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Josias Albuquerque escreve sobre o varejo na RMRPor Josias Silva de Albuquerque*
O varejo do Brasil acumulou nos últimos oito anos um aumento de cerca de 85%, definindo um ciclo de crescimento sem precedentes, pelo menos no horizonte de quando se passou a dispor de medidas de crescimento confiáveis.
Não se pode esquecer que os bons resultados do comercio geram oportunidades de emprego e aumento do rendimento do trabalho. No caso da RMR o aumento real da massa salarial chegou a 8,5% só em 2011. No atual ciclo de crescimento, o total dos salários pagos pelo comércio cresceu 61,4% entre 2004 e 2011.
Este resultado é influenciado pelo aumento do faturamento mas, em boa parte, é explicado pelo crescimento do número de empregos, que teve incremento de mais de 5% entre 2010 e 2011.Quando se considera todo o ciclo de crescimento, o total do emprego aumentou quase 20% entre 2004 e 2011.
Em estudo recente o Setor de Pesquisa do Instituto Fecomercio-PE analisou as causas do crescimento do varejo muito acima do PIB, tanto no Brasil quanto em Pernambuco, e fez uma previsão detalhada de continuidade do crescimento do varejo acima da renda em 2012.
Segundo o estudo boa parte do desempenho do varejo está associado ao aumento da renda e do emprego, crescimento do salário mínimo, expansão do credito à pessoa física, aumento dos programas sociais e às expectativas positivas dos consumidores.
Todas essas variáveis, em maior ou menor grau, continuarão a puxar o desempenho do varejo em todo o Brasil em 2012, devendo-se esperar para o país um resultado superior a 6%. No caso de Região Metropolitana do Recife a expectativa é de um crescimento entre 6,5 e 7,5%, dando continuidade ao atual ciclo de crescimento.
O curto prazo não é, portanto, motivo de preocupação para o varejo de Pernambuco e do Brasil. As atenções se voltam para a capacidade de serem mantidos no médio e longo prazos os bons resultados dos últimos anos.
*Presidente da Fecomércio-PE e Vice Presidente da Confederação Nacional do Comercio de Bens, Serviços e Turismo
Fonte: Site da Revista Algo Mais 15/02/2012 Deputado Everaldo Cabral justifica as 74 ausências na Assembleia LegislativaPor ter sido apontado em matéria da “Folha de Pernambuco” como um dos deputados que mais faltaram a sessões na Assembleia Legislativa neste ano de 2012, o deputado Everaldo Cabral (PSD) enviou ao Blog as seguintes explicações: I- Como você sabe, na Assembleia existem regras claras que disciplinam o comparecimento do Parlamentar às reuniões plenárias, inclusive com o desconto pecuniário das eventuais faltas sem justificativas. II – As minhas ausências até o dia da referida matéria (18/12) foram todas para cumprir missões relacionadas com Mandato, devidamente autorizadas pela Mesa Diretora, com base no Regimento Interno em vigor, valendo ressaltar que foi um dos representantes do Poder Legislativo em viagem à China, promovida pela FECOMERCIO, quando me licenciei por 20 dias. III- Você deve saber também que o trabalho de um Parlamentar não se resume apenas à participação em reuniões plenárias. IV- Presido a Comissão de Redação Final, onde, até o dia 20 de dezembro de 2011, foram elaborados mais de 350 pareceres aos Projetos de Lei em tramitação nesta Assembleia Legislativa de Pernambuco, sob a responsabilidade do Corpo Técnico da 16ª Comissão. V- O trabalho permanente da Comissão de Redação Final não se resume apenas à elaboração do último parecer de cada projeto. Desde o nascedouro das propostas, sejam elas oriundas dos Poderes Autônomos ou dos Parlamentares pernambucanos, a 16ª Comissão analisa, destaca e oferece modificações no que tange a aplicabilidade das normas técnicas legislativas, como ainda, a possibilidade do fácil entendimento da Norma Legal pelo Cidadão comum. VI – Por último, esclareço que o nosso trabalho tem sido importante no Parlamento Pernambucano e que não faltei a nenhuma sessão sem justificativa.
Fonte: Blog de Inaldo Sampaio (www.maisab.com.br/inaldosampaio) Adicionar novo comentário
Pesqueira terá uma Unidade do SESC
Pesqueira terá uma unidade do SESC que será implantada no antigo Centro Social Urbano que hoje se encontra a Sec. de Saúde de Pesqueira. Na manhã da última sexta-feira (10), a imprensa de Pesqueira foi convocada para um pronunciamento da Prefeita de Pesqueira no salão nobre da Prefeitura Municipal. Na ocasião a prefeita declarou a todos que se faziam presentes que a cidade de Pesqueira fora agraciada um uma Unidade de SESC. Esta unidade foi alcançada através do trabalho árduo da Associação Comercial de Pesqueira, CDL, Igreja Católica através do Padre Adilsom Simões e o poder público.
