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PAIS ESTÃO COM O PRESTÍGIO EM ALTA
PAIS ESTÃO COM O PRESTÍGIO EM ALTA
Pesquisa revela que cresceu percentual de filhos com intenção de dar presente no próximo domingo
Boa notícia para o próximo domingo. Mais filhos irão presentear os pais: de 71,43%, no ano passado, o percentual dos que têm intenção de comprar o mimo passou para 80,19%, segundo pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Pernambuco (Fecomércio-PE). Na comemoração do Dia dos Pais, os itens mais escolhidos continuam a ser peças de vestuário e calçado. Mas são os segmentos de perfumaria e eletrônicos os que mais crescem na preferência dos presentes. O gasto médio com o “agrado” será de R$ 144,70. Desta forma, a Fecomércio estima um crescimento nas vendas de 14,84% em relação ao ano passado.
A quantidade de filhos que irá comprar o presente para os pais cresceu muito na classe D e E. No ano passado, eram apenas 58,13%. Neste ano, subiu para 72,50% dos consumidores entrevistados. Na classe C, este número também cresceu de 85% para 88,57%. Já na camada A e B, curiosamente, o percentual caiu de 100% para 87,50%. A escolha dos presentes segue a tradição de dar vestuário (35%) e calçados (20,24%). Entretanto, esses itens também estão perdendo preferência entre os filhos, já que no ano passado eram a opção de 39,73% e 30,36%, respectivamente. Enquanto isso, a intenção de presentear com perfumaria quase dobrou (de 6,25% para 12,96%). E os eletrônicos, passaram de 3,13% para 4,45%, tendo o celular como um dos produtos mais citados.
Os filhos também gastarão em média R$ 30,40 a mais que no ano passado. O desembolso médio passou de R$ 114,30 para R$ 144,70. Todas as classes resolveram abrir o bolso e investir um pouco mais no presente dos pais. O presente da AB, que no ano passado custava em média R$ 197,42, será de R$ 252,86. Na camada C, subiu de R$ 139, 75 para R$ 180,35. E a baixa renda também não está economizando no mimo deste ano: se em 2010 gastou R$ 75,31, neste ano desembolsará, em média, R$ 100,76.
Mas a grande maioria vai pagar mesmo é com o cartão de crédito (57,49%), em detrimento das compras em dinheiro (35,65%) ou com débito em conta (1,62%). “Isso mostra que os consumidores estão dispostos a contrair novas dívidas a despeito das atuais restrições ao crédito”, afirma o consultor da Fecomércio, José Fernandes Menezes. A classe D e E, no entanto, vai dividir os gastos: 46,55% vai pagar em dinheiro e 46,55%, no cartão de crédito. Com toda essa disposição dos consumidores em gastar, o comércio só poderia estar otimista com as vendas desta que é a quinta melhor data do varejo. De acordo com o estudo da Fecomércio, cerca de 73,70% esperam vendas maiores do que no ano passado, contra 20,4% que admitem resultados iguais, sendo 5,88% o percentual dos que preveem queda. No entanto, nos shoppings centers, a expectativa de crescimento é maior. Está acima de 18,61%, contra 12,21% no comércio tradicional.
Fonte: Diario de Pernambuco (Economia)
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