sábia. Você pode sentir raiva, mas você não precisa ser cruel por isso. Esse controle das emoções faz você tomar atitudes positivas diante das situações”, esclareceu.

 

 

Ao final do Ciclo Empresarial, os presentes tiveram a oportunidade de conhecer uma história de sucesso na gestão criativa. O confeiteiro Gilberto dos Santos, natural de Vitória, trouxe mais do que seu case de sucesso, mostrou como um menino que vendia pão nas ruas de vitória, venceu através da inovação. “Eu comecei vendendo pão aos 11 anos. Aprendi as técnicas na padaria, vendo de perto o trabalho das pessoas e buscando aprender. Hoje tenho meu negócio porque acreditei no meu sonho e nunca deixei de inovar. O conhecimento é a base do sucesso”, disse Gilberto dos Santos.

A inflação para as famílias que ganham entre um e 2,5 salários mínimos recuou de fevereiro para março, fechando o mês com variação de 0,44%, índice menor do que o que mede a variação de preços para as famílias que ganham mais, até 33 salários.

 

Segundo dados divulgados hoje (5) pelo Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV), em março a alta do Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1), que mede a variação dos preços das famílias que ganham até 2,5 salários, apresentou redução para 0,44%, taxa 0,29 ponto percentual abaixo da apurada em fevereiro, quando o índice registrou variação de 0,73%. Com o resultado, o indicador acumula alta de 3,1%, no ano e, 9,99%, nos últimos 12 meses.

Já a variação do IPC-BR (que mede a alta de preços para as famílias que ganham até 33 salários) subiu em março 0,5% (0,06 ponto percentual acima do IPCC-C1), enquanto a taxa dos últimos 12 meses ficou em 9,37% - neste caso, 0,62 ponto percentual superior ao valor anualizado medido para o IPC-BR.

 

Segundo os dados divulgados pela FGV, quatro das oito classes de despesa componentes do índice das famílias de menor renda apresentaram decréscimo em suas taxas de variação, com destaque para transporte, que chegou a cair 1,36 ponto percentual entre fevereiro e março (1,55% para 0,19%); habitação (queda de 0,08% para uma inflação negativa de 0,43%); saúde e cuidados pessoais (0,58% para 0,36%) e despesas diversas (1,84% para 0,97%).

 

De acordo com a FGV, nestes grupos os destaques partiram dos itens tarifa de ônibus urbano (1,82% para 0,06%), tarifa de eletricidade residencial (-2,33% para -4,09%), artigos de higiene e cuidado pessoal (0,93% para 0,27%) e cigarros (3,02% para 1,27%).

 

Aumentos

Em contrapartida, apresentaram acréscimo em suas taxas de variação os grupos alimentação (1,01% para 1,21%), educação, leitura e recreação (0,38% para 0,42%), vestuário (0,31% para 0,37%) e comunicação (0,66% para 0,69%).

 

Nestas classes de despesa, destacam-se os itens laticínios (0,85% para 2,89%), hotel (-1,97% para -0,21%), roupas (0,21% para 0,50%) e tarifa de telefone móvel (1,07% para 1,45%).

 

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) mede a variação de preços de um conjunto fixo de bens e serviços componentes de despesas habituais de famílias com nível de renda de até 2,5 salários em sete das principais capitais do país: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre e Brasília.

 

Fonte: Agência Brasil

Os economistas do mercado financeiro reduziram, pela quarta semana seguida, a estimativa de inflação para este ano, mas também pioraram, novamente, a previsão para o "encolhimento" do Produto Interno Bruto (PIB) em 2016.

As expectativas foram colhidas na semana passada e divulgadas nesta segunda-feira (4) pelo Banco Central, por meio do relatório de mercado, conhecido como Focus. O levantamento foi feito com mais de 100 instituições financeiras.

Previsões para o IPCA 2016
Em %
6,9377,237,267,567,617,627,577,597,467,437,317,28 em %08/0115/0122/0129/0105/0212/0219/0226/024/0311/0318/0325/0301/046,877,27,47,67,8
Fonte: BC

Para 2016, a expectativa do mercado para o IPCA, a inflação oficial do país, caiu de 7,31% para 7,28%. Foi a quarta queda seguido do indicador. Apesar da queda, ainda permanece acima do teto de 6,5% do sistema de metas e bem distante do objetivo central de 4,5% fixado para este ano.

A melhora na previsão de inflação do mercado financeiro para este ano começou após a divulgação da inflação de fevereiro, que, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), somou 0,9% - contra 1,27% no mês anterior. Com isso, o índice perdeu força no mês passado.

Para 2017, a estimativa do mercado financeiro para a inflação permaneceu estável em 6% – exatamente no teto do regime de metas para o período, e também longe da meta central de 4,5% estabelecida para o próximo ano pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

A autoridade monetária tem informado que buscará "circunscrever" o IPCA aos limites estabelecidos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em 2016 (ou seja, trazer a taxa para até 6,5%) e, também, fazer convergir a inflação para a meta de 4,5%, em 2017. O mercado financeiro, porém, ainda não acredita que isso acontecerá.

