Lojistas satisfeitos com vendas
Lojistas satisfeitos com vendas
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Lojas de brinquedos registraram grande movimento no último fim de semana. A expectativa é que as vendas continuem aquecidas até amanhã, Dia das Crianças. Alguns lojistas já venderam mais do que o esperado, outros acreditam que vão bater a meta. Além disso, para se tornar mais atraentes, lojas apostam em produtos diferenciados e abrem as portas na data comemorativa.
A Toy Store, localizada em Casa Forte, alcançou R$ 120 mil em vendas, durante o fim de semana, e espera faturar o mesmo valor até amanhã. A proprietária da loja, Rita Izidoro, acredita que o cenário continuará positivo até o fim do ano. Em 2011, a meta da loja, inaugurada há um ano, é superar, em 51%, as vendas de 2010.
Um diferencial da Toy Store é o investimento em brinquedos educativos e tradicionais - como fantoches, quebra-cabeças de madeira e pião. A resposta dos clientes a esses artigos tem sido bastante positiva. “Eles só ficam atrás dos brinquedos fabricados pela Mattel, que têm um forte apelo midiático”, explica Rita. De acordo com a empresária, o público da loja, classe A e B (rendimento mensal acima de dez salários mínimos), busca sempre algo novo.
O gerente da loja Planeta das Mágicas - localizada no Shopping Recife, Amauri da Hora, conta que, ontem, foi a primeira segunda-feira do ano em que as vendas foram intensas. “As pessoas vinham com o propósito de comprar mesmo, nem precisávamos fazer esforço para vender”, conta. No fim de semana, as vendas das lojas Tip Top, especializadas em moda infantil, foram 25% inferiores às do mesmo período do ano passado. No entanto, o proprietário das lojas localizadas nos Shoppings Recife e Plaza, Oscar Oliveira, acredita na recuperação até quarta-feira e também está otimista para o fim do ano. “Esperamos fechar 2011 com um crescimento de, pelo menos, 30% em relação a 2010”, afirma. Segundo o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) do Recife, Eduardo Catão, as vendas deste Dia das Crianças devem crescer 8%, se comparadas às do ano anterior.
Fonte: site da Folha de Pernambuco, Economia