A expectativa é que as obras de reforma tenham início no mês de Março, mais antes disto a documentação de doção será elaborada em conjunto com a Câmara de Vereadores e advogados para que tudo seja de acordo com a Lei ressaltou a prefeita. Já a Secretaria de Saúde provavelmente poderá ser colocada no antigo Batalhão de Polícia Militar, bem próximo ao Hospital Dr. Lídio Paraíba disse a prefeita.
Na tarde do mesmo dia o então Presidente do SESC professor Josias Silva de Albuquerque, Diretor Regional do SESC, Antônio Inocêncio Lima, Prefeita da cidade Drª Cleide Oliveira, o Padre Adilson Carlos Simões da Silva, Presidente da Associação Comercial de Pesqueira, Edvaldo Valença, Presidente da CDL de Pesqueira Wagno Alves dos Santos, Presidente da Câmara de Vereadores Evandro Júnior, secretários e sociedade, estiveram no Centro Social Urbano, visitando as instalações para a nova unidade do SESC. Em entrevista o professor Josias Silva de, declarou que ficou muito satisfeito com o local e que após os trâmites legais e do Carnaval uma equipe de engenheiros estará realizando trabalhos para a reestruturação do local para abrigar a unidade.
O Serviço Social do Comércio SESC é uma entidade mantida pelos empresários do comércio de bens, serviços e turismo que tem como objetivo proporcionar a melhoria da qualidade de vida dos seus trabalhadores e familiares. A atuação do SESC vai além, beneficiando, através dos programas em Educação, Saúde, Lazer, Cultura e Assistência Social, a população em geral, inclusive as da periferia e municípios do Interior do país.
Fonte: Blog de Darcio Rabelo 15/02/12 RetornoBete e Luís Antunes novamente no Recife, depois de participarem da missão da Fecomércio à China e uma temporada em Paris.
Fonte: Diario de Pernambuco – Coluna João Alberto (Social) INAUGURAÇÃO I
O presidente do Sistema Fecomércio/Senac/Sesc, Josias Albuquerque, percorreu o Interior de Pernambuco para inaugurar novas instalações nas unidades de Garanhuns, Araripina e Belo Jardim. Na Cidades das Flores, ele deu as boas vindas ao Centro Educacional Professora Almerinda Espíndola Rodrigues e ao Restaurante Chá Preto. Em Araripina e Belo Jardim, as obras entregues foram os espaços dedicados à Educação e Cultura e Ginásios Poliesportivos, prontos para abrigar competições oficiais das federações.
Fonte: Folha de Pernambuco - Coluna Agreste Destaques (Social) 15/02/2012 Vamos às compras dos... xing lings?China tem produtos simples com preços baixos, mas também vende artigos mais caros com qualidade
O destino conhecido pelos brasileiros como lugar ideal para a aquisição de roupas ou equipamentos eletrônicos chama-se Estados Unidos? Um engano. Dê um pulo até a China e conheça verdadeiramente o melhor lugar do mundo para as compras. Detalhe: compras de tudo. O país dos xing lings abre as portas e começa a exportar para o mundo. Há quem queira produto simples com preço baixo, e também quem esteja disposto a pagar até mais caro por qualidade. A China tem. As duas coisas.
Quem tiver oportunidade de viajar ao país chinês pode achar que vai encontrar algo semelhante à Rua 25 de Março (em São Paulo) em véspera de Natal. Um amontoado de gente atrás de produtos baratos, de má qualidade e até falsificados. Acertou sobre o amontoado de gente. No país mais populoso do mundo, com 1,3 bilhão de habitantes, não poderia ser diferente. Mas no tocante aos produtos, pode ter certeza, não são apenas bugigangas que serão encontradas nos centros comerciais. A China cresceu, mudou e começa a fabricar e vender exatamente o que o público quer.
De acordo com Antonio Freitas, do setor econômico da embaixada brasileira em Pequim, o governo chinês espera manter o crescimento do país em, no máximo, 8%, enquanto analistas alertam para uma desaceleração maior a partir de 2013. “O país começa a perder impulso devido ao excesso de crédito que financia investimentos em infraestrutura, mercado imobiliário e capacidade industrial de retorno duvidoso, o que poderá impactar as finanças do país”, destaca o diplomata, lembrando ainda da dificuldade de exportação devido à crise econômica mundial. “No entanto, a China ainda se encontra na metade do processo de urbanização, tem enorme potencial de crescimento. O país é o centro da cadeia produtiva asiática. Os chineses importam do Japão, Coreia do Sul, Taiwan, montam, agregam valor e exportam para Europa e EUA”, afirma.