Produto Interno Bruto
Para o PIB de 2016, o mercado financeiro passou a prever uma contração de 3,73% na semana passada, contra uma retração de 3,66% estimada na semana anterior. Foi a décima primeira piora seguida do indicador.

Previsões para o PIB 2016
Em %
-2,99-2,99-3-3,01-3,21-3,33-3,4-3,45-3,5-3,54-3,6-3,66-3,73 em %08/0115/0122/0129/0105/0212/0219/0226/024/0311/0318/0325/0301/04-3,8-3,6-3,4-3,2-3-2,8
Fonte: BC

Em 2015, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB brasileiro teve um tombo de 3,8% - o maior em 25 anos. Se a previsão de um novo "encolhimento" se confirmar em 2016, será a primeira vez que o país registra dois anos seguidos de contração na economia – a série histórica oficial, do IBGE, tem início em 1948.

Para o comportamento do PIB em 2017, os economistas das instituições financeiras baixaram a previsão de alta de 0,35% para 0,30%. Foi a terceira queda seguida do indicador.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos em território brasileiro, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o comportamento da economia brasileira.

Taxa de juros
O mercado financeiro baixou, na semana passada, sua estimativa para o patamar da taxa Selic no fim deste ano.

A previsão passou de 14,25% ao ano (atual nível dos juros básicos da economia) para 13,75% ao ano. Isso quer dizer que os analistas passaram a projetar, oficialmente, corte dos juros no decorrer de 2016.

Já para o fechamento de 2017, a estimativa para a taxa de juros permaneceu inalterada em 12,50% ao ano - o que pressupõe continuidade do recuo dos juros no ano que vem.

A taxa básica de juros é o principal instrumento do BC para tentar conter pressões inflacionárias. Pelo sistema de metas de inflação brasileiro, a instituição tem de calibrar os juros para atingir objetivos pré-determinados.

As taxas mais altas tendem a reduzir o consumo e o crédito, o que pode contribuir para o controle dos preços.

Câmbio, balança e investimentos
Nesta edição do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2016 caiu de R$ 4,15 para R$ 4. Para o fechamento de 2017, a previsão dos economistas para o dólar recuou de R$ 4,20 para R$ 4,10.

A projeção para o resultado da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações) em 2016 subiu de US$ 43,5 bilhões para US$ 44,8 bilhões de resultado positivo. Para o próximo ano, a previsão de superávit avançou de US$ 47,5 bilhões para US$ 50 bilhões.

Para 2016, a projeção de entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil ficou inalterada em US$ 55 bilhões e, para 2017, a estimativa dos analistas caiu de US$ 55,25

Fonte: G1

 

No último dia 29/03, o Projeto de Lei Ordinária nº 226/2014, de autoria da vereadora Aimée Carvalho, que dispõe sobre a responsabilidade da destinação dos medicamentos em desuso no município do Recife e dá outras providências, foi retirado de tramitação e arquivado a pedido da autora.

 


O PLO em questão previa que os estabelecimentos que comercializassem ou distribuíssem produtos farmacêuticos ou medicamentos ficassem obrigados a aceitar a devolução das unidades usadas ou vencidas e destinassem para o descarte junto a empresas responsáveis para a coleta.

Em um trabalho que remonta desde o ano de 2014, a Assessoria Legislativa da Fecomércio-PE e o Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos do Estado de Pernambuco (Sincofarma-PE) vem apresentando e ratificando junto à autora do projeto nossa posição quanto a importância da promulgação de uma Lei desta magnitude, porém, sempre balizada e guiada pelos tratados, chamados de Acordos Setoriais, que estão ocorrendo, desde 2010, em nível federal acerca da Logística Reversa.

Na última reunião, ocorrida no fim do mês de março/2016, a vereadora Aimée Carvalho demonstrou sensibilidade aos pontos técnicos e práticos levantados pelos presentes e solicitou a retirada de tramitação da proposta de Lei.

Essa ação não seria possível sem o pronto posicionamento do Sincofarma-PE, atento aos informativos enviados por esta Assessoria, e sem a confiança depositada pelos Sindicatos Filiados na Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Pernambuco que, em uma estratégia ímpar em nosso Estado, instituiu, desde o ano de 2012, uma Assessoria específica para tratar dos Assuntos Legislativos nas esferas Federal, Estadual e Municipal.

 

 

Fonte: Assessoria Legislativa da Fecomércio-PE

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Em tempos de crise econômica e a um aumento significativo do desemprego, é crescente a tendência por boa parte dos brasileiros que perderam sua ocupação em 2015 montar um pequeno negócio. No entanto, é preciso planejamento e crédito especialmente para o empreendedor que atua nas comunidades. Com base nessa perspectiva, o Centro de Apoio aos Pequenos Empreendimentos do Estado de Pernambuco (Ceape), o Instituto Fecomércio-PE e o Rotary e-club do distrito 4500, assinaram o convênio para a execução do Projeto de Microcrédito, que tem o objetivo de oferecer a 200 microempreendedores da comunidade do Chié, em Campo Grande, Zona Norte do Recife, a capacitação para gestão e finanças além crédito para financiar seus negócios.

