CDL Ouricuri lança programação artística e cultural da 5º FECOU.
Seg, 07 de Maio de 2012 16:30 | Escrito por Adriana Luiza | | |
A FECOU sempre se destacou como um evento diferenciado na região valorizando atrações locais e regionais do Pop Rock ao Pé de Serra e este ano mais vez traz uma programação bem eclética regada a Xote e Baião e não esquecendo o Pop Rock e a música Popular Brasileira. além de atrações culturais que dão o toque para engrandecimento do evento. Na abertura quinta dia 31.05 o forrozeiro arretado Flávio Leandro que com certeza fará uma bela homenagem ao Rei Luiz Gonzaga ja que este ano o mesmo será tema da FECOU e pra encerrar a noite o suingue de Alan Cléber. Na sexta dia 01.06 a Banda Ministério Gospel mais uma vez apresenta seu reportório com um vocal impecável sobe a liderança da vocalista Patrícia, Júnior Baladeira traz a primeira atração cultural e com certeza promete ser uma belíssima apresentação, em seguida teremos o pé de serra mais famoso de Ouricuri forró Baião Mais Eu e fechando a noite a Orquestra Os Águias de Barbalha. No sábado último dia da FECOU O Cantor Ebano Nunes e o Poeta Luciano Pedrosa enriquece os participantes com um show que reúne cultura popular e a boa música depois se apresenta a Orquestra de Sanfona Toca Luiz que promete ser um grande destaque em mais uma homenagem a Luiz Gonzaga, em seguida a mais nova revelação do Pop Rock de Ouricuri BANDA SOLOS, Itinho, Brayan, Júlio Cezar, Ryan e Martonio prometem uma apresentação que irá agradar a todos e encerrando a Banda Seguidores do Rei com muito xote e forró pé de serra, esta é a 5ª FECOU que promete mais uma vez ser um grande sucesso.
Confiança do empresário pernambucano mantém-se acima do Brasil
Qui, 03 de Maio de 2012 16:27 | Escrito por Adriana Luiza | | |
Enquanto a confiança do empresário brasileiro na economia do país registrou 57,2 pontos, a do empresariado pernambucano marcou 60,6 pontos em abril. Apesar do recuo de 3,9 pontos, o indicador da Unidade de Pesquisas Técnicas (Uptec) da FIEPE, divulgado nesta quinta-feira (3), revela que o industrial do Estado mantém-se confiante.
A expectativa dos empresários pernambucanos para os próximos meses atingiu 64 pontos, mostrando-se acima da média brasileira (62 pontos) também nesse quesito. As empresas mais entusiasmadas são as pequenas e médias registrando até um leve aumento em relação ao mês anterior. No entanto, as grandes apresentaram um decréscimo de 7,7 pontos, na comparação com março.
Já as atuais condições da economia do País, desanimaram um pouco o empresariado local chegando a 53,8 pontos. Enquanto, o industrial brasileiro enxerga a economia nacional com desconfiança desde maio do ano passado, medindo desde então índice menor que 50 pontos, o nível de estabilidade do índice.
Entrevista: O coordenador da Unidade de Pesquisas Técnicas da FIEPE, o economista André Freitas, estará disponível para atender a imprensa até 18h pelo telefone (81) 3412.8439.
Qua, 02 de Maio de 2012 14:51 | Escrito por Adriana Luiza | | |
Carlos Tavares de Oliveira
Difícil de acreditar, mas somente depois de centenas de anos de constante evolução do transporte marítimo de carga que, no século passado, foi criado o contêiner, para resolver inúmeros problemas do setor. Quem teve a lógica e funcional ideia foi o jovem motorista Malcon Mclean (com 20 anos) no porto de Nova York, quando, no verão de 1937, ao volante do seu caminhão, durante horas, observava a lenta e atabalhoada descarga de fardos de algodão. Que estava sendo empilhados no cais e depois – bem outra penosa operação – transferidos para o porão dos navios.
Naquele momento- pensou ele- porque não trazer esses fardos arrumados e embalados em grandes caixas de madeira ou aço? Assim, evitando várias operações, da fazenda produtora para o navio, com segurança e a custo menores, esses fardos poderiam ser entregues diretamente ao exportador no exterior. Com a imediata aprovação e posta em prática a engenhosa ideia – logo estendida para o transporte de produtos industrializados da porta das fábricas para o estrangeiro – criou-se o termo “contêiner” (recipiente ou cofre de carga inglês).
