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Lançamento da 5ª FECOU foi sucesso

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A CDL Ouricuri lançou na noite desta quinta-feira no auditório do salão paroquial o Programa QUALIFICA OURICURI e o Projeto da 5ª FECOU (FEIRA DO COMERCIO DE OURICURI) o evento foi muito prestigiado com a presença de muitas autoridades e presença maciça da população. Fizeram uso da palavra o Presidente da CDL Assis Jr. a Gerente Regional do SEBRAE Lucélia Souza, o Presidente do Sistema FECOMÉRCIO Sr. Josias Albuquerque o Prefeito Ricardo Ramos e Dra Ligia Leite Diretora Estadual do SENAC e falaram da importância do PROGRAMA QUALIFICA OURICURI com os cursos ora disponibilizados para a população e a importância da CDL na vinda dos mesmos, como também o potencial econômico e comercial que Ouricuri apresenta no Araripe e que através da CDL vem aproveitando muito bem este momento. Em um segundo momento foi lançado o Projeto da 5ª FECOU onde o arquiteto Dr. Otávio Sampaio fez a apresentação e mostrou as novidades que teremos na feira deste ano, que irá homenagear LUIZ GONZAGA O REI DO BAIÃO.

A CDL Ouricuri mais uma vez mostra seu grau de organização e comprometimento com os seus projetos procurando sempre desenvolver o seu papel trazendo o melhor e mais moderno para nossa cidade.

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Fonte:Portal Araripina (www.araripina.com.br), 21.04.12

Banco de Alimentos de Pernambuco servirá de exemplo para o Brasil

Às 8h01

A experiência do Banco de Alimentos do Sesc, criado pela Fecomércio-PE, está sendo levada para o Centro-Oeste do Brasil. O Banco de Alimentos beneficia comunidades carentes do estado, como creches, abrigos de idosos e associações que recebem pessoas do interior para tratamento de saúde no Recife.

Na tarde desta segunda-feira uma missão da Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco) realiza uma visita técnica ao Banco de Alimentos, localizado na Ceasa. Extinta em 1990 e recriada pela presidenta Dilma Rousseff, a Sudeco vai elaborar o Plano de Desenvolvimento do Centro-Oeste, voltado para reduzir as desigualdades regionais, incrementar a competitividade da economia regional e a inclusão social. O plano deverá estar articulado com as políticas e os planos de desenvolvimento nacional, estaduais e municipais e, em especial com a Política Nacional de Desenvolvimento Regional.

Em seguida, o grupo formado pelo superintendente, Marcelo Dourado; a diretora de planejamento, Glória Gama; pelo assessor técnico, Agnaldo Moraes; Marcelo Peccin representando a Ceasa-DF e os assessores especiais do Ministério da Integração, Wagner Marciel e Natália Gedanken, vai visitar uma empresa doadora de alimentos e a uma entidade receptora das doações.

Na ocasião, serão apresentados os processos de recolhimento até a entrega de alimentos. A comitiva vai conhecer ainda o processo de capacitação de profissionais das entidades beneficiadas para um melhor aproveitamento dos alimentos.

 

Fonte: Site Aqui PE (www.aquipe.com.br)

Deputado Everaldo Cabral justifica as 74 ausências na Assembleia Legislativa

Por ter sido apontado em matéria da “Folha de Pernambuco” como um dos deputados que mais faltaram a sessões na Assembleia Legislativa neste ano de 2012, o deputado Everaldo Cabral (PSD) enviou ao Blog as seguintes explicações:


I- Como você sabe, na Assembleia existem regras claras que disciplinam o comparecimento do Parlamentar às reuniões plenárias, inclusive com o desconto pecuniário das eventuais faltas sem justificativas.

II – As minhas ausências até o dia da referida matéria (18/12) foram todas    para cumprir missões relacionadas com Mandato, devidamente autorizadas pela Mesa Diretora, com base no Regimento Interno em vigor, valendo ressaltar que foi um dos representantes do Poder Legislativo em viagem à China, promovida pela FECOMERCIO, quando me licenciei por 20 dias.