 

A parceria surgiu através de um projeto do Rotary e-club distrito 4500, que possibilitará a concessão de crédito de mais de R$ 360 mil, destinados para pequenos empreendedores de baixa renda que atuam em comunidades, com a intenção de fomentar os negócios locais e investir no social, para alavancar a geração de renda e de empregos.  O Projeto de Microcrédito é financiado pela Fundação Rotária e mais 19 Rotary Clubs.


O crédito, que será gerido pelo Ceape, com mais de 23 anos de experiência na concessão de empréstimos para microempreendedores, é fruto final de uma pesquisa realizada pelo intercambista do Rotary Gabriel Gardiner. O mestrando em economia da UFPE apresentou como estudo ao Rotary a necessidade de fomentar investimentos para os microempreendedores de comunidades. “O embrião desta ação que hoje firmamos está nos estudos do Gabriel. Abraçamos a ideia e fomos em busca de parceiros. Depois de muitas reuniões com o  Ceape e o Instituto Fecomércio-PE daremos início, em breve, as capacitações para os pequenos empresários do Chié’, disse  a presidente do Rotary e-club 4500, Albertina Farias.

 

A primeira etapa da ação consiste na capacitação dos empreendedores locais, que serão incentivados a se formalizarem como Microempreendedores Individuais (MEI) e participarão de treinamentos realizados pelo Instituto Fecomércio-PE para desenvolver competências gerenciais, que vão  desde a administração do negócio, passando pela gestão do marketing até a financeira, além da capacitação técnica. Os treinamentos terão início em um mês. “O crédito é importante para o microempreendedor, mas ele precisa vir aliado à gestão. O empreendedor necessita conhecer seus produtos, suas potencialidades, as maneiras de formar preços, entre outros aspectos que auxiliam a gestão do negócio. E é isso que o Instituto Fecomércio-PE vai proporcionar a essas pessoas”, esclareceu a diretora do Instituto Fecomércio-PE, Brena Castelo Branco.

 

Após a capacitação, os empreendedores poderão solicitar junto ao Ceape o crédito e serão acompanhados por consultores da própria entidade, que avaliam junto com os empresários as necessidades do negócio, o aporte necessário para o investimento e como ele será aplicado. “O grande diferencial do Ceape está na orientação que o microempresário recebe. Aqui ele é orientado como melhor usar esse crédito para ter um retorno real para os negócios e crescer”, destacou o presidente do Ceape, Bernardo Peixoto.

 

Para o governador do Rotary e-club do distrito 4500, Jadir Farias, essa é uma das mais importantes iniciativas do Rotary na região. O distrito 4500 do Rotary compreende os Estados de Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba. “O Sistema Fecomércio-PE, através do Instituto Fecomércio-PE, e o Ceape são instituições sérias e competentes para desenvolver esse projeto. E é com grande felicidade que hoje estamos firmando essa parceria, que acredito que será a primeira de muitas. Essa ação levará a esses empreendedores e a toda a comunidade do Chié a oportunidade de desenvolver sua economia. O que fazemos hoje é um investimento social e o retorno veremos na qualidade de vida dessas pessoas”, enfatizou.

Instituto Fecomércio-PE realiza sondagem de opinião sobre o consumo dessas mercadorias no Recife

 

Pagar menos. Essa é a resposta que 91% dos recifenses utilizam para justificar o hábito de comprar produtos ilegais. A conclusão é da sondagem de opinião realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Pernambuco (Fecomércio-PE), através do Instituto Fecomércio-PE, em convênio firmado com o Sebrae-PE. Os produtos ilegítimos são aqueles comercializados com várias irregularidades, como a falsificação, o contrabando, o descaminho, a fabricação inadequada e, ainda, a não preservação dos direitos autorais de artistas e produtores culturais. Além desses fatores, essas operações geram concorrência desleal contra os setores organizados da economia.

 

Apesar de não serem os produtos originais, esses consumidores entrevistados do Recife destacam a necessidade de obter a mercadoria independente da origem (31,3%) como um dos motivos dessas escolhas. Dentre os ouvidos, 67,3% entendem que esse mercado aumenta as possibilidades de consumo e 40,3% acreditam que essa comercialização contribui para um equilíbrio de preços mais acessíveis no comércio formal.

 

Dentre os tipos de produtos comercializados ilicitamente, os que mais têm destaque são: as mídias gravadas (CDs, DVDs ou Blu-ray), com 75% das indicações, os relógios (40,5%), roupas e acessórios (39,3%) e os calçados e bolsas (34,5%).

 

Brasil – Em uma sociedade que estimula o consumo e que os gastos das famílias com bens e serviços finais respondem por quase 70% do PIB, o comércio ilícito e ilegal ocupa um grande espaço no mercado. No país, segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (IBRE/FGV) e Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO), foi registrado um total de cerca de R$ 932 bilhões em 2015 com o comércio informal, equivalendo a 16,1% do PIB.

 

 

 

 

 

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