É da China, e daí?
O turista que viaja ao país chinês pode trazer o melhor equipamento de som, mas se disser onde comprou... A discriminação com as bugigangas chinesas é antiga. O mesmo turista pode adquirir uma bolsa Louis Vuitton original – e isso não é barato nem na China – mas certamente os amigos apostarão que o produto não durará muito tempo. Bem, as coisas mudaram.
Por que eles são tão baratos?
A China é um país com 1,3 bilhão de habitantes. Sim, a informação pode ser repetida para quem já leu a matéria anterior, mas a verdade é que o número populacional bem explica o preço baixo dos produtos no país oriental. A mão-de-obra é abundante, a maior do mundo, e os salários são baixos. Junta-se a isso uma indústria ativa e competitiva. Ou seja, os chineses podem produzir qualquer coisa. E isso vai sair barato.
*A repórter viajou a convite da Fecomércio.
Fonte: Diario de Pernambuco - Economia CHINA É O 2º MAIOR BALCÃO DO ESTADO
COMÉRCIO País asiático era a quarta origem dos produtos importados por Pernambuco há três anos. Em 2011 pulou para a segunda colocação. Concorrência preocupa governo
O governo federal apela para a China fazer “restrição voluntária” de exportações para o Brasil, diante do estrago causado pelos produtos chineses à indústria nacional, que não sofre mais só com a concorrência de têxteis ou bugingangas. Em Pernambuco, a China era a quarta principal origem dos importados em 2009, virou a terceira em 2010 e segunda ano passado. De lá, vêm para o Estado de máquinas e equipamentos para construção a sofisticados aparelhos de medicina diagnóstica.
Na última segunda-feira, ocorreu um almoço da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível (Cosban), liderada pelo vice-presidente Michel Temer e pelo vice-primeiro-ministro chinês, Wang Qishang. Temer pediu a restrição voluntária, citando têxteis, calçados e eletroeletrônicos. Caso essas medidas não sejam adotadas, o Brasil adotaria salvaguardas, como sobretaxas temporárias.
Mas o apetite chinês é bem maior que nesses setores. Bem antes de 2011 o país asiático já era o segundo vendedor para o Brasil, com um crescimento médio maior que o dos Estados Unidos, primeiro colocado. Se manter o ritmo que vai, a China deve se tornar a principal origem dos importados pelo Brasil este ano. Em Pernambuco, a China foi para o topo da lista ainda mais rapidamente. Até 2009, ela ficava atrás da Argentina, México e EUA, até hoje primeiro colocado. Em 2010, os mexicanos ficaram para trás e, ano passado, foram os argentinos. A China em 2011 teve alta de 46%, para US$ 544 milhões. As compras pernambucanas de produtos chineses incluem 420 mil pneus para carros de passeio, a US$ 11 milhões. Mas o valor é quase o mesmo da soma de só nove caminhões-guindaste, que custaram US$ 5 milhões, e US$ 5,7 milhões em 34 aparelhos de tomografia computadorizada.
“Tem buginganga chinesa? Tem. Mas no princípio também tinha japonesa. Assim como o Japão, hoje a China está no mercado de produtos sofisticados, como automóveis”, diz o consultor econômico da Federação do Comércio de Pernambuco (Fecomércio), José Fernandes Menezes.
Assim como a Fecomércio, que já realizou três missões empresariais à China, a Federação das Indústrias de Pernambuco (Fiepe) também promoverá uma viagem em grupo, em dois meses, ao país asiático. Coordenadora do Centro Internacional de Negócios (CIN) da Fiepe, Patrícia Canuto afirma que não se trata de entusiasmo com os chineses e sim de não ignorar um grande jogador no tabuleiro.
“Não é questão de ser a favor. Mas eles estão no mundo todo e preocupam, por diversas coisas: práticas trabalhistas, eficiência, menor carga tributária”, enumera, entre outros pontos, Patrícia.
Eletros puxam vendas no varejo
O varejo pernambucano fechou o ano com um crescimento compatível com o verificado na média nacional. Entre 2010 e 2011, o incremento no volume de vendas foi de 6,7%, segundo balanço anual da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados revelam que a atividade que mais sobressaiu foi a de móveis e eletrodomésticos (com variação positiva de 27,2%), seguida de combustíveis lubrificantes (12,7%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (11,9%). Algumas áreas fecharam no negativo, como equipamento e material para escritório, informática e comunicação (-18,0%) e hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-2,8%).
