CNDL entrega projeto ao MTE
CNDL entrega projeto ao MTE
Faltam 994 dias para a Copa do Mundo de 2014 e o setor do comércio está correndo em busca da capacitação de profissionais e empresários do segmento. Para não fazer feio no atendimento aos turistas que vierem ao Mundial, a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) apresentou ao ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, uma proposta de operacionalizar os projetos de qualificação que serão lançados pelo Ministério.
“Há uma necessidade de qualificar profissionais e empresários do varejo para receber os milhares de visitantes que virão. Por isso fomos apresentar ao ministro que temos uma rede ávida pelo desenvolvimento do varejo e nos colocamos à disposição para a implementação dos cursos que serão oferecidos”, explicou o vice-presidente da CNDL, Vitor Augusto Koch.
Segundo ele, o ministro ficou muito interessado na proposta. “Ele afirmou ser uma ação salutar para o setor, mas que será conduzido na forma como prevê a Lei”, adiantou, destacando que o projeto prevê atuação nas 12 cidades-sede e regiões circunvizinhas e concorrerá à licitação de condução dos programas nos próximos meses.
Em Pernambuco, pelo menos três mil associados à CDL Recife devem participar do programa. “A Copa é um evento importante e a gente precisa trabalhar pesado para não deixar a desejar. Sabemos que os turistas não ficarão só nas cidades-sede, por isso também vamos levar a qualificação para outras cidades turísticas que possivelmente receberão um número grande de pessoas”, ressaltou o presidente da CDL-Recife, Eduardo Catão.
A ideia é que a CNDL seja o agente da operacionalização dos cursos por meio da capilaridade que possui, com as 1,8 mil Câmaras de Dirigentes Lojistas espalhadas pelo Brasil. A proposta visa, ainda, estender as capacitações do comércio aos profissionais do ramo hospitaleiro, bem como aos trabalhadores e empresários do setor de serviços.
Ao chegar na Europa, por exemplo, não é difícil ser atendido por profissionais que saibam falar português, já no Brasil essa realidade é bem diferente. “Por isso, no primeiro momento, o foco será a questão dos idiomas. A qualidade no atendimento é fundamental a para que não haja um impacto negativo por falta de comunicação”, enfatizou Koch.
Fonte: site da Folha de Pernambuco