III- Você deve saber também que o trabalho de um Parlamentar não se resume apenas à participação em reuniões plenárias.

IV- Presido a Comissão de Redação Final, onde, até o dia 20 de dezembro de 2011, foram elaborados mais

de 350 pareceres aos Projetos de Lei em tramitação nesta Assembleia Legislativa de Pernambuco, sob a responsabilidade do Corpo Técnico da 16ª Comissão.

V- O trabalho permanente da Comissão de Redação Final não se resume apenas à elaboração do último parecer de cada projeto. Desde o nascedouro das propostas, sejam elas oriundas dos Poderes Autônomos ou dos Parlamentares pernambucanos, a 16ª Comissão analisa, destaca e oferece modificações no que tange a aplicabilidade das normas técnicas legislativas, como ainda, a possibilidade do fácil entendimento da Norma Legal pelo Cidadão comum.

VI – Por último, esclareço que o nosso trabalho tem sido importante no Parlamento Pernambucano e que não faltei a nenhuma sessão sem justificativa.

 

Fonte: Blog de Inaldo Sampaio (www.maisab.com.br/inaldosampaio)

Retorno

Bete e Luís Antunes novamente no Recife, depois de participarem da missão da Fecomércio à China e uma temporada em Paris.

 

Fonte: Diario de Pernambuco – Coluna João Alberto (Social)

Vamos às compras dos... xing lings?

China tem produtos simples com preços baixos, mas também vende artigos mais caros com qualidade

 

O destino conhecido pelos brasileiros como lugar ideal para a aquisição de roupas ou equipamentos eletrônicos chama-se Estados Unidos? Um engano. Dê um pulo até a China e conheça verdadeiramente o melhor lugar do mundo para as compras. Detalhe: compras de tudo. O país dos xing lings abre as portas e começa a exportar para o mundo. Há quem queira produto simples com preço baixo, e também quem esteja disposto a pagar até mais caro por qualidade. A China tem. As duas coisas.

 

Quem tiver oportunidade de viajar ao país chinês pode achar que vai encontrar algo semelhante à Rua 25 de Março (em São Paulo) em véspera de Natal. Um amontoado de gente atrás de produtos baratos, de má qualidade e até falsificados. Acertou sobre o amontoado de gente. No país mais populoso do mundo, com 1,3 bilhão de habitantes, não poderia ser diferente. Mas no tocante aos produtos, pode ter certeza, não são apenas bugigangas que serão encontradas nos centros comerciais. A China cresceu, mudou e começa a fabricar e vender exatamente o que o público quer.

 

De acordo com Antonio Freitas, do setor econômico da embaixada brasileira em Pequim, o governo chinês espera manter o crescimento do país em, no máximo, 8%, enquanto analistas alertam para uma desaceleração maior a partir de 2013. “O país começa a perder impulso devido ao excesso de crédito que financia investimentos em infraestrutura, mercado imobiliário e capacidade industrial de retorno duvidoso, o que poderá impactar as finanças do país”, destaca o diplomata, lembrando ainda da dificuldade de exportação devido à crise econômica mundial. “No entanto, a China ainda se encontra na metade do processo de urbanização, tem enorme potencial de crescimento. O país é o centro da cadeia produtiva asiática. Os chineses importam do Japão, Coreia do Sul, Taiwan, montam, agregam valor e exportam para Europa e EUA”, afirma.

Um exemplo da exigência de melhor qualidade sobre o produto chinês está aqui mesmo, no Brasil. No início deste ano, o Ministério da Fazenda autorizou o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) a fiscalizar na aduana os produtos que entram no país, o que só poderia ser feito com mercadorias que já estavam aqui. A iniciativa visa o combate à importação de produtos que prejudicam a indústria brasileira, e o Brasil agora pode barrar os xing lings que fogem às especificações técnicas e de baixa qualidade.