Ao correr do tempo, essas enormes caixas de aço, para a necessária identificação e reserva de espaço nos portos e navios, foram padronizados em dois tamanhos, de 20 e 40 “fett” (pés, em inglês). O menor, equivalente a 6,1 metros de comprimento por 2 de altura, para efeiro de estatísticas e contabilidade, passou a ser denominado universalmente como TEU (Twenty Equivalent Unit).
Com a deflagração da 2º Guerra Mundial (1939/45) as experiências e a evolução das idéias de Malcon foram prejudicadas, sobretudo o aproveitamento do contêiner na área internacional, limitando-se a respectiva utilização do transporte interno americano, fluvial e de cabotagem. Assim, somente três décadas depois, o navio da Sea-Land- empresa que o próprio Malcon fundara – deu inicio ao uso do contêiner no transporte internacional.
A data histórica foi 5 de março de 1966, quando o cargueiro SS Fairland, transportando 50 contêineres atracou em Roterdã, na Holanda, já o maior porto do mundo, titulo que quatro anos antes conquistara em Nova York ao movimentar 92 milhões de toneladas de carga. A atração foi festejar por verdadeira multidão, mas as descargas dos contêineres foi difícil e complicada, realizada pelo próprio guindaste do navio – outra invenção de Malcon- de vez que não havia equipamento apropriado no cais.
Na ocasião, presenciando a importante mas tumultuada operação, o diretor do porto, Frans Posthuma, prevendo a revolução que haveria no transporte mundial, comprometeu-se logo a construir terminal especializado, conquistando a exclusividade para o recebimento de contêineres destinados ao mercado europeu. Com efeito, no ano seguinte, em 1967, foi criado o Europe Combined Terminal – ECT, especializado na movimentação de contêineres.
A vitoriosa carreira empresarial de Malcom começou na década de 1930 com a pequena empresa de caminhões, a McLean Trucking.Depois, já com os contêineres em circulação marítima, em 1955, criou a Pan Antlantic Steamship Co., que, em 1960, transformou-se na Sea-Land Industries Inc. Em 1990 essa empresaassociou-se (e depois vendida) ao poderoso grupo dinamarquês que domina a navegação mundial, criando a Maersk Sea-Land Inc. Em 2007, com a participação da Maersk Sea--Land, a ECT construiu, na extensão Maasvlatke do porto de Roterdã, em águas profundas, imenso terminal semi-automático, com capacidade para 4,5 milhões / TEUs. Interessante observar, que,atualmente, o ECT está sob controle do grupo chinês Hutchison Holdings (do bilionário LiKa-shing) responsável por cerca de 12% da movimentação mundial de contêineres.Como Malcom havia previsto, a utilização do contêiner reduziu não só o custo de mão--de-obra, mas também o prazo para entrega da mercadoria, além de proporcionar melhor aproveitamento do espaço nos navios. A adoção do novo modelo causou imediata e importante repercussão na marinha mercante e na construção naval, que passou a produzir equipamentos especializados, como navios porta-contêineres, pontes-rolantes (que movimentam os contêineres entre o cais e o navio), bem como os próprios contêineres. A China logo tornou-se a líder mundial na fabricação de contêineres e pontes-rolantes. Esse novo tipo de indústria compensou largamente a redução de trabalhadores nas operações portuárias.
Foi rápida e impressionante a evolução técnica dos navios para o transporte de contêineres. Das 50 unidades conduzidas pelo Fairland, em 1966, em 2000 o porta-conteinêres Regina Maersk já podia transportar 7 mil TEUs. E em 2013, entrarão em operação os gigantescos porta-contêineres, também da dinamarquesa Maersk Line (a líder mundial do setor), medindo 400 metros, com capacidade para 14 mil TEUs. Com tripulação reduzida, (cerca de 15 pessoas) um desses moderníssimos navios transportará tantos contêineres quanto o conjunto de 280 cargueiros de 50 anos atrás, quando se iniciou o sistema.
Beneficiando basicamente o transporte de produtos industrializados, da chamada carga seca (alimentos, roupas, eletrodomésticos, móveis, etc) o tipo mais usado é o “dry box”, com capacidade para até 30 toneladas. Mas existe também o modelo refrigerado (“freezer”), com tomada elétrica, para o transporte de carnes e frutas. E também o tipo tanque, para o transporte de líquidos especiais ou perigosos. Ultimamente, para aproveitamento dos contêineres que trazem manufaturados da Ásia – em particular da China – e voltam vazios, o modelo “dry box” está sendo utilizado, no retorno, para transportar também commodities. Esse sistema pode ser adotado pelos países (Estados Unidos, Argentina, Peru, etc) que exportam soja, milho, trigo, etc, para a China. No Brasil foi agora criada empresa (a Brado Logística) dedicada ao transporte de soja, açúcar e algodão – de forma mais segura e a custos menores – por contêineres.
