Vendas do comércio cresceram 10,3% no primeiro trimestre de 2012
Sex, 18 de Maio de 2012 14:25 | Última atualização em Sex, 18 de Maio de 2012 14:27 | Escrito por Adriana Luiza | | |
EFE
Tiveram altas os setores de alimentos e bebidas
RIO DE JANEIRO - O volume de vendas do comércio varejista do país cresceu 10,3% no primeiro trimestre do ano em relação ao mesmo período de 2011, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Tiveram altas os setores de alimentos e bebidas
O bom resultado foi alavancado pelo mês de março, quando as vendas cresceram 0,2% em relação a fevereiro e 12,5% em comparação com o mesmo período do ano passado.
O resultado de março compensou em parte a baixa do 0,5% sofrida pelas vendas entre janeiro e fevereiro. As vendas no varejo de março e nos 12 meses anteriores acumularam um crescimento de 7,5% em comparação com o período compreendido entre abril de 2010 e março de 2011.
Os indicadores mostram uma tendência de alta do consumo das famílias em 2012, fator que se transformou no principal motor da economia brasileira nos últimos anos graças ao aumento da renda, à diminuição do desemprego e à expansão do crédito.
O aumento de 6,7% das vendas em 2011 ajudou a economia a crescer 2,7% no ano passado apesar da crise internacional. Segundo o IBGE, todos os setores analisados registraram crescimento das vendas em março em comparação com o mesmo mês do ano passado. Tiveram altas os setores de supermercados, alimentos e bebidas, com um crescimento do 12,2%; móveis e eletrodomésticos (21,2 %); artigos farmacêuticos e médicos (14,1 %); equipamento e material para escritório (30,5 %); combustíveis (5,0 %); têxteis, confecções e calçados (4,1 %); e livros, periódicos e revistas (4,4 %).
Fonte: Portal Folha PE (www.folhape.com.br) - Economia; 17.05.12
Sindloja realiza assembleia extraordinária nesta quinta feira
Seg, 23 de Abril de 2012 16:09 | Escrito por Adriana Luiza | | |
O Sindloja está convocando lojistas do comércio varejista de bens, serviços e turismo, associados ou não ao sindicato, para a assembleia geral extraordinária que será realizada nesta quinte-feira (26), às 18h, na sede do Sindloja.
O objetivo do encontro será discutir e aprovar a proposta de normas para a relação de trabalho em Caruaru e instituir a contribuição assistencial referente ao exercício 2012.
A presença dos lojistas é fundamental, pois a opinião da maioria representa os interesses da classe.
Sex, 30 de Março de 2012 16:10 | Escrito por Gabriella Alencastro | | |
As vendas reais nos supermercados cresceram 11,58% em fevereiro na comparação com o mesmo mês do ano passado, informou nesta quinta-feira (29) a Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Em relação a janeiro deste ano, o faturamento dos supermercados recuou 0,18%. No primeiro bimestre, as vendas aumentaram 7,57% em relação ao ano passado. Os números estão deflacionados pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
Segundo o comunicado, a queda das vendas em relação a janeiro já era esperada por conta do efeito calendário. Em relação ao crescimento ante fevereiro do ano passado, a Abras avalia que o resultado "surpreendeu positivamente", mostrando que o setor conseguiu atrair parcela significativa do aumento da renda do trabalhador ocorrido no período, sobretudo pelo aumento de 14,1% do salário mínimo no início deste ano.
PREÇOS - Os preços nos supermercados da cesta de 35 produtos considerados de largo consumo, como alimentos, limpeza e beleza, medidos pela GfK, apresentaram queda de 0,25% em fevereiro ante janeiro, para R$ 316,10. Já na comparação com fevereiro de 2011, o valor da cesta avançou 5,83%, de acordo com dados divulgados pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras) em parceria com a GFK.
Os produtos com maiores altas em fevereiro ante janeiro foram feijão (+11,52%), cebola (8,75%) e café (4,06%). As maiores quedas no período ficaram para os produtos tomate (-21,34%), farinha de trigo (-4,23%) e farinha de mandioca (-3,83%).
Qui, 29 de Março de 2012 14:38 | Última atualização em Qui, 29 de Março de 2012 14:39 | Escrito por Gabriella Alencastro | | |
Aproveitando a grande demanda na construção civil em todo estado, chegou ao mercado pernambucano a Ponto da Locação. Uma empresa pioneira no estado de Pernambuco, voltada para o aluguel de equipamentos de construção civil, que atende as necessidades de grandes empresas, profissionais autônomos e pessoas que desejam fazer pequenas reformas em casa.