Os chineses entenderam. Aliás, eles perceberam que é preciso fazer mais do que imitações. É preciso substituir o plástico pelo metal, o acrílico pelo vidro, o sintético pelo couro. E é isso que o turista também vai encontrar no comércio. Roupas, sapatos, sedas, bolsas, eletrônicos, antiguidades. O comércio chinês tem de tudo. Em todos os lugares. Mas, embora os preços, quase sempre, sejam inferiores aos aplicados no Brasil e em diversos outros mercados, é preciso saber onde procurar, para não cair enganado em falsificações ou até pagar caro. E vale a dica na hora de sair às compras: carregar dinheiro vivo – muitas lojas não aceitam cartão – e pechinchar, pechinchar e pechinchar.

Os asiáticos de olhos puxados são agressivos nos descontos. Exceto nas lojas de shoppings e grandes centros comerciais, nada é exatamente o preço que se pede. Corrijo: pode tirar o “exatamente”. Nada é nem perto do valor cobrado. No vuco vuco de cidades como Xangai, Pequim, Cantão ou Hong Kong, o vendedor irá pedir um determinado valor pelo produto. Pode oferecer menos. Bem menos. Pode ameaçar ir embora e não levar a mercadoria. O ambulante, muitas vezes, fará questão de vender pelo preço que você sugeriu.

 

É da China, e daí?

 

O turista que viaja ao país chinês pode trazer o melhor equipamento de som, mas se disser onde comprou... A discriminação com as bugigangas chinesas é antiga. O mesmo turista pode adquirir uma bolsa Louis Vuitton original – e isso não é barato nem na China – mas certamente os amigos apostarão que o produto não durará muito tempo. Bem, as coisas mudaram.

É no comércio chinês que se encontram bons casacos por R$ 50, camisas por R$ 10, calças, bermudas e vestidos no valor de R$ 40. E nada a desejar em relação aos shoppings brasileiros. No entanto, aqueles que procuram por marca internacional terão de gastar a sola do sapato para encontrar algo mais em conta. Os principais nomes em eletrônicos, com Sony, Nikon, HP, Dell, LG, Samsung e Nintendo, têm fábricas na Ásia, mas, estrategicamente, as vendas não são feitas de lá. Acaba sendo mais barato comprar esses produtos nos EUA.

“É nessa hora que entra o produto verdadeiramente chinês”, diz o chefe do setor de Promoção Comercial e de Investimentos da embaixada brasileira em Pequim, André Saboya Martins, que revela: “Os chineses desenvolveram equipamentos em nível para competir com marcas consagradas, e bem mais baratos”. De fato, há boas máquinas fotográficas por cerca de R$ 80, filmadoras no valor de R$ 90 a R$ 120, pen drives, MP3, MP4 e uma infinidade de produtos mais baratos com marcas em mandarim.

Sem medo de gastar a sola, é possível encontrar um computador Mac ou um iPad por metade do preço praticado no Brasil, mas se a busca é por “genéricos”, pode entrar na primeira loja e conferir valores absurdamente mais baixos. Mas, atenção, é preciso distinguir o que realmente tem qualidade e o que não vai durar uma semana. Neste caso, é necessário conhecer o produto, ter referência das lojas e – não custa nada – pedir para testar.

 

Por que eles são tão baratos?

A China é um país com 1,3 bilhão de habitantes. Sim, a informação pode ser repetida para quem já leu a matéria anterior, mas a verdade é que o número populacional bem explica o preço baixo dos produtos no país oriental. A mão-de-obra é abundante, a maior do mundo, e os salários são baixos. Junta-se a isso uma indústria ativa e competitiva. Ou seja, os chineses podem produzir qualquer coisa. E isso vai sair barato.