A utilização dos contêineres beneficiando as exportações de manufaturados dos países asiáticos – com destaque para os chineses -, transferiu para a área do Oceano Pacifico, desde 1987, a maior parcela do comércio mundial. Além de criar interessante paradoxo os países industrializados (Estados Unidos e União Européia) são os principais importadores de produtos industrializados justamente das nações consideradas em desenvolvimento.
Assim, os portos asiáticos tornaram- se logo os líderes na movimentação de contêineres, tendo o de Singapura, em 1972, criado o primeiro setor especializado, fundando a Tanjong Pagar Terminal, com 69 hectares. Em 991, movimentando 6,3 milhões de contêineres, Singapura situou-se em 1º no ranking mundial, ficando em segundo Hong Kong, com 6,1 milhões.
Em 2010, na condição de maior do mundo, o porto chinês de Xangai liderou também a movimentação de ontêineres, com o total de 29 milhões de TEUs. Aliás, seis portos chineses (Xangai, Hong Kong, Shenzhen, Ningbo, Cantão e Qiangdao) estão entre os dez maiores na movimentação de contêineres, ficando Roterdã (o principal do lado Ocidental) em 10º lugar, com 11 milhões / TEUs.
Em 2006, foi inaugurado em Xangai o moderníssimo terminal para contêineres de Yangshan, o maior do mundo, com capacidade para 10 milhões / TEUs, em mar aberto, localizado numa ilha, ligada ao porto por ponte de 32 km. O outro porto chinês, de Hong Kong, entre os lideres do setor, com apenas 5 km de cais, criou duas fórmulas interessantes para agilizar a movimentação de contêineres. A primeira foi a descarga dos contêineres, ao largo do porto, no costado do navio, em grandes barcaças com capacidade para 15 unidades.
A outra novidade, compensando também a falta de espaço, foi a construção de enorme edifício de 13 andares, ao lado do cais, para armazenagem de contêineres.
No Brasil, ainda relativamente pequena, a movimentação de contêineres em todos os portos nacionais, em 011, totalizou apenas 7,9 milhões de TEUs. O principal terminal do setor, o Santos - Brasil, movimentou 1,4 milhão de TEUs.
A figura de Malcom McLean – idealizador desse importante sistema que impulsionou o comércio internacional – é pouco conhecida e festejada fora dos EUA, onde, no passado, chegou a receber os títulos de “Pai da einerização” e de “Homem do Século”.
Seg, 30 de Abril de 2012 10:02 | Última atualização em Seg, 30 de Abril de 2012 10:39 | Escrito por Adriana Luiza | | |
Os resultados do Censo Demográfico de 2010, divulgados pelo IBGE nesta Sexta-Feira, apontam para coisas, a meu ver, muito interessantes para revelar o Brasil de hoje. Destaco, entre outras, o fato do que o país está na mira de muitos estrangeiros que escolhem viver por aqui, atraídos pela dinâmica socioeconômica que se experimenta. Além de estrangeiros tem também o retorno de brasileiros que dantes haviam tomado o rumo do estrangeiro na busca de dias melhores e vida mais digna. Ao mesmo tempo, crescentes correntes de migrantes brasileiros, fazem o caminho de volta aos estados de origem, visto que já podem desfrutar de melhor qualidade de vida e dispor de seguras oportunidades de empregos e/ou negócios.Esta última constatação é deveras animadora, para quem – como eu – trabalhei na velha SUDENE e via, com tristeza, o crescer das estatísticas dos muitos que debandavam, com destino ao Sul Maravilha, por falta de oportunidades na sua terra natal. Houve aqueles que com rasgos de sorte e talento e se deram bem. Muitos, porém, penaram e ainda vivem, com suas famílias, nas favelas paulistanas ou pendurados nos morros cariocas, sem perspectivas de vida e sem condições de engrossar as estatísticas dos retornados.Mas, nos dados hoje divulgados, descubro um número interessantíssimo: em 2000, os imigrantes estrangeiros registrados no país era de 143,6 Mil e dez anos depois era de 268,4 Mil. Vejam que coisa. Pelo visto, o Brasil se tornou um mercado de trabalho atrativo e um país de oportunidades. Como de se esperar, a maioria dessa gente chega a São Paulo, seguido do Paraná. Minas Gerais, também, recebe muitos deles e ultrapassa o Rio de Janeiro, nessa contagem.