Se contabilizadas as atividades de veículos e material de construção, no entanto, o índice de incremento no volume de vendas local cai para 5,9% – enquanto, na média nacional, fecha em 6,6%.
“A melhora nas vendas de móveis e utensílios domésticos vem a reboque do bom desempenho do setor imobiliário no Estado”, comenta o consultor da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio) de Pernambuco, Luiz Kehrle. “A diminuição, quando se incluem veículos e materiais de construção, não chega a ser preocupante, mostra apenas uma leve queda em relação a média do País”, complementa.
Para Kehrle, o setor vai bem de um modo geral. De acordo com um estudo coordenado por ele, o bom desempenho deve-se, nesta ordem, a causas como aumento da renda e do número de empregos, evolução do crédito, evolução do salário mínimo, crescimento das transferências socais e expectativas positivas.
BRASIL - Apesar dos bons números, os resultados do varejo ficam a desejar em relação aos resultados de 2010, quando o crescimento nacional fechou em 10,9%. Segundo o IBGE, as medidas de arrefecimento do consumo adotadas pelo governo no final de 2010 foram as grandes responsáveis por impactar as vendas no ano passado.
De acordo com o gerente de coordenação de serviços e comércio do IBGE, Reinaldo Pereira, a desaceleração é reflexo das chamadas medidas macroprudenciais. O objetivo do governo, à época, era manter a inflação o mais próximo possível do centro da meta. Pereira explicou que mesmo tendo o governo desfeito as medidas no segundo semestre de 2011, não houve tempo hábil para o comércio se recuperar. Em 2011, a receita nominal do setor apresentou crescimento de 11,5%.
Fonte: Jornal do Commercio - Economia 15/02/2012 A intrépida Cheng
Hoje, quem circula pelas ruas do centro popular do Recife tem uma pequena amostra da capacidade de vender dos chineses. Mas confesso que agora, depois de circular um pouco pelo seu comércio, em Xangai, acredito que fora do seu país de origem eles terminam sendo um pouco arredios. Mais à vontade para trabalhar quando estão na própria China, eles são verdadeiros vendedores. Eu, consumista de carteirinha, me sinto na toca do leão o tempo inteiro. O assédio nas ruas é assustador e nas lojas o atendimento deixa você constrangido por não levar a mercadoria. Outro dia quase levei um creme para rugas chinês quando fui a uma farmácia apenas em busca de um hidrante labial. Resolvi entrar numa loja de roupa e me deparei com Chen. Uma chinesa risonha, elétrica, animada e atenciosa. Tudo num pessoa só.
Fonte: Blog - No País do Xing Ling (http://jconlineblogs.ne10.uol.com.br/nopaisdoxingling/) O banheiro e a malhaçãoDecidi voltar a malhar. Nunca achei que essa decisão fosse tomada entre as ruas de Xangai ou Cantão, onde de fato aconteceu. E foi num momento dos mais inusitados. Para quem nunca teve oportunidade de vir à China ou nunca procurou saber como são os banheiros públicos daqui, é de fato uma surpresa. As louças sanitárias são feitas para ficarem praticamente no mesmo nível do chão, com o usuário tendo que ficar de cócoras para fazer o que precisa ser feito. E foi ali, depois de andar pelas ruas e acumular muito xixi que percebi que até nessa hora a gente sente o quanto é ruim estar fora de forma.
Vendo aquela louça no chão e desconfiando de sua limpeza, a ideia era ficar próxima o suficiente para não errar e distante o necessário para evitar qualquer contato. Aí, pronto! Sabe aquela leve tremedeira que dá na perna quando você fica tensionando por algum tempo e sua musculatura não tem resistência para isso? Foi o que aconteceu. Juro, era só um xixi mais longo. Coitado de quem comeu um pato estragado ou um cachorro meio passado. Aí, é problema. Meu chefe Saulo Moreira, que esteve aqui na China no ano passado, já havia me falado desse “modelo” de banheiro – que, aliás, tem descarga como qualquer outro. Mas mesmo já sendo avisada, se deparar com ele é algo engraçado. A ideia dos orientais é manter o usuário menos tempo possível no banheiro com base no argumento de que ficar sentado por muito tempo faz mal. E funciona. Até agora, não vi uma fila nos banheiros. Todo mundo entra e sai bem rapidinho.
Fonte: Blog - No País do Xing Ling (http://jconlineblogs.ne10.uol.com.br/nopaisdoxingling/) |