Faça um teste e verifique o país de fabricação do mouse de seu computador. Não se surpreenda, quase tudo é feito na China. No mundo, esses produtos representam pelo menos 30% dos aparelhos de televisão, 75% dos brinquedos e quase 99% das camisetas. Mas além do custo baixo da mão de obra, há outros fatores que favorecem a forte presença dos made in China no planeta. A desvalorização artificial do yuan (moeda chinesa) possibilitou preços mais baixos para as mercadorias exportadas. Segundo o economista Li Yong, da província de Guangzhou, as taxas de juros são muito baixas e o câmbio, depreciado. “A produção aqui tem uma escala gigantesca, além de tecnologias boas e salários ainda baixos”, revela.

Apesar da melhora na renda dos trabalhadores nos últimos anos – o salário mínimo subiu de 14% a 21% nas cinco maiores províncias de fabricação do país – o valor ainda equivale a R$ 4,93 por hora, enquanto nos EUA, a média é de R$ 35,50. É assim que a China sabe produzir e despertar o interesse do mundo. Segundo o diplomata André Saboya Martins, da embaixada brasileira em Pequim, todos os dias chegam solicitações de visto para entrada no país. Turismo? Não. “Mais da metade é de estrangeiros em busca de negócios com os chineses”, diz.

 

*A repórter viajou a convite da Fecomércio.

 

Fonte: Diario de Pernambuco - Economia

A intrépida Cheng

 

Hoje, quem circula pelas ruas do centro popular do Recife tem uma pequena amostra da capacidade de vender dos chineses. Mas confesso que agora, depois de circular um pouco pelo seu comércio, em Xangai, acredito que fora do seu país de origem eles terminam sendo um pouco arredios. Mais à vontade para trabalhar quando estão na própria China, eles são verdadeiros vendedores. Eu, consumista de carteirinha, me sinto na toca do leão o tempo inteiro. O assédio nas ruas é assustador e nas lojas o atendimento deixa você constrangido por não levar a mercadoria. Outro dia quase levei um creme para rugas chinês quando fui a uma farmácia apenas em busca de um hidrante labial. Resolvi entrar numa loja de roupa e me deparei com Chen. Uma chinesa risonha, elétrica, animada e atenciosa. Tudo num pessoa só.


Fiquei com a impressão de que enquanto as vendedoras brasileiras são treinadas para fazerem aquela cara blasé quando nos atendem, as chinesas são programadas para vibrarem. Claro que o nosso olho mais redondo ajuda (a gente vira um tipo de atração e uma funcionária chegou a pedir só para olhar para o meu rosto e rir, rir e rir. Espero que ela não tenha me achado feia). Quando pedi um número menor de uma determinada roupa, Chen gritou, gesticulou, parecia que estava numa competição.


Na hora de provar, ela me colocou numa cabine que já estava devidamente ocupada com roupas e sapatos de uma outra cliente, mas ela sequer se importou. Me encaixou lá dentro fazendo sinal de “deixa pra la” com a cabeça. Saio com a roupa para usar o espelho e ela já corre para ajudar a terminar de amarrar a peça. Pega, puxa, ajeita daqui, mais um retoque ali e pronto. Como boa vendedora, faz uma sinal de positivo e já me vem com um promoção. Com uma inglês rasteiro e o meu quase no mesmo nível, ela tenta me dizer que com o valor da minha peça (599 iuanes, o equivalente a R$ 188), posso levar um relógio desde de que eu pague outros 29 iuanes ( R$ 9,18). Eu, claro, como boa compradora, aderi e saí da loja feliz da vida. Mesmo calculando que paguei pela roupa o mesmo valor que pagaria no Brasil. Mas isso é assunto para outra conversa. Decepcionar Chen e sair de mãos vazias era algo que eu, recém chegada, não queira. Por preço nenhum do mundo.