Locação de equipamentos para construção, por ser uma área muito nova, tem tendência de grande crescimento nos países em desenvolvimento como o Brasil e no Nordeste, principalmente na área de varejo. Máquinas e equipamentos são fundamentais para dar agilidade em obras na construção civil, principalmente pela escassez de Mao de obra em todo estado. No entanto, muitas vezes, vale mais a pena alugar do que comprar esses equipamentos.
Cada etapa da obra precisa de um tipo de equipamento e a Ponto da Locação dispõe de um mix de produtos que atende todos os passos desde uma construção ou uma simples reforma. Com o aluguel, além de ter acesso as novidades e equipamentos modernos, não se tem despesas com manutenção do maquinário nem com o seu transporte, muito menos a preocupação de encontrar um local para guardá-los quando não estiver em uso.
Além disso, a cada nova etapa ou obra, o cliente tem a possibilidade de ter em mãos produtos de última geração, já que a Ponto da Locação se mantém atualizada com os últimos lançamentos do mercado. Outro diferencial, além de preço e a comodidade de receber o equipamento na obra ou na residência, é que todos os equipamentos obedecem às normas de segurança. Eles saem da loja revisados e o locatário recebe todas as instruções de como manuseá-los.
Diante do cenário atual, que mostra um grande crescimento na área da construção civil, expectativa é que o mercado de locação de equipamentos aumente progressivamente, o que tem atraído muita gente para esse negócio.
Qui, 22 de Março de 2012 15:21 | Escrito por Gabriella Alencastro | | |
Nesta quinta-feira, 22 de março, às 19h30min, no salão paroquial da igreja São Sebastião, a CDL Ouricuri convida comerciantes e empresários para uma palestra com Fernando Martins sobre a nova parceria SPC/SERASA, os dois maiores bancos de dados de pessoa física e jurídica que consolida a credibilidade do Serviço de Proteção ao Crédito/SPC.
Dia Mundial do Consumidor é comemorado com ações na Estação Central do Metrô
Qui, 15 de Março de 2012 16:55 | Escrito por Gabriella Alencastro | | |
Hoje, 15 de março, é comemorado o Dia Mundial dos Direitos do Consumidor. Além disso, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) do Brasil completa 20 anos de vigência. Na Estação Central do Metrô do Recife, os cidadãos contaram com a assistência do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), do Procon Recife e de estudantes de Economia Doméstica da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). Os três estandes ofereciam material educativo e informações sobre relações de compra e venda.
De acordo com a diretora do Procon Recife, Cleide Torres, “o objetivo é chamar a atenção para os direitos do consumidor, incentivar a cidadania”. Cinco funcionários do órgão fizeram plantão na Estação Central das 8h às 12h, tirando dúvidas da população. Por ali, o fluxo é de cerca de 50 mil pessoas por dia. “É uma demanda reprimida. Muitas vezes as pessoas sabem que têm o direito, mas não sabem a quem recorrer. A gente está oportunizando isso”, explicou Cleide.
Embora a existência do CDC já seja conhecida pela maioria da população, seu conteúdo ainda gera muitas dúvidas. “É preciso que o consumidor seja mais criterioso, antes e depois de comprar”, afirmou ela. Antes da compra, Cleide recomenda que o produto seja analisado com cuidado, à procura de vícios (defeitos). No caso de um serviço, o cliente deve pesquisar a qualidade do que é oferecido com parentes e amigos, além de ler cuidadosamente o contrato.
Mário Roberto Ferreira, 58 anos, procurou orientação nesta manhã sobre uma dívida com uma instituição bancária. Embora tenha negociado o pagamento dos cerca de R$ 2 mil em 24 parcelas, que terminariam no final de março, o banco parou de debitar as prestações há cerca de seis meses. Ao procurar uma agência, verificou um saldo devedor de R$ 700. “Eles me encaminharam a uma refinanciadora, mas isso é sacanagem. Eu tinha dinheiro e deixei lá para eles debitarem, mas eles pararam. Agora estou com o nome sujo no SPC e na Serasa, sou prejudicado”, explicou Mário. Orientado por Cleide, ele irá amanhã ao Procon prestar a queixa formal.
Já Luciano Ferreira Bastos, 52 anos, foi reclamar de um aparelho de som, comprado há cerca de 45 dias. Quando conferiu em casa, a caixa veio sem controle remoto. “Quero negociar com a loja uma troca por outro. Se não conseguir, vou continuar tentando na Justiça”, disse ele. Segundo Cleide Torres, produtos com avarias estão em primeiro lugar entre as reclamações registradas no Procon Recife. Entre as mais comuns também estão os problemas em financiamentos, como o de Mário.
