O Nordeste foi o maior gerador de empregos formais do país, segundo o Caged
O Nordeste foi o maior gerador de empregos formais do país, segundo o Caged
Em setembro, o Nordeste superou as demais regiões do país na criação de empregos formais, em números absolutos, com a criação de 89.424 postos de trabalho, e também relativos, ao apresentar crescimento de 1,51% em relação ao mês de agosto. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta terça-feira pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
No mesmo período, o Sudeste, que tradicionalmente é o maior gerador de empregos do país gerou 67.107 postos e cresceu 0,33%.
Impulsionados principalmente pela retomada de contratações na agricultura, dois estados se destacaram entre os maiores geradores de empregos formais no último mês: Alagoas, com 31.937 postos de trabalho, e Pernambuco, com 27.766. As taxas de crescimento foram de 10,21 e 2,29%, respectivamente.
Os demais estados nordestinos mostraram os seguintes resultados: Ceará (8.604 vagas criadas e crescimento de 0,80%), Rio Grande do Norte (4.567 vagas criadas e crescimento de 1,16%), Paraíba (3.833 vagas criadas e crescimento de 1,13%), Maranhão (3.759 vagas criadas e crescimento de 0,91%) e Piauí (1.284 vagas criadas e crescimento de 0,51%).
Entre janeiro e setembro deste ano a região Nordeste acumulou 288.376 empregos celetistas, ficando em terceiro lugar no ranking da geração de empregos formais. Os destaques do período, em termos absolutos, ficaram com a Bahia, com 80.036 empregos gerados; Pernambuco, onde foram criados 73.331 empregos; e Ceará, com a geração de 49.434 vagas celetistas.
Nos últimos 12 meses, porém, foram geradas 359.910 vagas celetistas em território nordestino. Nesse período o estado que mais se destacou foi Pernambuco, com a criação de 94.965 vagas, seguido pela Bahia (86.039) e Ceará (63.739). Alagoas criou 23.737 vagas, o Maranhão 23.307, Sergipe 22.253 vagas, Paraíba 21.211 vagas, o Rio Grande do Norte 13.027 e Piauí 11.632.
Fonte: portal do Diario de Pernambuco, Economia