 

Fonte: Blog - No País do Xing Ling (http://jconlineblogs.ne10.uol.com.br/nopaisdoxingling/)

O banheiro e a malhação

Decidi voltar a malhar. Nunca achei que essa decisão fosse tomada entre as ruas de Xangai ou Cantão, onde de fato aconteceu. E foi num momento dos mais inusitados. Para quem nunca teve oportunidade de vir à China ou nunca procurou saber como são os banheiros públicos daqui, é de fato uma surpresa. As louças sanitárias são feitas para ficarem praticamente no mesmo nível do chão, com o usuário tendo que ficar de cócoras para fazer o que precisa ser feito. E foi ali, depois de andar pelas ruas e acumular muito xixi que percebi que até nessa hora a gente sente o quanto é ruim estar fora de forma.

 

Vendo aquela louça no chão e desconfiando de sua limpeza, a ideia era ficar próxima o suficiente para não errar e distante o necessário para evitar qualquer contato. Aí, pronto! Sabe aquela leve tremedeira que dá na perna quando você fica tensionando por algum tempo e sua musculatura não tem resistência para isso? Foi o que aconteceu. Juro, era só um xixi mais longo. Coitado de quem comeu um pato estragado ou um cachorro meio passado. Aí, é problema. Meu chefe Saulo Moreira, que esteve aqui na China no ano passado, já havia me falado desse “modelo” de banheiro – que, aliás, tem descarga como qualquer outro. Mas mesmo já sendo avisada, se deparar com ele é algo engraçado. A ideia dos orientais é manter o usuário menos tempo possível no banheiro com base no argumento de que ficar sentado por muito tempo faz mal. E funciona. Até agora, não vi uma fila nos banheiros. Todo mundo entra e sai bem rapidinho.
É uma situação aparentemente boba, mas que nos faz lembrar que há uma cultura completamente diferente – mesmo depois de 30 anos de abertura de mercado e tudo que isso impôs a China.

 

Fonte: Blog - No País do Xing Ling (http://jconlineblogs.ne10.uol.com.br/nopaisdoxingling/)

Haja desconto

Sempre achei que sabia negociar preço. Um desconto aqui, outro ali, mas no Brasil quase nunca se consegue algo além dos 10%. Na China, negociar a compra de qualquer item é um jogo de resistência e blefe às avessas ao mesmo tempo. O vendedor finge que o produto vale muito e a gente que tem menos dinheiro na carteira do que de fato tem. Em Xangai, a moda é vender um tipo diferente de patins, com duas rodas e um sistema de encaixe para ser usado na altura do calcanhar. A peça, de um plástico duro, só deve resistir a poucas voltas de uso. O preço inicial: 150 RMBs (ou iuanes) – a moeda local. Fazendo a conversão com cada real valendo o equivalente a 3,18 iuanes, chegamos ao custo de R$ 37,73. E foi dada a largada. Ofereço 50 iuanes e logo levo uma bronca de um colega de viagem que estava ao meu lado. Terceira vez na China, Edson Carvalho ensina. “É 10% do valor”. A vendedora faz uma cara meio sorrindo meio séria e diz, em um inglês quase incompreensível: “80”. Opa, em questão de segundos o produto sai de 150 para 80! Segue a negociação. Apesar de puxarmos o preço para baixo, é ela quem nos segue. Qualquer sinal de interesse e eles colam na pessoa de uma forma quase insuportável. Vão atrás da pessoa por metros ao longo da rua. A cada passo o preço cai. No final da negociação, o produto, inicialmente estipulado em 150 iuanes, sai por 25. Cai de R$ 37 para R$ 7. Uma vez na China, e nunca confie no preço da “etiqueta”.

 

Fonte: Blog - No País do Xing Ling (http://jconlineblogs.ne10.uol.com.br/nopaisdoxingling/)