Mas, bom mesmo foi chegar aos dados que revelam a volta de imigrantes brasileiros decepcionados com a crise lá fora e descobrindo oportunidades na “casa paterna”, tal qual o que relata a parábola do Filho Pródigo. Estão voltando aos montes, com mala leve e cuia vazia. De onde? Segundo o IBGE, procedentes dos Estados Unidos, Japão, Espanha, Portugal, Paraguai, Bolívia, entre outros. Sinais dos tempos minha gente... Antes, faz pouco tempo, me dava pena quando se noticiava, em grandes manchetes, que os brasileiros fugiam para o exterior a busca de melhores oportunidades de vida. Agora, o ruim está lá fora. Que virada! Também, pudera, porque empregos na Espanha ou Portugal não existem. A crise dos Estados Unidos quebrou bancos e grandes corporações, jogando abruptamente os trabalhadores no meio da rua. E os primeiros vomitados foram os estrangeiros. No Japão a coisa ficou preta. O contingente dos chamados degaseguis (brasileiros descendentes de japoneses regressados) cresce a cada dia. O Japão não está mais para os nikkeys (brasileiros filhos de japoneses) como no passado. E, no caso dos brasileiros que viviam no Paraguai ou na Bolívia a explicação é simples: quem pode viver num destes dois países, com as condições políticas e econômicas tão adversas? O Brasil – não obstante a roubalheira que impera em Brasília – está indo relativamente bem. Ah! Outra coisa interessante: os cearenses são que mais retornam ao estado natal. Tanto vindo do exterior, como de outros estados brasileiros. Taí, um estado de futuro! Aliás, pensando direitinho, o Nordeste está com tudo. Aqui em Pernambuco a coisa anda “de vento em popa”. Tem muitos pernambucanos, lá fora, que andam de olho, a cata de uma chance de retornar. Os estados vizinhos vão no mesmo rumo. Agora, minha gente, tem uma informação que precisa ser festejada: “De 2000 para 2010, a taxa de mortalidade infantil caiu de 29,7‰ para 15,6‰, o que representou decréscimo de 47,6% na última década. Com queda de 58,6%, o Nordeste liderou o declínio das taxas de mortalidade infantil no país, passando de 44,7 para 18,5 óbitos de crianças menores de um ano por mil nascidas vivas”. Isto era uma coisa impensado há vinte ou trinta anos. Agora, só vem soprando bons ventos.
Fonte: Blog do GB (www.gbrasileiro.blogspot.com.br)
Ter, 24 de Abril de 2012 16:15 | Última atualização em Ter, 24 de Abril de 2012 16:18 | Escrito por Adriana Luiza | | |
O consultor da BCG diz que, apesar de saberem que as mulheres conduzirão o crescimento econômico mundial, as empresas falham ao abordar esse público.
O americano Michael Silverstein, líder da área de consumo da consultoria Boston Consulting Group (BCG), estuda o perfil de consumo das mulheres em todo o mundo há mais de dez anos. Depois de ajudar dezenas de empresas a entender o público feminino e a realizar inúmeras pesquisas sobre o tema, ele convenceu de que a influência das mulheres não vai parar de crescer.
Por que as empresas deveriam definir as mulheres como seu principal público-alvo?
Um estudo que conduzi com 21000 mulheres mostrou que elas controlam ou influenciam 70% doa gastos de consumo feitos nos Estados Unidos, gerindo cerca de 5 trilhões de dólares. São elas que compram itens para a casa e para os filhos. Elas também decidem quando a família vai tirar férias, redecorar os quartos e trocar de carro. Essa dinâmica familiar é cada vez mais comum. Em vários países Escandinavos, por exemplo, elas ganham mais do que os homens.
Quando as mulheres começaram a mandar?
Os primeiros passos foram dados nos anos 70, quando as mulheres ingressaram em universidades e passaram a ganhar espaço no mercado de trabalho. Mas é preciso deixar claro que este fenômeno está em diferentes estágios. Na china e na Índia, as mulheres ainda estão dando os primeiros passos. O Brasil vive uma etapa intermediária.