Por Mariana Gominho, da redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
Páscoa abre oportunidades de emprego temporário no Brasil
Qua, 15 de Fevereiro de 2012 09:26 | Escrito por Thaís Sánchez | | |
A Páscoa em 2012 deve gerar 20 mil novos empregos no Brasil, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab). Segundo a entidade, as fábricas e lojas especializadas no ramo de chocolates e produtos relacionados às festividades iniciaram as contratações ainda em outubro de 2011.
No ano passado, a Abicab contabilizou mais de 18 mil toneladas de ovos de chocolates produzidos apenas pelas empresas associadas à entidade. O consumo dos produtos, no período da Páscoa, registrou um crescimento de 7% em relação ao mesmo período em 2010.
A produção de chocolates no ano passado, sem contar os achocolatados, somou 390 mil toneladas, um aumento de 11% em relação a 2010. Dados da associação indicam também que, nos últimos cinco anos, o consumo de chocolate no Brasil cresceu 39%, o que faz do Brasil o quarto país que mais consume o produto no mundo, atrás dos Estados Unidos, Alemanha e Reino Unido.
IDV: faturamento do varejo deve crescer 6,5% em janeiro
Seg, 23 de Janeiro de 2012 17:47 | Escrito por Sávio Gabriel | | |
As principais redes varejistas projetam um crescimento real, descontada a inflação, de 6,5% para as vendas do mês de janeiro ante o mesmo mês do ano passado, de acordo com o Índice Antecedente de Vendas (IAV), elaborado pelo Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV). Para os meses seguintes, fevereiro e março, as redes estão menos otimistas, aguardando avanços de 5,3% e 6%, respectivamente, sobre os mesmos meses de 2011.
De acordo com o IDV, que representa 35 empresas dos diversos ramos do setor, em nota, o segmento de bens não-duráveis (supermercados, hipermercados, farmácias, drogarias, perfumarias e alimentação fora do lar) projeta um crescimento mais tímido. Para essas companhias, a estimativa de crescimento de vendas é de 6% em janeiro, de 4,5% em fevereiro e de 4,3% em março. A maioria das sondagens realizadas ao longo de 2011 e dos resultados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam esse comportamento para o segmento, que contribuem com cerca de 40% no índice da PMC.
Já as empresas do segmento de bens semiduráveis (vestuário, calçados, livrarias e artigos esportivos) estão mais otimistas em relação ao que foi apontado na sondagem passada. Elas preveem aumentos de vendas de 4,7% em janeiro, de 4,2% em fevereiro e de 5,8% em março.
Por fim, as varejistas de bens duráveis (móveis, eletrodomésticos e material de construção) praticamente mantiveram suas projeções e aponta perspectivas positivas em comparação aos outros segmentos. As taxas de crescimento projetadas pelas companhias desse segmento são de 8,8% em janeiro, 7,7% em fevereiro e 9,5% em março.
Emergentes serão maioria em comércio virtual até 2015
Qui, 19 de Janeiro de 2012 14:11 | Escrito por Sávio Gabriel | | |
Os principais mercados atuais para o comércio eletrônico mundial - Estados Unidos e países da Europa Ocidental - devem perder espaço para economias emergentes até 2015.
A conclusão é do levantamento da consultoria Forrester Research, apresentado essa semana no evento do varejo americano, em Nova York.
Hoje essaa nações representam mais de 50% das vendas virtuais de R$ 805,5 bilhões (US$ 450 bilhões, mas vão perder espaço para transações feitas na China, Brasil, México, Índia e também em economias como Japão e Coreia do Sul.
"A mudança significativa no perfil das vendas on-line no mundo está relacionada principalmente ao avanço da internet nesses países entre os consumidores e às novas formas de interação, como o comércio social", disse Zia Wigder, diretora de pesquisas da Forrester Research.
O comércio eletrônico brasileiro cresceu 21% em 2011 e chegou a R$ 21,5 bilhões. O volume representou 2,2% das vendas on-line mundiais.
A expectativa é que a participação brasileira passe para cerca de 3% do comércio eletrônico mundial - ou R$ 39,3 bilhões de R$ 1,25 trilhão - nos próximos três anos, segundo a consultoria.
Apesar de o número parecer pouco expressivo, principalmente ante os 22% que devem ser conquistados pela China no mesmo período - com R$ 285,3 bilhões -, o Brasil é considerado um dos países com maior potencial para as vendas on-line.