Procura-se um carro chinês

Para evitar maiores gastos, divido com meu marido um carro só. Tem hora que isso gera um pouco de confusão, mas a gente vai levando. Nos dias em que cada um quer quer ir para um lado, fico pensando: poderia me apertar um pouco e comprar outro veículo. E poderia ser um chinês! Com preços bem competitivos (pelo menos até acabar o estoque e entrar o novo valor do IPI para carros importados no Brasil), alguns modelos chegam a custar menos de R$ 25 mil com tudo!!! Mas comprar uma blusa chinesa e descobrir que ela não presta é uma coisa. Outra coisa é um carro. Resolvi, a partir disso, observar qual é a preferência de carros aqui na China. Aproveito sempre o trajeto entre um evento e outro da missão da Fecomércio para fazer uma contagem informal. Afinal, nada melhor do que saber o que dirige quem tem fabricado automóveis para o mundo para ter uma referência. Para minha surpresa, percebo muito mais carros Honda, Mercedes, Ford, Chevrolet, Peugeot do que JAC, por exemplo, que tem entrado pesado no mercado brasileiro. Até vi uns, mas bem menos do que imaginava. Chery tem uma certa presença, mas nada que possa causar um engarrafamento. Bom, não tenho o contato do “Detran” da China para pedir um levantamento fiel. Trata-se, reafirmo, de uma observação minha. Minha impressão é que, pelo menos em cidades onde as pessoas começam a ter acesso a uma renda melhor, como percebi em Xangai e em Cantão, os chineses procuram comprar itens mais caros, digamos assim. Deve ser isso….

 

Fonte: Blog - No País do Xing Ling (http://jconlineblogs.ne10.uol.com.br/nopaisdoxingling/)

O que não mata engorda!

Criada em subúrbio, nunca tive frescura com comida de rua. Preparando as malas para China, quase todos me falavam da comida. Conhecido por oferecer espetinho de tudo que se move, o país é uma experiência culinária e tanto. E mesmo a internet aproximando todo mundo de tudo, estar diante de um churrasquinho de barata é algo que não se esquece. E aranha assada! Outro dia, no café da manhã do hotel, me deparei com uma tigela cheia de algo semelhante a geleia de mocotó. “Hummm…. e já vem cortadinha!”, pensei. Coloquei uns pedaços no prato e segui rumo à mesa. Ao provar, fiquei na dúvida: É tinta de impressora ou caldo de grude em forma de gelatina. Com a definição em ideograma, até agora não descobri o que era.

 

 


Circulei pelos becos do comércio de Cantão onde a oferta de bichos no espeto é grande e me impressionei com a capacidade dos “barraqueiros” de enfileirarem uns oito escorpiões tão pequenos e desprovidos de carne no espeto de forma tão organizada.
Andando um pouco mais, chegou o problema. Um cheiro forte tomava conta da rua. Eu andava e ele me perseguia. Comecei a tossir de tão fedorento e até engunhei. Quase o almoço vai embora. Era como se uma pequena porção de esgoto estivesse sendo assada. É o tal do tofu envelhecido. Imagine um tofu desempenhando o papel de gorgonzola e sendo assado! E todo mundo comia isso e outras coisas como se o cheiro no ar fosse de picanha. Em Pequim, os churrasquinhos são tão tradicionais que o governo resolveu ordenar os vendedores, colocando fardamento e barracas padronizados. Tem de tudo, desde estrela do mar a gafanhoto.

 



Mas a cozinha da China também tem seus encantos. Me juntei com um grupo de companheiros de viagem para jantar na região central de Cantão e encontramos, numa rua escondida, um pequeno barzinho, com cadeiras na calçada e repleto de chineses. Fora a gente, nada de turistas. O cardápio sequer tinha versão em inglês, como nos pontos visitados. Era na base da foto e da confiança. Ana Cláudia Neves, a guia responsável pela nossa estada na China, tratou de imitar com competência um pato para saber qual carne no cardápio era a do animal. Listamos os pedidos: pato com um molho agridoce, camarão apimentado, uma carne – que não ficou muito claro qual era – e legumes. Tudo muito bom. Muito bom mesmo. No final, fiquei com a sensação de ter encontrado o Bar da Paz ou o Bar da Mira de Cantão. O nome do local, você deve estar se perguntando. Estava em ideograma, como todo o resto.

 

 

Fonte: Blog - No País do Xing Ling (http://jconlineblogs.ne10.uol.com.br/nopaisdoxingling/)

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