As companhias já se deram conta do fenômeno?
Alguns reconhecem a importância das mulheres, mas a maioria falha na execução de projetos voltados para elas. Há erros desde a concepção dos produtos até a venda. Muitas empresas não pensam no público feminino quando planejam uma ação de Marketing.
Que empresas estão sendo bem sucedidas ao lidar com as mulheres?
Nos estados Unidos, A P&G criou um produto para a limpeza de pisos com um grau de eficiência mais elevado do que a média do mercado, o que, segundo algumas pesquisas, facilitou a vida das mulheres que trabalham fora de casa. A marca de lingerie Victoria’s Secret uniu bem a ideia de que a mulher que ao mesmo tempo beleza, glamour e conforto.
Quais os setores que estão mais atrasados na hora de se relacionar com elas?
Segundo pesquisas, as mulheres não gostam de lidar com as empresas dos setores de serviços financeiros, bens de consumo duráveis e seguros. No Brasil, só muda a ordem. Os segmentos que as desagradam mais são os de carros, bancos e seguradoras. Essas áreas, segundo elas, são essencialmente pensadas para os homens.
Apesar de comprar menos itens, os homens não costumam gastar mais?
É verdade que eles adquirem produtos caros. Mesmo assim esposas, namoradas ou mães influenciam em suas decisões. O mais importante, porém, é que eles compram o mesmo tipo de produto quando o antigo fica velho. Trocam um sapato usado por outro semelhante. As mulheres querem sempre novidades.
Há outras diferenças de gênero no consumo?
Sim. Uma cliente satisfeita conta a dez amigas sua experiência. Uma consumidora descontente chega a falar de sua experiência para mais de 100 pessoas – e por muito mais tempo. Os homens não são tão comunicativos nem têm tantos amigos. O prejuízo é bem menor.
Indústria pernambucana se prepara para aumento de demanda
Seg, 23 de Abril de 2012 15:36 | Última atualização em Seg, 23 de Abril de 2012 15:38 | Escrito por Nilton Lemos | | |
As compras de insumos e matérias-primas na indústria pernambucana de transformação acumulam crescimento de 5,2% neste ano, em especial, por causa dos artigos de borracha e plástico. No entanto, as vendas caíram 2,7%, em 2012, puxado pelos produtos minerais não-metálicos. Estas informações fazem parte da pesquisa Indicadores Industriais, divulgada nesta quarta-feira (18), pela Unidade de Pesquisas Técnicas (Uptec) da FIEPE sobre o desempenho industrial no Estado em fevereiro.
Para o coordenador da Uptec, o economista André Freitas, a contraposição dos resultados de vendas e compras na indústria pernambucana apontam para um cenário positivo. “As compras de insumos na indústria de transformação cresceram, porque o setor já está se preparando para o aumento da demanda nos próximos meses”, informa Freitas.
Apesar da redução de 15,1% nos empregos industriais, na comparação fevereiro/janeiro, causada pela entressafra no nicho de Alimentos e bebidas, o nível de emprego mantém-se estável na indústria pernambucana, com alta de 1% no saldo do ano. Ademais, a remuneração paga ao empregado industrial acumula um aumento de 16,1%, em 2012.
Cachaça reconhecida como bebida típica brasileira nos EUA
Seg, 23 de Abril de 2012 15:33 | Escrito por Adriana Luiza | | |
Assinatura de carta de intenção é fruto de mais de dez anos de negociações
O secretário de Turismo do Recife, André Campos, satisfeito com o comunicado da Associação Pernambucana dos Produtores de Aguardente de Cana e Rapadura enviado pela diretora executiva, Margareth Pereira Lima. Recentemente, foi assinada carta de intenção para o reconhecimento mútuo da cachaça e do Bourbon Tenessee Whisky. A cerimônia aconteceu na sede do United States Trade Representative com assinatura do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, e do representante de Comércio dos Estados Unidos, embaixador Ron Kirk.
A partir da assinatura das cartas inicia-se oficialmente o processo do reconhecimento da Cachaça como bebida típica e exclusiva do Brasil. Na prática, vai permitir às empresas brasileiras a venda do destilado nos Estados Unidos apenas com o nome de Cachaça. A próxima etapa é a publicação nos Estados Unidos de consulta pública sobre o tema. A carta é fruto de mais de uma década de negociações.