Isso porque registrará expansão do alcance do número de consumidores na internet, diversificação dos produtos comercializados e a chegada de grupos internacionais, que impulsionarão o setor.
Hoje são cerca de 30 milhões de brasileiros que compram pela internet entre 91 milhões de usuários da rede.
BRASIL E CHINA Brasil e China foram apontados durantes do evento como os principais mercados on-line a serem explorados, embora tenham perfis e maturidade diferentes para as vendas virtuais.
Enquanto na China o comércio virtual é extremamente pulverizado com os 20 maiores varejistas representando apenas 8,4% das vendas na internet, no Brasil essa mesma quantidade de empresas tem 70% de participação, puxadas pela B2W, que controla Submarino e Americanas.com.
Outra diferença significativa é o tipo de produto consumido.
"Os chineses já têm cultura de compra de praticamente de tudo na internet, de roupas a eletrônicos. A próxima fronteira prevê a chegada de marcas internacionais e de luxo para a venda virtual", diz Angela Kapp, consultora especializada em vendas no mercado chinês e vice-presidente do clube on-line de vendas de luxo Hui She Shang.
Já no Brasil, eletrônicos e livros estão entre os campeões de vendas e a etapa atual é o amadurecimento de outras categorias.
"Gradualmente vemos a evolução de outros tipos de produto sendo explorados pelas vendas on-line brasileiras e também os sites de nicho ganhando espaço", diz Gastão Mattos, presidente da Braspag, de sistemas de pagamento e serviços financeiros pertencente à Cielo.
As vendas on-line na China estão concentradas em quatro cidades principais, de acordo com Kapp --Pequim, Xangai, Guandong e Jiangsu, enquanto no Brasil os internautas crescem praticamente em todas as regiões do país.
INVESTIMENTO Para os estrangeiros que querem investir em comércio eletrônico nos dois países, os desafios também são bem diferentes.
"Hoje, a principal questão para as empresas internacionais que querem operar comercialmente na China, entre elas a de comércio eletrônico, é lidar com questões relativas a proteção de propriedade intelectual, ainda com pontos muito frágeis no país", afirma a executiva.
"Entender a cultura de controle da internet no país também é desafiador", diz.
De acordo com Mattos, no Brasil um dos desafios é combater as fraudes com cartões de crédito nas vendas on-line. Hoje 1% das transações envolvendo o meio de pagamento são fraudulentas. Outra questão a ser superada tanto pelas novas empresas de comércio eletrônico no país quanto por aquelas que já existem é o gargalo na distribuição logística.
Hoje existem apenas seis empresas privadas especializadas em transporte de cargas vendidas pela internet - além dos Correios, principal distribuidor no país com 33% de participação.
"Haverá um gargalo expressivo nos próximos anos com o crescimento do comércio eletrônico no Brasil. Essas empresas não suportarão o aumento de 25% de cargas a serem transportadas no país", diz Mattos.
O evento da Federação Nacional do Varejo dos EUA em Nova York reuniu cerca de 24 mil pessoas. A delegação brasileira foi a maior entre os participantes internacionais, com 4.300 pessoas.
Pimentel defende leis trabalhistas mais flexíveis no varejo
Qua, 18 de Janeiro de 2012 15:15 | Escrito por Sávio Gabriel | | |
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, defendeu nesta terça-feira (17) leis mais flexíveis para a contratação de trabalhadores no varejo, no setor hoteleiro e no setor de lazer e entretenimento. Segundo ele, isso vai permitir mais trabalho, renda e a melhora do atendimento ao consumidor. As declarações foram dadas em uma conversa em Nova York com 250 empresários do comércio brasileiro, durante a Retail?s Big Show, a maior feira de varejo do mundo.
“Este é o momento de fazermos os ajustes, quando o Brasil vive uma situação de pleno emprego e precisa atrair o jovem que, por estar na escola ou na universidade, só pode trabalhar meio período”, disse Pimentel, acrescentando que isso não vai comprometer “um único direito trabalhista já conquistado”.
O ministro também defendeu a uniformização do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) entre os 26 estados e o Distrito Federal. Segundo ele, isso permitirá uma redução de custos das empresas, que precisam se preocupar com 27 legislações diferentes sobre o tema.
Pimentel prometeu ainda uma melhora do crédito para o setor, por meio do BNDES. “Não se trata de crédito apenas para a venda, mas para o varejista equipar melhor suas lojas, investir em tecnologia e atender melhor aos consumidores.”