Seg, 23 de Abril de 2012 15:22 | Última atualização em Seg, 23 de Abril de 2012 15:24 | Escrito por Adriana Luiza | | |
A FECOU (Feira do Comércio de Ouricuri) já está com a data marcada, a quinta edição do projeto acontece de 31 de maio a 2 de junho. Neste ano, será feita uma homenagem ao Rei do Baião, Luiz Gonzaga.
Promovido pela CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas de Ouricuri), com apoio do SEBRAE Araripina e prefeitura de Ouricri, o evento cresce a cada ano, na edição passada cerca de 30 mil pessoas visitaram a feira, que movimentou uma média de 2 milhões de reais em volume de negócios.
Durante a programação haverá também diversas apresentações artísticas como Flávio Leandro, Alan Cleber e Banda, Os Águias de Barbalha, Baião, entre outras. Os interessados em Stands podem entrar em contato através do email:
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Sondagem registra melhora nos indicadores da indústria da construção
Qua, 18 de Abril de 2012 13:50 | Escrito por Adriana Luiza | | |
Pernambuco melhorou seu desempenho na segunda edição do ano da Sondagem Indústria da Construção é o que revela a pesquisa divulgada, nesta terça-feira (17), pela FIEPE. O levantamento realizado pela Unidade de Pesquisas Técnicas da FIEPE apontou que o Estado registrou 48,1 pontos no indicador de atividade em fevereiro, enquanto em janeiro o índice foi de 47,2 pontos. Apesar da melhora, o indicador continua abaixo do nível de estabilidade (50 pontos) e inferior aos resultados do Brasil (49,4 pontos) e Nordeste (48,7 pontos).
Outro indicador que aumentou foi o referente ao número de empregados, registrando 47,3 pontos em fevereiro, contra os 45,2 pontos computados em janeiro de 2012. Já o indicador relativo ao nível de atividade efetiva em relação ao usual do mês de fevereiro seguiu trajetória de queda, marcando 45,4 pontos.
As expectativas dos empresários para os próximos seis meses se mantiveram acima do nível satisfatório dos 50 pontos em todas as esferas da pesquisa: nível de atividade (61,5 pontos), compras de insumos e matérias-primas (62,8 pontos), novos empreendimentos e serviços (64 pontos) e número de empregados (62,7 pontos).
Medidas do governo devem acelerar vendas no varejo
Ter, 17 de Abril de 2012 17:25 | Escrito por Adriana Luiza | | |
Do Leia Já
Algumas atividades já mostram uma tendência de melhora, como o setor de hipermercados e supermercados
Embora a taxa de vendas acumuladas em 12 meses no varejo venha desacelerando desde março de 2011, o horizonte é favorável para o comércio. As medidas tomadas pelo governo para reaquecer a demanda interna devem se refletir nas próximas leituras da Pesquisa Mensal de Comércio, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). "O governo está tomando medidas para incentivar o comércio interno. Se derem certo, essa curva (das vendas em 12 meses) vai melhorar novamente no varejo restrito", avaliou Reinaldo Pereira, gerente da Coordenação de Serviços e Comércio do IBGE. "Como ainda estamos no início de 2012, a gente não sabe se a curva do varejo vai continuar caindo ou se vai se recuperar." Algumas atividades já mostram uma tendência de melhora, como o setor de hipermercados e supermercados. Desde dezembro de 2011, a taxa em 12 meses voltou a acelerar. Nos 12 meses encerrados em fevereiro, o volume de vendas de supermercados acumula uma alta de 5,1%. No mesmo período, a taxa acumulada do comércio varejista restrito aponta uma alta de 6,7%. "A atividade de supermercados está se recuperando. O que percebemos é que houve melhora nos preços. Os preços dos alimentos estavam muito altos no ano passado. E, este ano, tivemos melhora nos preços dos produtos alimentícios. Isso revigorou a demanda por produtos e beneficiou a atividade", explicou Pereira. "A taxa de hipermercados parece que vai subir mais." O gerente do IBGE lembrou que a redução no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para eletrodomésticos da linha branca - fogões, refrigeradores e máquinas de lavar - e agora também para mobiliário também devem acelerar o ritmo de alta nas vendas. "O governo estendeu redução de IPI da linha branca, algumas medidas macroprudenciais foram retiradas, e agora teve redução de IPI também para móveis. Então vemos um incentivo do governo, e várias outras medidas podem ser tomadas, se necessário, para aumentar o consumo interno. Isso certamente deverá ser captado pela nossa pesquisa", previu Pereira.